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3. Foro - Centro de múltiplas actividades.
4. Foro - Debate de especialistas sobre determinada matéria.
COLÓQUIO, FORO. - Um forum sobre educação.
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In Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa.
Lisboa: Ed. Verbo, 2001. 1º vol p. 802
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Comunicação de 2005-03-12
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quinta-feira, março 31, 2005  
Cartaz[0.019/2005]
Citações (V)
Um rosto para Lisboa

Acontece que para ser candidato é preciso querer ser e aí, Manuel Carrilho revelou sempre uma disponibilidade digna de registo. Tal como ele reconhece hoje num diário de referência, temos estado em diálogo, uma vez que para aceitar candidatar-se era decisivo ter o apoio do Presidente do PS/Lisboa. Naturalmente que sim! Carrilho será um candidato vencedor que protagonizará um projecto para Lisboa de modernidade, cosmopolita e solidário para com as pessoas. Vamos a isto.
Miguel Coelho
Presidente do PS/Lisboa
Blog do Forum Cidade
31.3.05 . - . Página inicial . - . 31 Comentários


 
Cartaz


[0.018/2005]
Citações (IV)

Uma excelente escolha para Ganhar Lisboa !

Com o apoio do Secretariado da Concelhia de Lisboa, o Secretariado Nacional do PS aprovou ontem, sob proposta do Secretário-Geral, o camarada Manuel Maria Carrilho como candidato do PS à Câmara Municipal de Lisboa.
Esta é uma excelente notícia para os lisboetas em geral e para os socialistas em particular.
Rui Paulo Figueiredo
Blog do Forum Cidade
31.3.05 . - . Página inicial . - . 2 Comentários


 
[0.017/2005]
Ao serviço dos fregueses

As tecnologias de informação são absolutamente incontornáveis. As suas virtudes reflectem-se a todos os níveis: na troca e partilha do conhecimento e experiência científica a nível global, no apoio pedagógico a estudantes, na desburocratização dos Estados e, até, na forma das pessoas comunicarem e se relacionarem. E, claro está, felizmente e infelizmente, em muitas mais coisas.
Confesso não ser esta uma área na qual seja muito versada. Contudo, não posso deixar de temer que as sociedades se tornem virtuais em demasia, levando o ser humano a um cada vez maior exílio de si mesmo e a um individualismo doentio.
Na verdade, apesar dos programas informáticos que detectam emoções, apesar do desenvolvimento da robótica que produz robôs quase humanos, apesar, apesar,.....não há nada que substitua a doçura de um olhar, a alegria do riso, o calor de duas mãos fraternas que se tocam.
Com base nesta pequena reflexão, parto para algumas ideias adequadas, talvez e pelo menos a debate, para inclusão num possível programa autárquico (Juntas de Freguesia):
- Dotar as Juntas com equipamento informático e mais meios humanos, colocando-os à disposição dos seus eleitores mais desfavorecidos economicamente, promovendo o ensino da utilização desses equipamentos e o acesso aos serviços da Administração Pública on-line (Declaração de IRS, serviços de notariado, conservatórias do registo, etc.)
- Promover um melhor relacionamento entre os funcionários das Juntas e os eleitores, sem lugar a atitudes arrogantes por parte daqueles, numa verdadeira pedagogia de serviço público, previligiando a gentileza e a celeridade no atendimento.
- Promover, estimular e dinamizar a participação dos eleitores na vida das freguesias, nomeadamente nas Assembleias de Freguesia, através da optimização do Boletim Informativo da Junta de Freguesia, o qual deverá ser mais do que um instrumento de propaganda do "já feito" para passar a ser um instrumento de aliciamento dos eleitores para participarem "no que se quer fazer".
- Promover contactos com sectores particulares da Freguesia (p.ex. industriais da restauração) para o estudo da viabilidade de fechar os estabelecimentos mais tarde (23-24 horas), o que desde logo iria favorecer, além dos próprios:
1) o encontro e o convívio entre as pessoas.
2) em consequência da saída de casa para o café, um passeio para "ver as montras", o que poderá reverter a favor dos comerciantes, na hora do consumo.
- Incentivar os comerciantes a pressionarem a Câmara no sentido de melhorar, reforçando, a iluminação das ruas, o que levaria não só a uma maior segurança das pessoas e dos bens, como facilitaria também o mencionado em 2).
- Dinamizar a Junta de Freguesia também como um espaço de cultura e aproximação com os eleitores, promovendo e calendarizando um encontro/debate mensal com uma personalidade das diferentes áreas da sociedade (cientistas, filósofos, religiosos, políticos, escritores, actores, músicos, bailarinos, etc.)
Seguramente, mais há a dizer, mas para não ser longa, deixo, para já, isto a debate.
Virgínia Vidigal Essenreiter
membro da Assembleia de Freguesia de Santo Condestável
31.3.05 . - . Página inicial . - . 1 Comentários


quarta-feira, março 30, 2005  
[0.016/2005]
Património e Qualidade de Vida: Ambiente Urbano

Projectamos o espaço autárquico com a confluência de eleitores e eleitos, aproximando Junta e Assembleia de Freguesia da realidade das populações, aumentando a credibilidade e a confiança, através da simplificação de processos administrativos e da total transparência da sua gestão.
Uma ponte para a Administração Pública e para a Sociedade, utilizando as novas tecnologias, numa perspectiva de futuro, modernizando o Presente, mas encarando novos desafios como a literacia digital.
Uma Junta que seja um elemento potenciador de um ambiente económico confiante e de valor, que contribua para a coesão social da freguesia. A Pessoa como centro da nossa acção incute-nos uma atenção permanente com a qualidade de vida, em particular dos idosos e crianças, apoiando as famílias e marcando as políticas de ambiente urbano.
A dimensão geográfica, os recursos financeiros, a participação e a exigência do cidadão não são um problema, são a linha de orientação:

- Política da simplificação e transparência
- Ponte com a administração pública
- Modelo de utilização das novas tecnologias
- Formação para a Cidadania Activa
- Qualidade de vida, especialmente da população idosa
- Políticas de apoio às famílias
- Ambiente urbano

Para além da Sociedade do Conhecimento que vivemos actualmente, lançaremos bases para um novo estádio, a Sociedade da Cidadania, formando cidadãos através de projectos de educação informal, de forma persistente e convicta.
Analisar e avaliar, em consonância com os pontos acima referidos, o património das duas freguesias, Santo Condestável e Santa Isabel, para dar vida a Campo de Ourique e seu Património.
MAM
30.3.05 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


terça-feira, março 29, 2005  
Cartaz
[0.015/2005]
Nova Vida para o Bairro

Na reunião de dia 22, sobre o futuro do Cinema Europa, ficou claro que há uma preocupação da população com a relação entre os mais velhos e os mais jovens.
A população de Campo de Ourique está a envelhecer e isso nota-se no próprio aspecto do bairro, parecendo que falta certa vida e animação e havendo um certo ar de abandono nas ruas, desertas depois de anoitecer.
Nem é preciso que seja muito tarde para que isso aconteça, basta começar a escurecer e as pessoas vão desaparecendo dos passeios. Como não há nada para fazer depois das aulas, os jovens não saem pelo bairro e as ruas perdem movimento.
Assim, as pessoas mais velhas também não se sentem seguras para sair, quando há pouca gente lá fora. Notemos que os cafés já começaram até a fechar mais cedo.
Há poucos jovens em Campo de Ourique e, ainda assim estes queixam-se de falta de espaços de lazer e de diversão, de falta de locais para sair à noite.
Não há um sítio, no bairro, onde se possa ficar até mais tarde, como por exemplo, até às 3 ou 4 da manhã e tomar um copo com os amigos, ouvir uma banda ou dançar.
Faltam também espaços onde se possa ir ver uma peça de teatro com os colegas, ver uma exposição ou assistir a um concerto.
Será que a juventude de Campo de Ourique se sente alienada?
É preciso criar espaços e espaço para os jovens em Campo de Ourique, se se quer que o bairro recupere a jovialidade. Até porque só quando os jovens sentirem que este é verdadeiramente o seu bairro, se pode criar uma verdadeira interacção entre jovens e menos jovens.
E só assim os mais velhos podem também, eles próprios, rejuvenescer com um bairro que ganhe nova vida.
Rute Martinho Oliveira
29.3.05 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


segunda-feira, março 28, 2005  
[0.014/2005]
Activar a cidadania

Foi com grande satisfação que na passada terça-feira me deparei com "uma casa cheia" de cidadãos e amigos de Campo de Ourique, na reunião efectuada na Junta de Freguesia de Santo Condestável a propósito do "caso Cinema Europa". Contudo, foi com alguma perplexidade que de lá saí.
Felicito, uma vez mais, quem iniciou este movimento, porque toda e qualquer participação de cidadãos, em defesa de uma melhor qualidade de vida e de uma maior justiça social, são sempre de louvar, aplaudir e apoiar.
Não posso, no entanto, deixar de marcar a minha posição relativamente a alguns pontos que lá foram discutidos.
Em primeiro lugar, parece-me que o desconhecimento de quem é, ou são, os actuais proprietários do espaço do cinema Europa é um mau começo, porque essa é uma questão central para que se possa chegar a um acordo ou consenso. Sem isso, dificilmente se pode construir alguma ideia, com base sólida, acerca do futuro para o cinema Europa. Aliás, esta foi uma preocupação demonstrada por muitos dos presentes, que legitimamente queriam saber se já tinham existido alguns contactos entre os principais intervenientes neste processo: poder local e proprietário do imóvel. Esta é uma preocupação que se mantém, e à qual nem os membros do Movimento SOS Europa, nem o próprio Presidente da Junta de Freguesia souberam responder, o que, volto a referir, é um mau começo!
Em segundo lugar, a parte financeira, que de forma alguma se pode descurar. Num projecto destas dimensões, foi tida como uma não-preocupação, nomeadamente pelo Presidente da Junta. Aliás, este ponto já foi aqui focado no texto do Pedro Cegonho [0.012/2005], o que reforça a ideia de preocupação quase generalizada e legítima pela falta dum estudo de viabilidade económica. Nos tempos que correm, não me parece de bom-senso uma atitude deste género!
Em terceiro lugar, não gostava de deixar de apresentar a minha preocupação por um problema quase dramático no nosso Bairro, e que se prende com o estacionamento. Em meu entender, qualquer transformação que se faça no cinema Europa, não pode deixar de contemplar uma parte reservada ao estacionamento. Não para suprir as necessidades dos residentes de Campo de Ourique, que são muitas, mas para permitir que quem venha frequentar aquele novo espaço do nosso bairro, o faça de forma mais dinamizadora e com maior qualidade.
Não gostaria de finalizar sem ainda referir que é realmente necessário continuar a activar a cidadania no nosso Bairro, não só neste caso do cinema Europa, como em todos os assuntos que digam respeito a uma maior e melhor forma de viver CAMPO DE OURIQUE. Porque, como ficou provado nesta pequena reunião, se formos chamados a opinar...até vamos, até participamos e as ideias surgem com vontade de mudar e de fazer melhor!
IRA
28.3.05 . - . Página inicial . - . 1 Comentários


sexta-feira, março 25, 2005  
[0.013/2005]
Paragens

Vimos desejar uma Feliz Páscoa.
Muitas amêndoas e chocolates. Mas sem abusar muito, porque a partir de 2ª feira continuamos com a nossa força.
FCO
25.3.05 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


quinta-feira, março 24, 2005  
[0.012/2005]
Reunião de moradores sobre o futuro do Cinema Europa

A reunião de moradores e amigos de Campo de Ourique, promovida pelo Movimento de Cidadãos "SOS Cinema Europa", juntou na passada 3ª feira (22-03-2005) cerca de uma centena de pessoas na sede da Junta de Freguesia de Santo Condestável. Na proposta apresentada pelo Movimento, sob o título " Europa - Casa da Cultura", pode-se ler :
"Quanto à reconversão do edifício, ela deveria contemplar um auditório com 100/200 lugares para a realização de ciclos de cinema/vídeo, recitais, debates, e uma sala ampla para exposições e outras iniciativas. Como hipóteses de utilização complementar poderiam existir pequenos ateliers e salas de trabalho (que seriam alugadas a artistas para desenvolverem projectos, no âmbito da programação do espaço). Outros usos possíveis, alternativos, passariam pela utilização desses espaços para acções de formação (dos mais novos e mais velhos), nas mais diversas áreas como a musica, informática, línguas estrangeiras, etc. A reconversão do EUROPA, como Casa da Cultura, podia ainda prever a existência de um bar de apoio, concessionado a uma empresa exterior.
Quanto à viabilidade de todas estas ideias, elas pressupõem um esforço da autarquia, mas levam em conta a possibilidade de mobilizar outros apoios, através do mecenato e ainda a utilização parcial do edifício para efeitos comerciais como, por exemplo, a criação de um parque de estacionamento subterrâneo."

Segundo os promotores da iniciativa, "não estão contra a propriedade nem contra os interesses privados" mas, solicitam à Câmara Municipal de Lisboa "o máximo empenho na procura de uma solução para travar o processo de demolição".
Do público presente assistiram-se a diversas intervenções cujo denominador comum foi a não demolição do espaço existente e a necessidade do uso cultural do espaço, mas salientando que qualquer solução é condicionada pelo problema do estacionamento no Bairro de Campo de Ourique.
Um grupo considerável de intervenções, incluindo as que foram efectuadas pelos elementos do Forum Campo de Ourique ali presentes, relembraram a importância da viabilidade económica do projecto. No entanto, os promotores do Movimento não estão na posse de qualquer estudo e aguardam a intervenção da autarquia para saberem quanto custa o investimento, bem como qual o orçamento não só para manutenção do espaço como para as actividades propostas. Da mesma maneira que não solicitaram qualquer parecer jurídico que pudesse apoiar o movimento que pretende a preservação daquele espaço.
O presidente da Junta de Freguesia de Santo Condestável, Sr. Lourenço Bernardino, esclareceu que não era o estacionamento que estava a ser discutido na reunião, mas admitiu a falta de pelo menos 800 lugares de estacionamento nocturno para residentes, na área de intervenção da freguesia. Relativamente à polémica em torno da viabilidade económica da recuperação e da reutilização do Cinema Europa como espaço multi-funcional e como Casa da Cultura, o Presidente da Junta afirma que "existem discrepâncias nas preocupações financeiras, mas essas (preocupações) não as tenho".
Questionados sobre quem seria o actual proprietário do imóvel, quer o Presidente da Junta quer os promotores do Movimento responderam não saber essa informação, aguardando que a Vereadora do pelouro, que já indeferiu 3 projectos imobiliários para aquele espaço, lhes faculte os elementos.
O Forum Campo de Ourique, através das intervenções dos seus elementos, demonstrou apoio à iniciativa cívica em curso para preservar o espaço do ex-cinema Europa, mas manifestou preocupação pelo desconhecimento da forma de financiamento do projecto e pela ausência de um plano estruturado para a viabilidade económica do novo espaço, tendo presente o problema de estacionamento do Bairro, citado por diversos cidadãos presentes.
Até agora, somente 800 pessoas subscreveram o documento "Salvemos o Cinema Europa", mas continua a decorrer a recolha de assinaturas. Os promotores do movimento pretendem entregar o abaixo-assinado às forças políticas e ao executivo municipal durante a próxima sessão da Assembleia Municipal agendada para 29 de Março (3ª feira).
PSC
24.3.05 . - . Página inicial . - . 1 Comentários


quarta-feira, março 23, 2005  
[0.011/2005]
Sociedade da Cidadania
Um plano para uma participação activa: dos Jovens aos Idosos


Portugal parte com relativo atraso para um novo estádio do desenvolvimento económico. A Sociedade do Conhecimento está em marcha e tornou-se a nossa principal referência como objectivo a perseguir. O PS, no seu programa de governo, compromete-se a cumprir com esse desafio, motor da mudança e do desenvolvimento económico do nosso país.
Assume pois uma importância transversal no contexto nacional, atravessando a sociedade e Administração Pública estruturalmente. O poder local não pode ficar ausente deste desafio e deve ir mais longe, corrigindo as imperfeições naturais de um projecto desta envergadura. A proximidade do poder local implica que este deva fazer uma caracterização preventiva dos problemas que afectam as populações e actuar de acordo coma as suas possibilidades.
As novas tecnologias têm de ser uma fonte de progresso e coesão social. Por factores ambientais ou meramente pessoais há um risco de se criar uma corrente de literacia digital que, em detrimento da inclusão, possa acelerar a exclusão. Como se combate este fenómeno? Criando um "ambiente de conhecimento" através da educação informal, que actua em paralelo com o sistema educativo, planeando e estabelecendo objectivos rigorosos, mas ambiciosos, interpretando os melhores modelos e adaptando-os à realidade local.
Na perspectiva de futuro que todos desejamos para as nossas freguesias daremos, em paralelo, sólidos passos para o que designamos de Sociedade da Cidadania.
A participação activa dos cidadãos na vida e gestão pública tem de ser urgentemente reabilitada, abandonando o conceito dominante, que poderíamos designar por cidadania passiva, alicerçado nos direitos do cidadão e pouco nos seus deveres.
A participação pública é fundamental não só como forma reguladora, mas principalmente agregadora da comunidade. Nesse âmbito a freguesia tem de ser o primeiro elo de afirmação dos princípios de cidadania.
A Educação e as Competências para a Cidadania devem ser lançadas pela Junta, em paralelo com as escolas (fomentando projectos de caracterização e resolução de questões cívicas) e com as famílias.
O envolvimento de associações e movimentos públicos ou privados também é indispensável principalmente no trabalho com os mais jovens e idosos. O pulsar da comunidade sente-se mais nestas instituições, sendo fontes da dinâmica que queremos para a Junta e, naturalmente, para a freguesia.
A Cidadania espontânea que Campo de Ourique revela actualmente, enfrentando o cenário da demolição do seu CINEMA EUROPA, atesta uma comunidade informada, ciente da sua força e da importância do seu património. Procuraremos que esta seja uma corrente permanente, que não se desvaneça, mesmo que estejam em causa decisões de um executivo liderado por esta equipa.
O ambiente de cidadania, a que nos referimos, passa não só pela educação dos cidadãos, mas também pela própria acção do executivo da Junta de Freguesia.
A implementação do programa Objectivo: Transparência, será vital nesta estratégia.
Para além disso, defendemos que os cidadãos devem sempre ter uma palavra a dizer sobre as questões mais fundamentais da vida da sua freguesia.
Podemos estudar a itinerância da Assembleia de Freguesia, de forma a irmos ao encontro das populações. A figura do referendo local poderia ser utilizado, sempre que em causa estejam medidas que pela sua especificidade sejam fracturantes, carecendo da legitimidade que só a democracia directa pode garantir.
Tal facto, não nos vai inibir de tomar decisões difíceis, de executarmos o nosso projecto, mas esta premissa é fundamental para fomentar a participação do cidadão na vida pública.
As novas tecnologias serão o outro vértice pelas potencialidades que possuem na desburocratização dos procedimentos, informação e auscultação dos cidadãos. Serão um instrumento que será reforçado por novas formas, como quiosques ou inquéritos, que permitam ao cidadão sugerir as suas prioridades para a freguesia.
Mais do que intenções, os parágrafos anteriores afirmam uma mentalidade que se quer diferente da habitual, porque falamos da nossa freguesia, onde os problemas de uns são os problemas de todos, onde a ausência de debate torna a nossa acção mais pobre, onde o silêncio dos cidadãos torna a acção do executivo mais ruidosa, mas menos eficaz.
Desejamos exigência para correspondermos com eficiência.
Active a sua cidadania em nome dos jovens e dos idosos que precisam do nosso apoio.
MAM
23.3.05 . - . Página inicial . - . 3 Comentários


terça-feira, março 22, 2005  
[0.010/2005]
Citações (III)

Todos à reunião, hoje, na Junta de Freguesia

É hoje, às 21 horas, a reunião para que todos possamos exprimir o nosso desagrado quanto à demolição do Cinema Europa e pensarmos, em conjunto, o futuro daquele espaço.
NÃO FALTE!
Nós, os residentes e/ou recenseados na freguesia de Santo Condestável, trabalhadores e amigos do bairro de Campo de Ourique, apelamos à Câmara Municipal de Lisboa e à Junta de Freguesia:
1) pela não autorização de demolição do Cinema Europa
2) pela preservação do Cinema Europa enquanto espaço cultural, multi-funcional e cívico, de apoio à população de Campo de Ourique e da cidade de Lisboa.
Os residentes e moradores dinamizarão iniciativas que promovam a apresentação de projectos participados pela população, para aproveitamento do Cinema Europa enquanto espaço cultural, multi-funcional e cívico (do abaixo-assinado que tem circulado pelo bairro).
Nesta reunião serão apresentadas e discutidas propostas para a população, em conjunto, encontrar vias desejáveis e possíveis para a re-utilização do espaço do cinema Europa, tendo por base a sua necessária vocação cultural e cívica.
Reunião de moradores, 22 de Março de 2005 (hoje), 21 horas, na Junta de Freguesia de Santo Condestável.
JUNTE-SE AO PROTESTO!
Comunicado enviado pelos dinamizadores do protesto.
Blog SOS Cinema Europa
22.3.05 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


 
[0.009/2005]
Urbanização do espaço do Quartel

Uma questão da maior importância para Campo de Ourique, é o anúncio, surgido há já algum tempo, de que irá ser vendido o quartel de Campo de Ourique, antigo quartel de Infantaria 16 e, depois, do Batalhão de Sapadores de Caminho de Ferro.
O valor da sua vasta área depende, obviamente, do que nela for autorizado construir e, nesta matéria, quem tem autoridade é a autarquia, em particular os seus dois orgãos, a Câmara e a Assembleia Municipal.
Nestas condições, sugiro aos representantes do PS na Assembleia Municipal que, com a maior urgência, proponham à Câmara, à semelhança do que está pensado para o Parque Mayer, a elaboração de um plano de urbanização da área do actual quartel, com espaços colectivos de lazer e destinados a equipamentos, para ter em conta os interesses da população, e com uma conveniente definição dos volumes das áreas a construir.
O quartel de Campo de Ourique teve um papel histórico quando da fundação da República, que hoje está quase esquecido pelas gerações mais novas, mas que deve ser assinalado nesse espaço urbanizado. Na propaganda da República, teve um papel relevante o Centro Escolar Republicano da Rua de Campo de Ourique, que tinha contactos com os soldados de Infantaria 16 pelas duas travessas, de Baixo e de Cima de Quartéis, quel adeavam o quartel.
No dia 3 de Outubro, quando, numa reunião à noite, os oficiais do Exército decidiram suspender a sua participação na revolução por as tropas terem sido postas de prevenção pelo governo, o regimento de Infantaria 16 foi esquecido porque nele não havia nenhum oficial nem nenhum sargento aliciados. Os responsáveis pelo levantamento da unidade eram dois cabos, um com 17 e outro com 18 anos, que não foram avisados, mas que se o fossem, já nada podiam fazer porque no início da noite já se tinham apoderado das munições do paiol e concentrado os soldados aliciados numa caserna onde se esconderam debaixo das camas uns dos outros.
Às primeiras horas do dia 4, travou-se na parada de Infantaria 16 o primeiro combate da República, sendo morto o comandante que tinha acorrido à unidade posta de prevenção. O regimento saíu na madrugada para a rua efoi aliciar o regimento de Artilharia 1, em Campolide. Os dois regimentos,em conformidade com o plano inicial, dirigiram-se para o Paço das Necessidades, tendo chegado a entrar na Rua Ferreira Borges, mas viram a sua progressão barrada por uma companhia da Guarda Municipal do quartel da Estrela, que tinha tomado posição na outra extremidade da rua. Há hoje, nesse local, uma lápide a assinalar o impacto do primeiro tiro de canhão da revolução. Completamente isolados, os dois regimentos refluiram, então, para o Parque Eduardo VII onde, com o apoio crescente dos populares, aguentaram os embates das forças mornárquicas. Foi esta resistência que deu a vitória à República. Alguma coisa devemos aos soldados de Infantaria 16. Não só o dever de os recordar, mas sobretudo, o dever de não esquecer de todo e dar continuidade ao espírito de dedicação à causa pública e à colectividade que os animou, num momento alto da vida nacional.
António Brotas,
militante do PS, nascido na Rua de Campo de Ourique
22.3.05 . - . Página inicial . - . 1 Comentários


segunda-feira, março 21, 2005  
[0.008/2005]
Citações (II)

O PS/Lisboa deseja uma coligação à esquerda, alargada ao PCP e ao Bloco. O actual modelo de coligação está esgotado e o PS, enquanto partido mais votado nas legislativas e nas europeias, exige não só a Presidência da Câmara (em caso de vitória) como a maioria em todos os órgãos, incluíndo a Assembleia Municipal e Juntas de Freguesias. É a única maneira de não defraudar as expectativas dos eleitores.
Miguel Coelho, líder do PS/Lisboa
Correio da Manhã.
21.3.05 . - . Página inicial . - . 2 Comentários


 
[0.007/2005]
Um património intelectual democrata e progressista

A memória de um local é o melhor ponto de partida para projectar o seu futuro. O conhecimento do património cultural, paisagístico e urbanístico, a sua preservação e divulgação são essenciais ao desenvolvimento sócio-económico, pela importância que revelam na formação do indivíduo e no estímulo à inovação e à criatividade nas actividades culturais, desportivas e cívicas de interesse local e municipal: aspectos de primordial importância na mudança da motivação do País, para conhecer mais e para produzir mais - com os consequentes créditos económicos e, simultâneamente, prevenir desastres sociais e flagelos, como a exclusão e a droga.
O "pensar" qualquer localidade, bairro ou freguesia implica o respeito pelo seu passado e para isso é importante conhecê-lo, divulgá-lo e conservá-lo.
A história das ideias, da arte e da política, desde o final do século XIX português e lisboeta é indissociável do Bairro de Campo de Ourique.
Sempre que fervilhavam novas ideias, correntes de pensamento inovadoras ou movimentos artísticos que bebiam o que de mais moderno havia na Europa, os cafés, as ruas e os ateliers de Campo de Ourique agitavam-se, mobilizavam-se e produziram grandes obras literárias, artísticas e culturais.
Já no período das guerras liberais, o Quartel de Campo de Ourique teve um papel importante ao lado de D.Pedro IV, mas a participação civil e intelectual do bairro nos acontecimentos políticos da Cidade e do País, teve os seus momentos altos na revolução republicana de 1910 (local donde eram oriundos diversos revolucionários civis da Carbonária); durante as greves e reivindicações operárias na 1ª república; na campanha presidencial de Humberto Delgado (1958) e no apoio às forças democratas oposicionistas do Estado Novo - na freguesia de Santo Condestável
A margem esquerda da Paris tem no seu coração o bairro "Quartier Latin" em torno da vida académica proporcionada pela Universidade de Sorbornne (donde, aliás, nasceu o seu nome devido ao latim, língua que desde a idade média os estudantes usavam nos seus estudos), Campo de Ourique teve a sua academia nos ateliers de artistas e escritores que viveram e trabalharam nas suas ruas.
Nos ateliers das Ruas Coelho da Rocha - o famoso Pátio dos Artistas - e Azedo Gneco nasceram obras de Artistas como António Duarte (escultor), Leopoldo de Almeida (escultor), Roque Gameiro (escultor), Manuel Lapa (pintor) e Vítor Pala (arquitecto).
Campo de Ourique foi ainda escolha para habitar e trabalhar, para Gil Teixeira Lopes (pintor e escultor), Eduardo Batarda (pintor), Eduardo Nery, Pedro Cabrita Reis (pintor), Rocha de Sousa (pintor), Helena de Almeida (pintora), Matilde Marçal (pintora).
Nas letras, na poesia, o expoente máximo é Fernando Pessoa, do movimento modernista português, que morou na Rua Coelho da Rocha, onde hoje se situa um espaço cultural criado pela Câmara Municipal de Lisboa, ao qual urge dar vida e integrá-lo no quotidiano da vida do Bairro e da cidade.
No teatro, destacou-se o dramaturgo Luís de Sttau Monteiro, cujas sátiras sobre a ditadura e a guerra colonial tornaram-no alvo de perseguição política e levaram-no mesmo à prisão.
Na pedagogia e na matemática, Campo de Ourique ligou-se emotivamente a Bento de Jesus Caraça e recorda, no Jardim da Parada, o professor do Instituto Superior Técnico, António Ferreira de Macedo.
Mas, no âmbito da cultura popular e do fado, já havia nascido no Bairro (1891), uma das glórias portuguesas do Fado, Alfredo Marceneiro, que nasceu na freguesia de Santa Isabel e trabalhou como aprendiz numa carpintaria de Campo de Ourique.
Muitos ficaram certamente por citar. Que este património Humano e Intelectual nos inspire a divulgá-lo, a preparar a comemoração do 50º aniversário da criação da freguesia de Santo Condestável e nos estimule a conservar e a impulsionar a criação de obra cultural em Campo de Ourique.
Para breve apresentaremos, ainda no âmbito da cultura, algumas considerações sobre o património urbano edificado e sobre o trabalho associativo e das colectividades.
PSC
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domingo, março 20, 2005  
[0.006/2005]
De nós e para nós

No nosso bairro temos um excelente espaço de lazer e de encontro de gerações, que é o Jardim da Parada. Contudo, deparamos com inúmeras falhas, que só com a participação activa de todos podem ser corrigidas, de forma a proporcionar uma melhor e mais segura forma de convívio.
No que diz respeito à higiene, e não obstante os recipientes apropriados ali existentes, continuamos a deparar com lixo no chão, lixo nos canteiros (que já tiveram melhores dias) e, por incrível que pareça, lixo dentro do lago. Lamentável!
Relativamente à segurança, presenciamos frequentemente que no parque infantil, os equipamentos a utilizar exclusivamente por crianças, são indevidamente utilizados por adolescentes, o que provoca a degradação dos equipamentos, nomeadamente os baloiços, o escorrega e a roda.
Ora, quando vamos ao jardim com as nosas crianças, é essencial que tanto elas, como nós, nos sintamos seguros. Essa segurança passa, em meu entender, pela existência de um guarda, ou de alguém que, com autoridade, possa zelar pela correcta utilização do parque em geral e do espaço infantil em particular.
Ainda focando este aspecto, verificamos por outro lado que a indevida utilização do parque infantil por adolescentes se nota também quando um grupo decide invadir o espaço para jogar á bola, o que, como se entende, põe em risco o bem-estar físico das crianças mais pequenas, que regra geral se arriscam a levar uma "bolada", da qual não se conseguem defender. Já aconteceram situações destas, que provocaram danos físicos! Não só lamentável, como evitável, se houvesse mais atenção e empenho dos responsáveis autárquicos.
Outra situação preocupante prende-se com a utilização das casas-de-banho do Jardim, que de igual forma são devassadas por quem não faz delas a utilização devida. Parece-me, mais uma vez, que a solução passará por ter lá alguém que assegurasse a sua funcionabilidade, quer em termos de higiene, quer em termos de privacidade e segurança.
Esta pequena abordagem ao Jardim da Parada, focando apenas alguns dos seus problemas visíveis, faz-nos reclamar melhoramentos, imperiosos e de relativa facilidade de execução, que contribuirão para que, não só as nossas crianças mas também todos nós, possamos usufruir condignamente deste espaço privilegiado do nosso bairro.
Os responsáveis, directos e indirectos, pelo seu controle não parecem ter dado conta dos danos que tais situações provocam aos utilizadores do jardim, acabando-se ao mesmo tempo por verificar que o espírito salutar de "estar no jardim" está sériamente comprometido.
Talvez com uma maior sensibilidade para a vida de bairro, uma outra postura de poder local e maior sentido de cidadania, se possa alterar o que não está bem e contribuir para melhorar as condições de estadia no Jardim da Parada.
Sem dúvida que, com maior empenho dos cidadãos de Campo de Ourique, num futuro próximo, daremos expressão ao desejo de ter uma comunidade mais limpa, mais segura, com melhor ambiente e qualidade. Certamente que é isso que todos nós queremos e merecemos.
Mas, para melhorar é preciso acreditar que é possivel fazer melhor. Eu acredito !
E também acredito na participação activa de todos - afinal, o Jardim da Parada é de nós e para todos nós!
Isabel Rolim Almeida (IRA)
20.3.05 . - . Página inicial . - . 4 Comentários


sábado, março 19, 2005  
[0.005/2005]
Citações (I)

Em Outubro, haverá eleições autárquicas. Ora para que o PS as ganhe - como é fundamental para evitar alguma turbulência política - terá de fazer arranjos à Esquerda (com o Bloco e o PCP, ou ambos) se quiser recuperar algumas câmaras, particularmente nas grandes urbes, onde o Bloco e o PCP tiveram resultados significativos.
Mário Soares, em artigo assinado na Revista VISÃO nº 628 (17/23-03)
19.3.05 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


 
[0.004/2005]
Sentir Campo de Ourique

Consumada a vitória nas legislativas no passado dia 20 de Fevereiro, importa agora virar os olhos para as próximas eleições autárquicas de Outubro. A sua importância e o seu significado não nos devem escapar. Para nós, lisboetas, o primeiro passo, é sem dúvida o de voltar a conquistar a Câmara de Lisboa e com ela o conjunto das suas freguesias.
Sem triunfalismo, nem por uma qualquer ambição de exercer o poder, mas porque sentimos que algo pode e deve ser feito por Lisboa, por Campo de Ourique.
Neste sentimento, estou convicto, acompanha-nos uma esmagadora maioria, silenciosa e descrente, maltratada por quatro anos de politicas sem rumo e esperança.
O sentimento é pois de urgência e a convicção é de que chegou o tempo inadiável da mudança. De mudança para melhor, para muito melhor, com novas vontades, com novos actores e com uma nova forma de fazer política.
Desde logo, na forma, sem arrogância mas com determinação, procurando envolver todos, porque todos têm uma palavra a dizer, sejam cidadãos anónimos ou personalidades, sejam militantes do Partido Socialista ou independentes, sejam empresas, associações ou outras instituições.
Tomar o pulso, sentir o pulsar de Campo de Ourique é essencial e decisivo. Representa a criação de um novo espaço de Cidadania, de confronto de ideias e de projectos, sem dúvida o caminho certo para mobilizar e criar um projecto mobilizador. Em boa hora, pois, chega-nos o Fórum Campo de Ourique!
Mas uma nova forma de fazer política, rima também com sentido de responsabilidade e versa com determinação, vontade de trabalhar e capacidade de passar das palavras aos actos na concretização de um projecto credível mobilizador para um Campo de Ourique mais desenvolvido, mais solidário e com melhor qualidade de vida.
É neste quadro que nos propomos recolher e submeter a debate, um conjunto de acções e de objectivos concretos.
Pela minha parte, penso que devemos congregar forças, vontades e investimento para vencer dois desafios decisivos: o desafio da modernidade e o desafio da solidariedade.
Modernidade, implica pensar e concretizar uma reorganização dos serviços administrativos das suas Juntas de Freguesia de forma a adequada e atempadamente dar respostas às solicitações dos cidadãos. Nesta nova era da globalização e da informação, o recurso às novas tecnologias deve ser um fonte de inspiração, e com ela, a criação de um Portal da Junta, a disponibilização de serviços on-line, o acesso a conteúdos e a informação útil e relevante para o cidadão.
Modernidade significa também encontrar um justo equilíbrio entre crescimento económico e melhor qualidade de vida, privilegiando o investimento, por um lado, nos acessos e na promoção dos serviços de Campo de Ourique e, por outro, na preservação dos seus espaços verdes, património e segurança.
Solidariedade, para terminar, porque é esse o elo que une uma cidadania moderna. Solidariedade para os mais jovens, para aqueles que se encontram ou atravessam uma fase difícil da sua vida; solidariedade para os menos jovens porque são eles a nossa memória, a nossa história e porque, afinal, é com eles que aprendemos até chegar a nossa hora de ensinar.
Vamos a isso, juntos!
António Serge Campinos (ASC)
19.3.05 . - . Página inicial . - . 2 Comentários


sexta-feira, março 18, 2005  
[0.003/2005]
A questão da mobilidade

Um dos comentários ao texto do Marco António trouxe à colação a mobilidade, um aspecto central da Qualidade de Vida no Bairro e que merece uma profunda reflexão, sem dogmas ou ideias preconcebidas. Olhando para a realidade inicial já existente, o problema do trânsito e da mobilidade deve ser perspectivado nas seguintes vertentes:
1. Analisar a taxa de ocupação à superfície para libertar as passadeiras e os passeios para os peões, nomeadamente para os cidadãos com dificuldades físicas de mobilidade;
2. Verificar as taxas de utilização do estacionamento subterrâneo existente, para equacionar novas ou aprofundar parceiras público-privadas, que levem a disponibilizar espaços de parqueamento em altura ou subterrâneo;
3. Estudar os movimentos pendulares de trânsito por forma a optimizar a circunvalação do bairro pelo trânsito não local, libertando as ruas da quadrícula deste planalto.
4. Alternativas apresentadas pelo uso de transportes colectivos.
O Estacionamento é uma realidade que condiciona a vida de todos nós: perde-se tempo, provoca stress e limita a participação dos cidadãos na vida cívica e social do bairro e da cidade.
Apesar do Automóvel ser uma realidade incontornável, há que também querer mais dos transportes colectivos que se encontram à nossa disposição: sensibilizar para o uso do autocarro, optimizar percursos e ligações intermodais ao metro (no Rato) e ao comboio (em Campolide) e apoiar o desenvolvimento destas redes de transportes.
Certamente que este tema será aqui desenvolvido, porque é um dos pilares de gestão da cidade que fará parte do programa de candidatura do PS ao Município de Lisboa.
Pedro Sousa Cegonho (PSC)
18.3.05 . - . Página inicial . - . 2 Comentários


quinta-feira, março 17, 2005  
[0.002/2005]
Os desafios da governação electrónica

As autarquias e em particular as juntas de freguesia são, no actual quadro administrativo, o primeiro nível de contacto entre o Estado e os cidadãos. Os serviços oferecidos às populações são, regra geral, morosos, de baixa qualidade e de difícil acessibilidade. O nível de participação e envolvimento entre a comunidade e o poder executivo é reduzido, resultando num défice democrático difícil de aceitar numa altura em que é fácil e barato partilhar informação e construir canais de conhecimento.
Em Portugal há um "gap" substancial entre os investimentos nos serviços oferecidos via electrónica, a nível central e pelas autarquias locais. Seja por falta de visão, quer por falta de sensibilização e articulação, este é um quadro que necessita de ser invertido rapidamente.
Uma política de modernização da administração local deve ter como objectivo a melhoria da qualidade dos serviços e a eficiência da democracia local. As pessoas que compõem as comunidades locais devem ser encaradas como mais que meros clientes do Estado, e este tem necessariamente responsabilidades diferentes das de uma empresa. Todas as políticas devem ser estruturadas com a participação activa das pessoas e para as pessoas.
As pessoas exigem serviços de elevada qualidade. Querem viver em comunidades que são seguras, prósperas e com um ambiente de qualidade. As pessoas exigem que os serviços públicos sejam acessíveis, mais convenientes, mais simples e de qualidade superior à actual. As pessoas exigem que os centros de poder governativo ouçam mais quem usa os serviços, ou que irá usar no futuro, e que se esforcem por conhecer os seus desejos.
Uma política de governação electrónica para as autarquias deve tirar o máximo proveito das novas tecnologias, com os recursos existentes (materiais e humanos), para fornecer serviços de melhor qualidade e mais acessíveis às populações. Para isso é necessária uma nova abordagem ao nível do fornecimento de serviços, maior responsabilização democrática e maior e mais activa participação dos cidadãos. O eixo central das novas políticas deve centrar-se nas Pessoas, nas suas necessidades, nos seus desejos e nas suas expectativas.
As pessoas exigem a extensão dos horários de serviços (fins-de-semana e noite), uma resposta rápida às suas solicitações, disponibilização de canais de contacto fáceis de usar a partir de casa ou do trabalho, uso de meios modernos e eficientes e disponibilização de informação em tempo-real sobre serviços, e matérias em discussão. A construção de uma cidadania activa faz-se pela participação e pelo envolvimento das pessoas nos processos de decisão. As pessoas devem ter acesso à informação que lhes permita influenciar decisões sobre aspectos marcantes da sua vida na comunidade.
A acessibilidade dos serviços deve ser uma prioridade. Devem ser usados meios de comunicação de custo mais baixo (telefone e internet) tanto para os cidadãos como para as autarquias, permitindo redireccionar os investimentos dos dinheiros públicos para obras de valor para as comunidades. Desta forma consegue-se uma redução de custos por via da eficiência, com benefícios perceptíveis para as populações.
Mas o papel das autarquias não se deve restringir ao fornecimento de serviços essenciais. Desempenham um papel importante enquanto líderes da comunidade, promovendo debate, articulando uma visão e agindo como advogados da comunidade.
A implementação um programa de governação electrónica só terá sucesso se for assegurado que todas as pessoas têm acesso aos conhecimentos e meios materiais necessários para tirar o melhor proveito das novas tecnologias. É necessário preparar programas de formação (presencial ou e-learning) para os info-excluídos, em articulação estreita com as escolas, centros de formação, associações diversas. É essencial disponibilizar o acesso à Internet em espaços públicos e estimular o seu uso.
As próximas eleições autárquicas são uma oportunidade para a discussão aberta deste tema, ao mesmo tempo que um grande desafio para os eleitos.
Marco António Martins (MAM)
17.3.05 . - . Página inicial . - . 5 Comentários


terça-feira, março 15, 2005  
[0.001/2005]
Definição e objectivos do Forum Campo de Ourique

As eleições legislativas de 20 de Fevereiro de 2005 deram uma nova realidade ao País e trouxeram uma responsabilidade acrescida ao Partido Socialista.
Lisboa teve resultados eleitorais que espelham com mais rigor a sua realidade política e social, quer a nível Distrital como Concelhio.
Campo de Ourique não fugiu à regra e os eleitores confiaram vitórias ao PS nas suas 2 freguesias: Santo Condestável com 4.931 votos (43,08 %) e Santa Isabel com 1.802 votos (36,47 %).
A dinâmica de vitória que agora vivemos não pode esmorecer e por certo que vai continuar presente no espírito dos militantes socialistas.
Mas muito há que fazer e melhorar com vista às eleições autárquicas de Outubro próximo.
É neste contexto, que vários militantes do PS que residem, trabalham ou têm afinidades e ligações com o Bairro de Campo de Ourique, decidiram criar uma estrutura informal de debate, estudo e reflexão, denominada Forum Campo de Ourique, a qual respeitará e fará respeitar os Estatutos do Partido.
O Forum Campo de Ourique propõe-se ajudar a construir uma nova alternativa política para as 2 freguesias de Campo de Ourique, presentemente controladas pelos partidos de direita, com propostas e protagonistas que credibilizem ainda mais o PS, dando uma imagem de coerência de discurso e de projecto, numa abordagem séria dos problemas e das expectativas dos habitantes de Campo de Ourique. É também para e pelas Pessoas, os seus anseios e as suas dificuldades que nos propomos trabalhar.
O Forum Campo de Ourique será um espaço de debate político e social aberto à sociedade civil e que, em diálogo com os órgãos da estrutura do Partido, sem excepção, irá dar o seu contributo na escolha dos candidatos que integrarão as listas do PS.
O Forum Campo de Ourique funciona com uma Comissão Dinamizadora que constituirá Grupos de Trabalho Temáticos centrados nos seguintes grandes temas:
- Segurança e Património;
- Ambiente e Qualidade de Vida;
- Cultura, Desporto e Associativismo;
- Juventude e Terceira Idade
Para suporte da sua actividade, o Forum Campo de Ourique tem um Blog na Internet forumcampodeourique.blogspot.com onde regularmente serão publicados textos e recolhidos comentários e considerandos, contributos que muito nos ajudarão a cumprir os objectivos a que nos propomos.
Com a ajuda do Forum Campo de Ourique as freguesias de Santo Condestável e de Santa Isabel vão ter um Novo Rumo, novas políticas e novos protagonistas.
O PS está presente e está de volta!
Um abraço socialista.
Luís Rios Coelho (LRC)
15.3.05 . - . Página inicial . - . 8 Comentários


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