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In Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa.
Lisboa: Ed. Verbo, 2001. 1º vol p. 802
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segunda-feira, novembro 03, 2008  
[0.019/2008]
PETIÇÃO "EM DEFESA DE LISBOA"

Pela defesa do Porto de Lisboa, do emprego, do ambiente e do desenvolvimento sustentável da cidade.

O Porto de Lisboa e as actividades que dele dependem empregam cerca de 140.000 pessoas e representam cerca de 5% do PIB regional e 2% do PIB Nacional. Trata-se, por isso, de uma estrutura económica de importância vital para Lisboa e para o bem-estar dos seus cidadãos, sendo também uma peça estratégica do sector portuário nacional sem a qual seriam alguns portos estrangeiros os grandes beneficiados.
É por isso que todas as grandes cidades ribeirinhas europeias não dispensam, antes desenvolvem, os seus portos comerciais. Barcelona, Valência e Vigo são apenas alguns exemplos mais próximos.
Eliminar os terminais para contentores que são transportados por navio, obriga trazer esses contentores para Lisboa a partir de outros portos, o que implica, por um lado, um acréscimo de custo do transporte, (com reflexo nos preços dos produtos, que se estima em cerca de 20%) e, por outro, um aumento do congestionamento, sinistralidade e desgaste das rodovias, a que acresce um impacto fortemente negativo para o ambiente.
A protecção da cidade e o respeito pelos seus cidadãos é um objectivo de todos, que é alcançável com um equilíbrio saudável e desejável com a imprescindível actividade económica que hoje, e desde sempre, é uma realidade na cidade de Lisboa.

Expressões como:

● “Uma pilha de quatro contentores equivale a um prédio de 10 andares”, como se 10 metros fossem equivalentes a 31 metros;
● “Não faz sentido movimentar contentores na baixa de Lisboa”, como se Alcântara ficasse no Rossio;
● “A taxa de utilização do terminal de Contentores de Alcântara é baixa” o que não é verdade. O terminal está a atingir o ponto de saturação;
● “Não faz sentido manter um terminal de contentores, quando se vão realizar urbanizações de luxo em Alcântara, aqui até podemos ver a alternativa desejada por alguns.

Comprovam claramente o nível da informação propagandeada a respeito deste assunto.
Não podemos ser meros espectadores dessa irresponsabilidade, nem pactuar com a desinformação que existe em torno do tema.
Vastas áreas da zona ribeirinha estão ainda pouco aproveitadas e podem ser convertidas em locais de lazer e recreio, a juntar ao muito que já existe. A economia marítimo-portuária de um país virado para o mar não é impeditiva destes objectivos.
Não vamos permitir que uma das infra-estruturas mais importantes para o desenvolvimento e sustentabilidade da cidade e do país sucumba ao populismo irresponsável. Vamos lá assinar a petição, pela defesa do Porto de Lisboa e da cidade, do emprego e do ambiente, contra a demagogia!

João Carlos Quaresma Dias

Para assinar esta petição, clicar aqui em http://www.gopetiton.com/online/23002.html

3.11.08 . - . Página inicial . - . 1 Comentários


terça-feira, setembro 30, 2008  
[0.018/2008]
Crónica Feminina por Inês Pedrosa

Sem honra nem vergonha

Como sobreviverão os políticos honrados aos ataques insidiosos dos corruptos?
A tentativa de assassinato de carácter de que foi alvo Ana Sara Brito é um exemplo-limite do lamaçal em que se tem vindo a tornar a política portuguesa. A actual vereadora da Acção Social e Habitação da Câmara Municipal de Lisboa é uma mulher a quem tanto os amigos como os adversários políticos reconhecem, desde sempre - e este sempre é longo, porque Ana Sara tem prestado serviço à população de Lisboa desde o tempo em que era presidente Nuno Krus Abecassis - duas qualidades absolutas: eficiência e honestidade.
A reunião dessas duas qualidades criou-lhe, aliás, inimizades mais ou menos surdas, dentro do seu próprio partido:leal aos seus princípios e valores, Ana Sara nunca temeu ir contra as vozes dominantes, e contrapôr o seu pensamento ao dos chefes, dentro do Partido que elegeu como seu ( e que nunca abandonou). Assim, por exemplo, ergueu a sua voz contra o então Primeiro-Ministro António Guterres, quando este impôs um referendo, depois da lei da interrupção da gravidez ter sido aprovada na Assembleia da República. Nas últimas presidenciais, apoiou a candidatura de Manuel Alegre, cujo sucesso, é justo que se recorde, muito ficou a dever ao seu trabalho - foi ela a coordenadora nacional da campanha. Nunca trocou os seus valores por benesses, nunca serviu a dois senhores em simultâneo, e nunca entrou em negociatas de espécie alguma - antes as denunciou e denuncia, em sede própria.
O cargo que hoje ocupa na CML advém do reconhecimento (tardio, digo eu) dos seus múltiplos talentos e virtudes - às quais não posso deixar de acrescentar a da isenção - por parte dos líderesdo seu partido. Assumiu este cargo numa época difícil, e com sacrifício pessoal, quando podia estar tranquilamente a gozar a sua reforma, depois de quarenta e seis anos de trabalho, não só a favor da cidade (como autarca), como a favor da população portuguesa ( exerceu durante anos a profissão de enfermeira, na área da saúde mental, e trabalhou com Maria de Belém no Ministério da Saúde). Não tinha falta de ocupação, já que faz parte de várias associações de defesa de direitos cívicos, e não assume compromissos de boca. Num país onde pululam os apoiantes teóricos de causas - aqueles que dizem: «faz, que eu assino» - Ana Sara sobressai pela dedicação, pelo empenhamento e pela coragem.
Mas, em Portugal, a honestidade, a isenção e a frontalidade pagam-se caro. Porque incomodam muita gente. Incomodam aqueles que estão habituados a uma vida de negociatas turvas, trocas de favores e abusos de poder. É natural que os incomode, porque Ana Sara não só não colabora com esses esquemas, como não lhes fecha os olhos. Ao assumir funções, entregou à Polícia Judiciária todos os documentos controversos que encontrou.Como António Costa explicou na conferência de imprensa que realizou, ao lado de Ana Sara Brito, na passada segunda-feira, a Polícia Judiciária tem estado a trabalhar nas instalações da CML, para escrutinar tudo, com total apoio dos serviços camarários. Assim, no preciso momento em que os processos menos claros das anteriores gestões camarárias começam a ser levantados pela Justiça, e os nomes dos arguidos, reais ou potenciais, começam a saltar para os jornais, surge uma campanha de ataque, nebulosa e nevoenta, misturando alhos com bugalhos e envolvendo várias figuras da actual gestão municipal - entre as quais Ana Sara Brito, acusada de, há vinte e um anos, ter abarbatado para si uma casa da Câmara. A acusação, como ela mesma explicou, na passada segunda-feira, é falsa.
O aparecimento desta campanha contra a Vereadora da Habitação coincide também com o anúncio, feito por ela, de um plano de realojamento com novas regras - justas e estritas, sem qualquer margem discricionária. São coincidências a mais. Quem manipulou alguma comunicação social contra Ana Sara Brito? A quem aproveitam estas mistificações? Aos que têm contas a prestar ao erário público dos portugueses. A técnica é antiga: já o burlão Alves dos Reis, quando se começou a sentir apertado, desatou a acusar a administração do Banco de Portugal. Dir-se-á que a verdade vem sempre à tona - mas todos sabemos que nem sempre é assim. Alguma vez saberemos a verdade sobre as décadas e décadas de abusos sobre menores na Casa Pia?~
Para mal dos que gostariam de ver em Lisboa uma Vereadora maleável, fraca, corruptível, Ana Sara não cede nem desanima. Mas quantas pessoas de bem não desistem, logo à partida, da política, por temerem os golpes baixos, as acusações sem fundamento ou a devassa da sua vida particular? Vamos repetindo, com desalento, que a política se tem vindo a tornar um território de mediocridade crescente. Se continuarmos a deixar que os medíocres procurem arrastar para a lama que é o seu habitat natural o nome e a imagem das pessoas honradas como Ana Sara Brito, acabaremos por ficar nas mãos da ditadura da mediocridade. Os medíocres formam máfias transversais ao espectro partidário, organizam-se para assaltar a riqueza nacional (ou o que dela resta, depois de séculos de corrupção e mediocridade). Mas não podem vencer os que trabalham honradamente a favor da coisa pública - sob pena de perdermos, em definitivo, a honra e a liberdade.
30.9.08 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


sexta-feira, junho 13, 2008  
[0.017/2008]
A MÁQUINA

Despacho
Considerando que, no início do seu mandato, a actual vereação determinou aos serviços camarários que procedessem ao levantamento dos problemas e das situações de perigo existentes a nível de sinalização e das infra-estruturas junto aos estabelecimentos escolares da cidade de Lisboa;
Considerando o documento anexo relativo à “Acção para a Escola em Segurança 2007/2008”;
Considerando as deliberações da Câmara e as orientações do executivo municipal aos serviços no sentido de resolverem a situação de perigo existente junto à Escola 2,3 D. José I, sita na Av. Carlos Paredes;
Considerando o trágico acidente ocorrido no passado dia 4 de Junho, que vitimou uma aluna dessa mesmas escola;
Determino, com vista ao apuramento de eventuais responsabilidades, a abertura imediata de um processo de inquérito, nomeando, para o efeito, como inquiridor do mesmo o Dr. José Adelino Mourato Testas;
Mais determino que o processo de inquérito seja concluído com a máxima urgência.
Paços do Concelho de Lisboa, em 5 de Junho de 2008
O Vereador
Marcos Perestrello
2008-06-05


Os serviços de tráfego seguem uma doutrina contrária à deste executivo. No conflito entre tráfego e peões tem que ser decidido a favor dos peões. E [os serviços] estão aqui, eles têm que perceber isso”, disse o autarca socialista.

in O SOL

...não vai um ano depois, constatam-se, com abundante frequência e um pouco por toda a cidade factos que voltaram a testemunhar o regresso à inércia dos serviços autárquicos, o que vem demonstrar não só um regredir a comportamentos do passado como, ainda, que o actual executivo pouco conseguiu fazer para alterar a forma de trabalho dos serviços e a responsabilização dos respectivos responsáveis...
in
PS Lumiar

Claro que quando o PS ganhou as eleições intercalares para a CML e António Costa afirmou que teria confiança nos quadros municipais pelo que não haveria mudanças nos serviços (os cifrões falaram mais alto do que a estratégia), esqueceu-se de contar com o facto da "malta da direita" que lá foi colocada por Santana Lopes e por Carmona Rodrigues não estar nada interessada em colaborar com os objectivos determinados pela nova Vereação.

E os resultados dessa não-colaboração já andam por aí. Nos serviços da Câmara, está instalada a "ditadura do parecer" em que nada se faz sem levar um parecer...e os processos amontoam-se. Não há interesse em que as coisas andem. Sem ter procedido a alterações e colocado gente de confiança em determinados lugares, que permitissem pôr a máquina a funcionar, não há António Costa, Marcos Perestrello ou Ana Sara Brito que resistam a este desgaste diário.

O que é pena, pois o tempo está a passar...mas a mensagem não. E 2009 é já amanhã.

Luís Coelho

13.6.08 . - . Página inicial . - . 3 Comentários


quarta-feira, maio 28, 2008  
[0.016/2008]
Plano de Urbanização de Alcântara

Foi no Auditório da Junta de Freguesia de Alcântara que anteontem a Câmara Municipal deu início a uma série de sessões de apresentação à população do Plano de Urbanização de Alcântara, com a apresentação dos seus Termos de Referência (linhas gerais) feita pelo Vereador do Urbanismo, Arq. Manuel Salgado, pelo Director do Planeamento Urbanístico da CML, Arq. Paulo Pais e pelo Eng. Borges da REFER.

A sessão, com elevada e significativa afluência de residentes e interessados, suscitou dúvidas pertinentes, nomeadamente e entre outras, se o plano:

- contemplará uma nova solução para o local dos contentores,
- terá em consideração uma futura extensão do Metropolitano,
- promoverá uma circulação pedonal mais segura,
- irá permirtir uma rede de drenagem das águas pluviais,
- arranjará uma solução para o comboio de mercadorias.

A colocação de questões pela população e os esclarecimentos efectuados pelo Vereador Manuel Salgado para cada situação colocada, permitiu perceber que esta equipa tem conhecimento da situação existente e está sensibilizada para as principais necessidades da população residente.
Avançou-se até com algumas possibilidades que serão contempladas e devidamente analisadas, de acordo com os três objectivos apresentados e a ter em consideração, no desenvolvimento das soluções urbanísticas para Alcântara: qualificação ambiental, coesão territorial e regeneração urbana.

Ana Lamy
28.5.08 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


sábado, março 29, 2008  
[0.015/2008]
NOVO CICLO
Depois do resultado eleitoral vitorioso, na 2ª feira foi a tomada de posse, na 4ª feira houve a eleição dos orgãos e hoje teve lugar a primeira reunião.
Fim de um ciclo e início de outro, muito mais complicado, com 3 eleições em 2009: Europeias, Legislativas e Autárquicas.
29.3.08 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


domingo, março 16, 2008  
[0.014/2008]
O COMÍCIO NO PORTO
Não interessa se a casa era pequena ou à medida das necessidades. O que interessa é que estava lá o PS, como disse José Sócrates no início da sua intervenção.
E foi mesmo o PS militante, aquele que eu vi. E eramos tantos e dos mais variados sítios de Portugal, que até ficámos cá fora, à porta do Pavilhão, porque já não cabia mais ninguém lá dentro. Se não fosse aquele providencial ecrã-gigante...
Acho que ninguém fez falta, porque só fazia falta quem estivesse lá. E lá estiveram os que quiseram e puderam ir. Muitos ou poucos, foram os suficientes para mostrar que o PS está com Sócrates e com o seu Governo.
Sobre a substância das intervenções, comemorar 3 anos de Governo com resultados deu direito a dizer tudo. E está tudo dito!
16.3.08 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


quarta-feira, março 12, 2008  
[0.013/2008]
3 ANOS DE GOVERNO PS
Foi a 12 de Março de 2005 que Portugal iniciou um novo Rumo.
Têm sido tempos difíceis, porque endireitar as finanças públicas e gerir em tempos de recessão mundial, obriga a que toque a todos, sem excepção.
Há muitos descontentes que protestam? Há, pois há.
E há-de haver sempre, enquanto houver PCP e Intersindical.
Mas também há quem tenha motivos para estar contente.
Sábado lá estarei no Porto no Grande Comício comemorativo destes 3 anos de Governo PS e não interessa se seremos 7 ou 70 mil. Vai quem quer e quem pode.
Eu vou!

12.3.08 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


sexta-feira, março 07, 2008  
[0.012/2008]
Em complemento do post anterior e para que conste, o resultado da votação dos Militantes do PS-Lisboa foi o seguinte :

Lista A - Miguel Coelho = 1.006 votos ....... 38 mandatos

Lista B - Miguel Teixeira = 615 votos......... 23 mandatos

Na Secção de Campo de Ourique, a vitória foi de 92 contra 62 votos.

A minha convicção estava certa. Era uma certeza convicta. Agora vou descansar uns dias.
7.3.08 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


quinta-feira, março 06, 2008  
[0.011/2008]
CONVICÇÃO

A cerca 24 horas de se saber o resultado das eleições internas no PS Lisboa, é tempo de últimar os detalhes finais e de começar a fazer o balanço do trabalho efectuado durante a campanha.
É grande, muito grande, a minha convicção que os Militantes do PS-Lisboa vão saber escolher, mais uma vez e sem quaisquer margens para dúvidas, a equipa liderada pelo Miguel Coelho, equipa madura e à altura das responsabilidades, com provas já dadas e ainda com muito para dar ao Partido e a Lisboa.
Por certo que os Militantes de Lisboa não vão ficar indiferentes à qualidade do trabalho político demostrado, ao longo dos últimos anos e nas
mais diversas tarefas, por Camaradas como Marcos Perestrello, Carla Madeira, Dias Baptista, Marta Rebelo, Sérgio Cintra, Miguel Valente, Custódia Fernandes ou João Valente Pires.
Claro que os Militantes do PS Lisboa não vão ficar insensíveis ao elevadíssimo número de autarcas que abraçam, mais uma vez, o projecto político "Por Um Partido de Militantes" .
Referências como Irene Lopes, José Rosa do Egipto, Belarmino Silva, Graça Ferreira, Francisco Maia, Luís Monteiro, Josefina Branquinho, Flávio Fonte ou Teresa Almeida, entre todos aqueles ilustres "anónimos" que defendem o PS nas autarquias, estão uma vez mais com Miguel Coelho.
Menciono por fim a renovação geracional que, gradualmente, está a ser feita na Concelhia e que já é visível nos nomes de Jorge Telmo, Félix Soares, Hugo Lobo, Maria João Correia, José Reis Santos, Joana Neves, José Dias Ferreira, Teresa Bhatt, Pedro Gomes, Sofia Franco ou Tiago Bastos, entre muitos e muitos jovens que acreditam poder continuar este projecto político para o PS Lisboa.

É por tudo isto que tenho a certeza que amanhã os Militantes de Lisboa votarão inequívoca e maioritáriamente na Lista A de Miguel Coelho e, em cada Secção na Lista A para o respectivo Secretariado.
Amanhã, por esta hora, já se saberá quão grande era a minha certeza.

Luís Coelho

6.3.08 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


terça-feira, março 04, 2008  
[0.010/2008]
CANDIDATURA "POR UM PARTIDO DE MILITANTES"


4.3.08 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


quarta-feira, fevereiro 27, 2008  
[0.009/2008]
MIGUEL COELHO JÁ ENTREGOU A LISTA
Já foi entregue na FAUL a Lista com os 122 nomes da Candidatura "Por um Partido de Militantes", à qual foi atribuia a letra A.
Também o Programa já está impresso e pronto para ser enviado aos Militantes.
27.2.08 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


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