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1. Praça pública, na Antiga Roma, onde se realizavam os mercados, se efectuavam assembleias populares ou se reuniam os magistrados para julgamento de causas.
2. Foro - Local onde se debatem assuntos de ordem pública, em especial questões judiciais.
3. Foro - Centro de múltiplas actividades.
4. Foro - Debate de especialistas sobre determinada matéria.
COLÓQUIO, FORO. - Um forum sobre educação.
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In Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa.
Lisboa: Ed. Verbo, 2001. 1º vol p. 802
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Comunicação de 2005-03-12
(Posse XVII Governo)
Jorge Sampaio
Forum Campo de Ourique
Blog de socialistas de Campo de Ourique
terça-feira, maio 31, 2005  
Cartaz
[0.075/2005]
Nova Ambição também para o poder local:
disciplinar e equilibrar as finanças públicas


Todos sabemos que Portugal se encontra numa grave crise orçamental que obrigou o governo do PS a implementar um conjunto de medidas por forma a suster a derrapagem negativa do saldo das contas do Estado Português, conservando a sua credibilidade na União Europeia e viabilizando os objectivos sociais e de crescimento da economia como prioridade da acção do Governo.
De visita ao Japão, no âmbito da Expo 2005 de Aiichi, o Chefe de Estado português, Jorge Sampaio afirmou que este «é um momento de grande exigência para os portugueses e não podemos ter ilusões», pedindo o esforço e a união de todos a ultrapassar esta etapa.
O manifesto autárquico lançado no âmbito das Novas Fronteiras prevê que os autarcas socialistas no âmbito do financiamento local:
«Promoverão novos modelos de captação de recursos através da disponibilização de serviços a preço justo e da rentabilização de activos disponíveis. Desenvolverão programas estratégicos de desenvolvimento, visando contribuir para aumentar a eficácia e a transparência na negociação de contratos programa, transferências dedicadas ou acesso a fundos comunitários. Os Municípios PS valorizarão o trabalho fundamental das Freguesias, estabelecendo mecanismos transparentes de transferência para estas Autarquias de competências e recursos. Assumirão também um princípio de transparência na relação com a sociedade civil, publicitando os financiamentos concedidos às ONG, às IPSS e às diferentes Associações, e as medidas e programas ou acções a realizar como contrapartida.»
Todos estamos solidários com o Governo de José Sócrates no esforço que é necessário efectuar para disciplinar e equilibrar as finanças públicas. Estejamos conscientes de que qualquer gestão socialista de dinheiros públicos, em qualquer patamar da administração pública (quer seja, central, local, directa ou indirecta), deverá exigir, agora mais do que nunca, rigor no gasto, criatividade na procura de novas soluções e solidariedade entre órgão e instituições pois, no fundo, as contas nacionais são únicas e todos contribuem para a diminuição do seu o saldo negativo.
Um exemplo de um desafio no restabelecimento de um equilíbrio orçamental está no Município de Lisboa. As contas de 2004 - ano durante o qual a presidência da câmara esteve, durante um longo período, entregue ao agora candidato do PSD, Carmona Rodrigues - apresentam índices desastrosos, como releva a maior dívida de sempre a fornecedores - 211,2 milhões de euros - ao mesmo tempo que apresentam a pior taxa de execução do Plano Anual de Actividades desde que há memória : -46,4%, ou seja, conseguem endividar-se, mas não conseguem apresentar resultados na execução do seu próprio Plano.
PSC
31.5.05 . - . Página inicial . - . 2 Comentários


segunda-feira, maio 30, 2005  
Jardim
[0.074/2005]
Um revés

A União Europeia sofreu um revés.
Devemos, primeiro, congratular-nos com a grande participação dos franceses. Três em cada quatro foram às urnas. Mesmo com muita falácia, sobretudo com a agitação de fantasmas inexistentes, os franceses manifestaram a sua posição. E a lição do referendo é muitíssimo clara: um "não" de um socialista é tão igual e válido na urna ao de um comunista ou de um militante da extrema-direita ou da extrema-esquerda. Por mais diferentes que sejam as posições, e que os partidários do "não" procurem distinguir essas diferenças entre si, elas têm a mesma finalidade.
Outro dos argumentos, sobretudo dos socialistas franceses adeptos do "não", que mais se ouviu esta noite foi: o "não" a este Tratado não é um "não" à Europa. Até posso compreender, mas o resultado concreto é que este "não" foi um "não" ao Tratado e, por consequência, à União Europeia, alargada, que quer enfrentar os desafios do novo século, quer a nível interno quer a nível externo. O "não" significa deixar tudo como está. Deixar arrastar a situação, como se ela estivesse muito famosa.
Tenhamos noção da situação europeia, e até mundial, a actual situação europeia não é a melhor. E, goste-se ou não, vamos continuar, por enquanto, a ter o Tratado de Nice, totalmente desfasado da UE a 25 e em breve a 28 (Bulgária e Roménia, depois Croácia). Ou seja, em linguagem de alfaiate, temos um fato (Tratado de Nice) de criança vestido por um adulto (UE a 25 e depois a 28).
Muitos podem celebrar a vitória. E têm toda a legitimidade para tal, visto que se emprenharam no "não".
Infelizmente, todos, partidários do "sim" e do "não", já estamos a pagar a factura, como se pode comprovar com a queda do Euro nos últimos dias e assim continuará.
Porém, a vontade é soberana e deve ser respeitada acima de tudo.
Os diversos governos europeus, a Comissão Europeu e a presidência da União declararam, esta noite, a vontade de continuar com o processo de ratificação. Assim se cumprirão as diversas consultas, até manifestação em contrário. Contudo, procurar obnubilar ou tentar diminuir o resultado francês é a pior saída para esta vicissitude europeia.
C.M.Castro
in Blog Tugir em Português
30.5.05 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


sexta-feira, maio 27, 2005  
Cartaz[0.073/2005]
5 raisons de dire Oui à la Constitution Européenne:

1. L'Europe sociale passe par le oui
2. Une Europe plus démocratique
3. Une Europe plus forte
4. Une Europe plus protectrice
5. Une Europe plus efficace


Os socialistas François Hollande, Lionel Jospin, Jack Lang e Jacques Delors dizem SIM ao Tratado da Constituição Europeia.
Se é cidadão francês residente em Portugal visite
http://www.ouisocialiste.net . Participe no referendo a 29 de Maio - próximo Domingo - e vote nas instalações do Consulado Francês, na Calçada Marquês de Abrantes, entre as 08h e as 20h. Para mais informações contacte consulat.lisbonne@ambafrance-pt.org ou telefone (+351) 21 393 91 00 ou fax (+351) 21 393 91 51.
FCO
27.5.05 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


 
Cartaz[0.072/2005]
Comunidade de Blogs pelo SIM

Por iniciativa dos nossos amigos do Tugir em português acaba de se criar uma Comunidade de Blogs onde, independentemente da linha política de cada um, todos os que entendam participar criando o seu próprio Blog para defesa do Tratado da Constituição Europeia se possam inscrever.
Trata-se de uma nova forma de cooperação, de uma verdadeira Comunidade de Blogs independentes em que cada comentador gere o seu espaço, independentemente de todos os outros detentores de Blogs nessa Comunidade, sem ficarem dependentes de "boas vontades" ou disponibilidades de um centralizador para publicar cada um dos Posts.
Esperam-se adesões e a divulgação desta Comunidade, que ainda poderá vir a receber algumas melhorias no seu funcionamento.
Aguardam-se igualmente sugestões e comentários que permitam aperfeiçoar o espaço de Administração da Comunidade de Blogs.
O endereço para inscrição e posterior login na Comunidade Sim ao Tratado da Constituição Europeia
é https;//sim.21publish.com
Passe a palavra e, se for pelo SIM, inscreva-se.
FCO
27.5.05 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


quarta-feira, maio 25, 2005  
Novas Fronteiras [0.071/2005]
Citações (XVII)
NOVA AMBIÇÃO

Para a 2ª Geração do Poder Local Democrático

Uma das tarefas fundamentais do poder local moderno é garantir a promoção duma cidadania activa e digna.
Os Municípios PS promoverão a transparência na sua relação com os Munícipes, através da difusão permanente de informação, de visitas e de reuniões periódicas com os actores sociais, bem como através de novos mecanismos de atendimento aos munícipes suportados pelas novas tecnologias hoje disponíveis, garantindo uma prática de ligação permanente à sociedade civil.
in Manifesto Autárquico do PS para as Eleições de Outubro
25.5.05 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


segunda-feira, maio 23, 2005  
Jardim
[0.070/2005]
Citações (XVI)

Luís Coelho publica hoje no Blog do Forum Cidade um texto sobre O Corredor Verde de Lisboa.
Diz em determinado passo:
(...)
Novidade, isso sim, é a proposta já apresentada por Manuel Maria Carrilho, o nosso candidato: a ligação verde do Jardim Botânico ao Parque Mayer, preservando o espaço edificado, com a recuperação do cine-teatro Capitólio (edifício de interesse público). Não embandeirando em arco, despejando milhões de euros num projecto cultural projectado para o Parque Mayer que nem tem quaisquer justificações de qual o uso a dar a tantos espaços culturais, quando a área envolvente do Parque Mayer tem a maioria dos espaços culturais encerrados. Desde logo, o avanço contínuo da degradação do Parque Mayer, o cinema São Jorge que encerrou com esta gestão, e o Odeon.
(...)
Leia o texto na íntegra.
FCO
23.5.05 . - . Página inicial . - . 1 Comentários


sábado, maio 21, 2005  
Cartaz [0.069/2005]
VISITA INFORMAL A CAMPO DE OURIQUE

Ontem à tarde, o nosso candidato fez uma primeira abordagem a Campo de Ourique, acompanhado do Arquiteto Rui Valada -do gabinete de candidatura- e de dois elementos da Comissão Dinamizadora do Forum Campo de Ourique, que serviram de anfitriões.
Durante 2 horas, num percurso a pé pelas principais ruas do Bairro, Manuel Maria Carrilho teve oportunidade de contactar "in loco" e de ouvir opiniões sobre as problemáticas que actualmente envolvem a Casa de Almeida Garrett e o ex-Cinema Europa, bem como inteirar-se de realidades como a Casa Fernando Pessoa, o Jardim da Parada, o Páteo dos Artistas e o Jardim envolvente à Igreja. Manuel Maria Carrilho dialogou com populares que o abordaram sobre problemas relacionados com estacionamento, manutenção de equipamentos e, inclusivé, sobre dejectos caninos (que abundam nas ruas do bairro).
Até mesmo na paragem que se fez para um café, ao balcão da Tentadora, não se furtou a uma conversa expontânea com uma cliente.
Esta visita informal e discreta do nosso candidato terminou com uma espreitadela ao imóvel degradado onde funcionou o Cinema Paris.

Estamos certos que Campo de Ourique já está incluído nos projectos com princípio, meio e fim que Manuel Maria Carrilho idealiza para a nossa cidade.

FCO
21.5.05 . - . Página inicial . - . 3 Comentários


sexta-feira, maio 20, 2005  
Cartaz[0.068/2005]
Onde podemos encontrar soluções para ajudar a equilibrar as contas do nosso país...

Há cerca de dois ou três anos surgiu a necessidade de recuperar o antigo Convento de São Francisco no Chiado, local onde se encontra instalado o Museu de Arte Moderna - Museu do Chiado, a Academia Nacional de Belas-Artes, a Faculdade de Belas-Artes e parte do Governo Civil de Lisboa e instalações da Polícia de Segurança Pública. Neste contexto, surgiu junto dos responsáveis do Ministério da Educação - onde se encontrava nessa época a tutela do Ensino Superior - a ideia de realojar a Faculdade de Belas-Artes em Campo de Ourique na Escola Secundária Machado de Castro (antiga Escola Industrial Machado de Castro). Mantendo a Academia Nacional de Belas-Artes e os cursos de pós-graduações, mestrados e doutoramentos da F.B.A.L. no Convento de São Francisco (Chiado) ampliando o espaço de exposição e de acervo do Museu do Chiado. Por pressão do corpo docente desta escola (onde existia um número considerável de docentes com horário "zero") a solução foi descartada e, mais uma vez, adiou-se as obras de fundo de recuperação e de preservação do Convento.
Mas, a pressão demográfica sobre as Escolas Secundárias é uma realidade. Como sabemos, a Europa ocidental envelhece, fruto da prosperidade que provocou o declínio da taxa de fecundidade e de natalidade e, Portugal não é excepção. Só não temos sentido mais intensivamente a transformação da pirâmide etária portuguesas porque os fenómenos de imigração (nomeadamente de leste) têm atrasado o processo.
Campo de Ourique tem na sua esfera de influência três estabelecimentos de relativa dimensão: Escola Secundária Machado de Castro, Escola Secundária de Pedro Nunes e a Escola Secundária Josefa de Óbidos - esta última situação ainda na freguesia de Santo Condestável.
Será que se justifica manter os três espaços e edifícios públicos a ministrar os mesmos graus e níveis de ensino? Será racional esta situação? Que custos estas situações trazem aos contribuintes?
São este tipo de questões que cada vez mais teremos que começar a colocar, por forma a ajudar o equilíbrio das contas nacionais e a saúde da nossa economia.
PSC
20.5.05 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


quarta-feira, maio 18, 2005  
Cartaz[0.067/2005]
Iluminação Nocturna

Numa época em que se aposta no acompanhamento da evolução da tecnologia e no uso controlável da comunicação, a circulação de pessoas aumenta e o desejo de estar presente, em todas as formas de convivência é maior. Os espaços públicos tornam-se cenários quotidianos das vidas das populações podendo ser manipuláveis e virados para o melhor estar possível.
Com o prolongamento do dia pela noite fora, a cidade precisa de estar preparada para fornecer luz nas suas ruas. A forma como a luz é aplicada poderá proporcionar ambientes seguros, esteticamente agradáveis, promover algum comércio e restauração, assim como espaços extremamente confortáveis.
Neste cuidado pela iluminação nocturna pode-se ter em atenção a potência das lâmpadas utilizadas e as suas direcções. Convém não criar espaços pouco iluminados que não proporcionem níveis de segurança, nem excesso ou desperdício de energia.
Pode-se usar, por exemplo, luzes directas para as fachadas dos edifícios (muito utilizadas na Baixa), luzes frontais em relação ao passeio (utilizadas em altura nas estradas urbanas) ou luzes rasantes (vindas de baixo para cima).
A iluminação das ruas de um bairro e seus monumentos pode desencadear ligeiros processos culturais e económicos ou simplesmente tornar as caminhadas dos seus moradores numa rotina saudável mesmo para aqueles que não têm esse hábito.
Joana Santiago
18.5.05 . - . Página inicial . - . 1 Comentários


segunda-feira, maio 16, 2005  
Cartaz[0.066/2005]
Europa: A União na Diversidade.

60 anos após o fim da II Guerra Mundial, que se saldou em 50 milhões de mortos, 6 milhões nos campos de extermínio criados pelo regime nazi de Hitler, há factos históricos que não podem ser negligenciados, nomeadamente quando a Europa se encontra novamente numa encruzilhada que poderá colocar em causa a estabilidade político-económica do bloco geo-estratégico que desde 1950 procura a unidade na paz e concórdia entre as nações que, durante séculos, desde o fim do Império Romano do Ocidente, se digladiaram pelo poder político e económico do velho continente.
Em vésperas do referendo em França (29 de Maio), no qual o "não" à Europa assume uma expressão nas intenções de voto nunca antes verificada, vale a pena recordar a declaração política apresentada pelas autoridades gaulesas em 09 de Maio de 1950, pela mão de Robert Schuman, Ministro Francês dos Negócios Estrangeiros, e que levou à criação da União Europeia:

"A paz mundial não poderá ser salvaguardada sem esforços criadores à medida dos perigos que a ameaçam.
A contribuição que uma Europa organizada e viva pode dar à civilização é indispensável para a manutenção de relações pacíficas. A França, ao assumir -se desde há mais de 20 anos como defensora de uma Europa unida, teve sempre por objectivo essencial servir a paz. A Europa não foi construída, tivemos a guerra.
A Europa não se fará de um golpe, nem numa construção de conjunto: far-se-á por meio de realizações concretas que criem em primeiro lugar uma solidariedade de facto. A união das nações europeias exige que seja eliminada a secular oposição entre a França e a Alemanha. Com esse objectivo, o Governo francês propõe actuar imediatamente num plano limitado mas decisivo.
O Governo francês propõe subordinar o conjunto da produção franco-alemã de carvão e de aço a uma Alta Autoridade, numa organização aberta à participação dos outros países da Europa.(...)"
Assim nasceu a CECA (Comunidade Europeia do Carvão e do Aço) que foi o embrião do que é hoje a União Europeia e que permitiu este longo período e paz e prosperidade na Europa.
Para que nunca mais se repita o holocausto provocado pelo ódio humano, vale a pena assistir ao filme "A Queda - Hitler e o Fim do Terceiro Reich", baseado nas memórias da secretária de Hitler, Traudl Junge e no best-seller do historiador Joachim Fest (Inside Hitler's Bunker: The Last Days of the Third Reich). "A Queda ? Hitler e o Fim do Terceiro Reich" reconstrói os últimos 12 dias do ditador e mostra-nos a agonia de um regime esquizofrénico e irascível, cuja alucinação colectiva, provoca-nos a revolta e estupefacção em como foi possível um povo chegar àquele limite.
Faz-nos pensar que nos encontramos no momento em que as forças democráticas e progressistas devem explicar aos cidadãos porque precisamos de uma constituição para a Europa, numa União com 25 estados soberanos e cerca de 480 milhões de cidadãos. Uma Europa com a subsidiariedade de poderes e competências nas instituições nacionais, nas mais de 250 regiões e com o direito comunitário a tocar cada vez mais na esfera jurídica e patrimonial de cada um de nós.
Com a campanha em curso em França para referendar o tratado constitucional europeu, a 29 de Maio, todos os partidos socialistas e sociais-democratas têm o dever, e a obrigação, de promoverem as vantagens de se avançar nesta etapa.
Em Lisboa, os cidadãos franceses poderão participar no referendo, votando nas instalações do Consulado francês, na Calçada Marquês de Abrantes, entre as 08h e as 20h do próximo dia 29 de Maio.
A Europa merece a nossa reflexão! Certamente que voltaremos a este tema.

PSC
16.5.05 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


domingo, maio 15, 2005  
Novas Fronteiras [0.065/2005]
Citações (XV)
NOVA AMBIÇÃO

Para a 2ª Geração do Poder Local Democrático

A promoção da qualidade de vida, em sentido lato, é um dos objectivos fundamentais do poder local moderno, encontrando os equilíbrios necessários entre as várias actividades desenvolvidas no território, de forma a preservar e a melhorar as condições de vida imediatas e a médio e a longo prazo aos cidadãos que habitam no território do concelho e daqueles que o utilizam para actividades económicas, sociais, culturais e de lazer.
in Manifesto Autárquico do PS para as Eleições de Outubro
15.5.05 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


sábado, maio 14, 2005  
Cartaz[0.064/2005]
Casa de Almeida Garrett

Parecer do Conselho Consultivo do IPPAR, aprovado em 21 de Abril de 2005, sobre o imóvel sito na Rua Saraiva de Carvalho, n.º 66 a 68, freguesia de Santa Isabel, Lisboa.

Considerando que:

1. Neste imóvel viveu e faleceu o escritor, poeta, dramaturgo e político João Baptista de Almeida Garrett, facto que é assinalado por uma lápide colocada na fachada em 25 de Junho de 1865;
2. Esta figura da cultura nacional é unanimemente recordada como referência marcante do séc. XIX português, não só como eminente escritor, mas também, pela sua participação na implantação do regime liberal, na criação do Teatro Nacional D. Maria II, na vida política e nas grandes causas da cidadania;
3. No âmbito do processo de estudo e protecção do património oitocentista que o IPPAR está a implementar, este edifício é considerado um exemplar da arquitectura residencial lisbonense do séc. XIX, corrente no período romântico, com destacada representatividade no contexto local;
4. O edifício situa-se num espaço urbano consolidado ao longo dos séculos XIX e XX, que necessita de uma adequada requalificação;
5. O interior do edifício encontra-se muito degradado, não contendo, qualquer espólio ou património integrado associado à memória de Almeida Garrett;

Assim,

O Conselho Consultivo do IPPAR reconhece o inquestionável valor de memória desta casa onde Almeida Garrett viveu os últimos dias da sua vida e considera que, pelas suas características arquitectónicas, é representativa da tipologia de edifícios oitocentistas com valor cultural para a cidade de Lisboa, pelo que, em consonância com as petições chegadas a este Instituto, recomenda a sua classificação como Imóvel de Interesse Municipal, no quadro de uma desejável requalificação do contexto arquitectónico e urbano em que se insere, passível de conciliar a memória histórica com a valorização contemporânea.

FCO

14.5.05 . - . Página inicial . - . 1 Comentários


quinta-feira, maio 12, 2005  
[Cartaz0.063/2005]
Porque Maio é o mês do coração...

O consumo de tabaco e a obesidade (excesso de peso) são dois factores de risco para doenças vasculares, cerebrais e cardíacas.
Para quem, como eu, combate diáriamente o excesso de peso (com algum sucesso) apostando numa vida mais saudável, não poderia deixar de utilizar a intervenção cívica e política para ajudar os muitos que se debatem com este problema e, principalmente, sensibilizar para que se salvem as crianças desta doença moderna!
A Organização Mundial de Saúde classificou a obesidade como "the new world syndrome" ou "a síndrome do novo mundo", consequência da globalização de hábitos através de uma progressiva uniformização informativa e cultural que, com toda a certeza, tem os seus aspectos positivos, mas que levou à uniformização da produção da indústria alimentar, da sua distribuição e da comunicação de modas alimentares que afastaram as pessoas das dietas mais saudáveis que cada povo foi criando ao longo dos tempos, de acordo com o meio ambiente em que se inseriam e de acordo com as exigências das suas actividades físicas.
Por outro lado, disponível para todos, a abundância calórica ao virar de cada esquina, encontra-se com a cada vez menor necessidade de esforço fí­sico e do diminuto dispêndio de energias: não se anda a pé, não se pratica desporto regularmente, utilizam-se escadas e passadeiras automáticas e ... até a abertura de portas está automatizada!
Para não falarmos do "proletário do século XXI": intermináveis horas sentado numa secretária junto de um computador e de um telefone... após intermináveis minutos sentado dentro do seu automóvel até chegar ao seu local de trabalho.
Para inverter esta situação, há que ajudar cada um a encontrar os passos possíveis para uma solução, mas também há que apostar em atitudes preventivas e educativas.
O papel da comunidade pode ser extremamente importante, por isso defendo que este tipo de problemas devem ter uma abordagem política ao nível local, organizando "conselhos de bem-estar" que congreguem as autarquias locais, os profissionais de saúde, os profissionais de educação e outros organismos necessários, para promoverem acções educativas sobre alimentação saudável e promoverem a actividade física, bem como para ajudar a encaminhar para o médico de família os casos em que a prevenção deve dar lugar à acção.
Termino, citando e subscrevendo as palavras da Profª. Dra. Isabel do Carmo:
«No bairro, na escola, no trabalho, organize um grupo para reivindicar espaços físicos e temporais para o exercício físico. Reclame mudanças alimentares nos bares das escolas. Forme comissões de prevenção do excesso de peso. Alguns destes passos são passinhos, outros são passões... encontra aqui alguém que muito bem compreende o problema. Porque tenho excesso de peso... e conheço a batalha.»
PSC


P.S.- Informação técnica retirada do livro "Saber Emagrecer - 12 passos para perder peso com saúde", editado em 2002 pelas Publicações Dom Quixote, da autoria da Profª. Dra. Isabel do Carmo, médica doutorada pela Faculdade de Medicina de Lisboa e uma das maiores especialistas portuguesas em Obesidade e Comportamento Alimentar.
12.5.05 . - . Página inicial . - . 3 Comentários


quarta-feira, maio 11, 2005  
[Cartaz0.062/2005]
Um bairro vivo com Nova Ambição

A Freguesia de Santo Condestável, localizada no bairro de Campo de Ourique, deve ser entendida no contexto das Pessoas que ali vivem e que ali se encontrem, dos mais experientes aos mais jovens.
De facto, esta Freguesia com os seus 22.000 habitantes (de acordo com o Censo de 91), deve ser considerada uma das grandes referências nacionais e internacionais pelas seguintes razões:
- Históricas: recordemos o início do movimento revolucionário de 5 de Outubro de 1910.
- Geográficas: do Viaduto Duarte Pacheco à Estrela, aos Prazeres, a Campolide e ao vale de Alcântara, abrangendo também o Casal Ventoso e os Sete Moinhos.
- Patrimoniais: Igreja matriz, Ermida do Senhor Jesus dos Terramotos, Convento do Senhor Jesus da Boa Morte, Casas Fernando Pessoa, José Barroso, António Joaquim da Cruz, Almeida Garrett, as Oficinas São José, Cinema Europa, Mercado Municipal de Campo de Ourique, Viaduto Duarte Pacheco, ponte e túnel da Ponte Nova e monumento a Maria da Fonte.
- Humanas e Sociais: um centro comercial ao ar livre para as Pessoas, um motivo para sair ao fim-de-semana, para caminhar, para conhecer. É um espaço de convívio por excelência que deve ser mantido, com os seus jardins.
- Associativas e Colectivas: Academia Filarmónica Verdi, Andorinhas Futebol Clube, Assoc. Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Campo de Ourique, Casalense Futebol Clube, Centro Social do Casal Ventoso, Clube Desportivo Santo António de Lisboa, Concentração Musical 1 de Junho de 1914, Cooperativa "A Padaria do Povo", Grupo Desportivo Domingos Sávio, Grupo Recreativo Mariapiense, Instituto António Feliciano de Castilho, Lisboa Futebol Clube, Oficinas São José, Sport Clube Montepradense, Clube Atlético de Campo de Ourique, Sport Lisboa e Águias e Sport Lisboa e Campo de Ourique

É neste contexto que, nas Autárquicas, devemos ouvir as Pessoas para podermos responder às suas inquietações, às sugestões, às ambições de cada um para o bairro, para a sua Freguesia, de forma a respeitar a Nova Ambição para a 2ª Geração do Poder Local Democrático, tal como é referido no Fórum Novas Fronteiras:
1. Uma Nova Geração de Políticas Autárquicas
1.1. Dinamizar a economia e criar emprego;
1.2. Promover a qualidade de vida;
1.3. Dinamizar a cultura, o conhecimento, o desporto e a mobilidade social;
1.4. Promover uma Cidadania Solidária.
2. Um Modelo de Financiamento justo e adequado aos novos desafios.
3. Um Modelo Institucional mais moderno e transparente.

Com efeito, este bairro e suas freguesias (Santo Condestável e Santa Isabel) tem esta Nova Ambição para as PessoaS, representando um verdadeiro bairro vivo para todos Nós, dos comerciantes aos visitantes.
MAM
11.5.05 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


terça-feira, maio 10, 2005  
Novas Fronteiras [0.061/2005]
Citações (XIV)
NOVA AMBIÇÃO

Para a 2ª Geração do Poder Local Democrático

Os portugueses têm nas próximas eleições a oportunidade para dar início a um novo ciclo de governação autárquica, que reforce a credibilidade do poder local, dê prioridade às políticas de desenvolvimento e qualidade de vida, contribua para a modernização da Administração Pública e dê um impulso na promoção de uma cultura de inovação, qualidade e eficácia na relação com os cidadãos e na prestação de serviços.
in Manifesto Autárquico do PS para as Eleições de Outubro
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segunda-feira, maio 09, 2005  
Cartaz[0.060/2005]
Outras ideias para a Casa de Almeida Garrett

A insuficiência do saber acompanha-nos a todos, assim como o acontecimento do erro. Todos sabemos pouco e todos erramos. Aquilo que nos distingue é a forma como lidamos com estes postulados e a honestidade ou a modéstia intelectual que nos fazem encarar esta realidade e corrigi-la.
Pelo título e, naturalmente, por este preâmbulo só podía estar a falar de Eduarda Napoleão e da Câmara Municipal de Lisboa. Que a senhora vereadora se insurja contra um projecto de casa-museu, parece-me um direito inalienável, mas que não cumpra o seu dever profissional, a preservação do ambiente histórico da cidade, já não me parece admissível.
Esta gestão autárquica revela inoperância e vacuidade. Porque não dizê-lo? Se uma equipa é sempre o espelho do seu líder, então esta equipa revela o mentor em todo o seu esplendor.
Num artigo anterior referi a importância do trabalho autárquico como uma forma de prevenção face a situações como esta, da Casa de Almeida Garrett. O levantamento das componentes do ambiente histórico local fornece instrumentos de gestão fundamentais, de forma a que o célebre "Não sabíamos" ou "desconhecíamos o valor patrimonial", e todas as suas derivações, não continuem a servir de argumentação legitimadora a estas delapidações culturais que atravessam o nosso país. Alerto para o facto de ter utilizado "do nosso país" e não o prosaicamente utilizado "deste país". Porque, realmente, este é o nosso país, e será sempre aquilo que quisermos e consigamos que seja.
O meu país respeita o conhecimento, em todas as suas vertentes, as suas figuras, em todas as suas dimensões. É isso que espero que aconteça, que se possa construir, ao preservar, uma pequena parcela desse país.
Não partilho da ideia da Casa-Museu porque, geralmente, são espaços residenciais, com poucos usos para além desse fim e, a breve prazo, tornam-se apenas mais um equipamento, perdendo o seu carácter identitário e mobilizador.
Naturalmente temos de falar de custos, pois estes equipamentos consomem recursos e produzem resultados limitados. Façamos um cálculo muito ligeiro sobre a manutenção de um espaço como este. Atente-se que deixo de fora os custos da requalificação do edifício. Com um quadro de pessoal de apenas duas pessoas, um técnico superior e um guarda ou contínuo, os valores alcançam os 20.000? de despesas de remunerações. A este valor juntamos as despesas fixas com telecomunicações, água luz, etc. Nesta altura, já quase todos os vereadores do país se teriam assustado.
A juntar a todos estes argumentos está um factor de outra natureza, mas que me parece igualmente importante: as casas-museu são, por definição, estáticas, não porque são um bem imóvel, mas antes por serem espaços com grande dificuldade para revelar a obra de uma vida. O que é importante é revelar a eternidade da obra e a transitoriedade da vida. Sou contra preservar um espaço porque alguém lá morreu. Importante é revelar a obra porque essa reflecte a pessoa. Neste aspecto parece-me que seria um espaço interessante para um projecto de Casa do Professor (gestão municipal ou associativa), pela importância que Garret teve para a Educação e pedagogia em Portugal.
Outra hipótese, numa perspectiva económica, não economicista, mais fácil de conciliar interesses privados e públicos: não seria interessante transformar o espaço num projecto de turismo de habitação, ou hotel de charme, reconstituindo os aposentos à época, uma vez que existem descrições minuciosas? Permitiria oferecer um projecto de turismo cultural com inegáveis potencialidades, preservava-se o espaço na sua essência e difundia-se a obra, principalmente para turistas internacionais que possuem uma maior apetência por este tipo de oferta.
Será viável? Não sei, mas pelo menos avalie-se, estude-se. Pelo menos, nisso, preserva-se uma parcela da memória de Garrett.
Miguel Ângelo Silvestre
9.5.05 . - . Página inicial . - . 1 Comentários


sexta-feira, maio 06, 2005  
[Cartaz0.059/2005]
Metro até Campo de Ourique ?

O bairro de Campo de Ourique, nas suas fronteiras históricamente definidas, é servido por 5 autocarros (9, 18, 42, 12 e 74 - este de reduzida dimensão), 2 eléctricos de pequena dimensão - o histórico 28, dos Prazeres à Graça e o 25, dos Prazeres à Rua do Alfeite e, no fim da freguesia de Santa Isabel, temos acesso ao Metro no Largo do Rato (início da Linha Amarela).
Como constatamos no nosso dia-a-dia, esta oferta é manifestamente insuficiente para desmobilizar o recurso ao automóvel (em minha opinião, principalmente pela ausência do Metropolitano no coração do Bairro) a única solução cuja capacidade de transporte de passageiros e rapidez poderia combater o trânsito para outros pontos de Lisboa,
nomeadamente como um rápido acesso ao Marquês de Pombal - ponto a partir do qual já nos deslocamos com relativa facilidade a qualquer outro local da cidade.
De acordo com o site da empresa Metropolitano de Lisboa, na linha vermelha estudam-se os prologamentos para Oeste, a partir da estação de São Sebastião em direcção a Campo de Ourique, com 3 novas estações.
No entanto, no final do ano passado, o ex-ministro António Mexia (PSD-CDS) havia anunciado, demagogicamente e quase em pleno período de campanha eleitoral, que:
1) uma nova Linha das Colinas se iniciaria em Campo de Ourique, passando por zonas como o Príncipe Real, Campo Mártires da Pátria, Penha de França e Graça, terminando depois em Santa Apolónia. Por se tratar de um percurso com declives fortes e curvas horizontais relativamente apertadas o metro seria de melhor dimensões e suportado por pneus, ao invés do sistema de carris. Na criação desta linha previa-se investir 350 milhões de euros, estando a abertura do
concurso público prevista para o último trimestre de 2005. Refira-se que hoje em dia, a rede do metropolitano de Lisboa tem uma extensão de 35 quilómetros e assim, passaria em 2010 para 60 quilómetros;
2) a linha vermelha seria prolongada nas suas extremidades, da Alameda até Campo de Ourique;
3) a linha amarela seria estendida até Alcântara, havendo acesso directo à linha ferroviária de Cascais, passando perto de Campo de Ourique, na Estrela.


Parece que nem a empresa que implementa e gere o metropolitano em Lisboa levou a sério o ministro, entretanto apeado, pois segundo o seu site na Internet (http://www.metrolisboa.pt/futuro.htm)apenas estuda a possibilidade dos prolongamentos das duas linhas (a vermelha e a amarela como atrás se disse).Esperemos que seja a solução mais rápida de fazer chegar um transporte colectivo, público e moderno a Campo de Ourique, oferecendo aos seus habitantes uma alternativa, real e prática, ao uso do automóvel no interior de Lisboa.
Tendo em conta que só para 2007 se espera concluir o prolongamento da linha vermelha até São Sebastião, apenas bem para lá dessa data esta linha chegará às nossas freguesias. Quanto a prazos previstos para os outros prolongamentos em estudo, nada é dito no site da empresa. Quando a esmola é muita o pobre desconfia! Foi o que aconteceu! No passado 20 de Fevereiro, o resultado eleitoral colocou o PS no Governo com a estabilidade necessária para governar o país. No entanto, com ou sem linha das colinas, parece-me inevitável que os prolongamentos em estudo nas linhas vermelha e amarela se concretizem rápidamente em prazos, orçamentos e projectos!
PSC
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quarta-feira, maio 04, 2005  
Cartaz [0.058/2005]
PS-LISBOA

Realizou-se ontem à noite, na sala Roma do Hotel Altis, a sessão de apresentação das conclusões do Forum Cidade (estrutura informal da Comissão Política Concelhia de Lisboa), que culminaram 2 anos de debate dos 8 grupos temáticos e que foram entregues ao nosso candidato Manuel Maria Carrilho perante numerosa assistência.

Para aceder às conclusões visite o site do FORUM CIDADE


FCO
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Cartaz [0.057/2005]
Tertúlia Cinema Europa

Realiza-se hoje, pelas 21.00 hrs, com entrada livre, a sessão inaugural da Tertúlia "Lugares de partilha da cultura em Lisboa e o Cinema Europa" que contará com a participação de Eduardo Nery (artista plástico), Henrique Cayatte (designer), Guilherme Valente (editor), Rui Pereira (Ass. Zero em Comportamento), José Mário Silva (jornalista), Alves de Souza (arquitecto), Sérgio Azevedo (empresário / produtor de teatro) e representantes do poder local, entre outros.

Hoje, 4ª feira, 4 de Maio, 21:00
PADARIA DO POVO
Rua Luís Derouet, 20

Para mais informações consultar o Site do SOS CINEMA EUROPA
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Cartaz[0.056/2005]
Casa de Almeida Garrett - o que disse o IPPAR e o Ministério da Cultura...

De acordo com uma notícia publicada no site "Portugal Diário" o Conselho Consultivo do IPPAR recomendou, após reunião de 21 de Abril, «que a Câmara de Lisboa classifique o prédio, nos números 66 e 68 da Rua Saraiva de Carvalho, em Campo de Ourique, como imóvel de interesse municipal, reconhecendo "o inquestionável valor de memória desta casa onde Almeida Garrett viveu os últimos dias da sua vida".
Com esta recomendação o IPPAR pretende que a Câmara de Lisboa recue na decisão de demolir a casa, já autorizada pela autarquia. Na base do parecer do IPPAR está ainda a posição de que "pelas suas características arquitectónicas, (a casa) é representativa da tipologia de edifícios oitocentistas com valor cultural para a cidade de Lisboa", pode ler-se no relatório, subscrito pelo presidente do organismo, João Belo Rodeia.»

No entanto a Vereadora do PSD, Sra. Eduarda Napoleão, segundo o mesmo site noticioso, afirma que: «as licenças de demolição e construção de um projecto de habitação "já estão emitidas". "Estamos num estado de direito, temos de nos reger pela lei em vigor. O proprietário (Manuel Pinho, o actual ministro da Economia) ainda não demoliu porque não quis", disse a vereadora, em declarações aos jornalistas, à margem da reunião da Assembleia Municipal de Lisboa.
A posição inflexível e ortodoxa da Vereadora do PSD e do actual executivo PSD na Câmara Municipal, contratasta pela negativa, com a tomada de posição do Mistério da Cultura liderado pela Dra. Isabel Pires de Lima, num comunicado divulgado em 26 de Abril pelo site Portugal Diário: «o MC defende como "uma solução harmoniosa" a negociação com o proprietário do edifício, sugerindo a permuta daquele espaço por um outro que pertença à autarquia lisboeta». O Ministério da Cultura afirma que "a sociedade civil, tendo já vindo a público demonstrar o seu empenho na preservação deste lugar de memória, poderá organizar-se no sentido de sensibilizar a Câmara de Lisboa para a importância de rever a sua posição".
Nós, por cá, mantemos a nossa opinião de 6 de Abril: mesmo que não seja viável a criação de uma casa-memória naquele espaço em homenagem ao vulto literário, se considere importante evitar a demolição integral do edifício, protegendo a sua fachada que, por si só, constituí um marco no património romântico da freguesia de Santa Isabel.

E que não seja a proximidade da Casa Fernando Pessoa a desculpa, para que os actuais executivos PSD na Câmara e na Junta de Freguesia, não evitem a demolição integral do edifício: é imperativa e necessária a gestão integrada das casas-literárias e de outros espaços de cultura que existam, ou venham a existir, em Campo de Ourique.
PSC
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terça-feira, maio 03, 2005  
Boletim Informativo [0.055/2005]
Citações (XIII)

Tem este secretariado vindo a reunir com alguns camaradas ligados às 4 freguesias da responsabilidade política desta Secção, nomeadamente Lapa, Prazeres, Santo Condestável e Santa Isabel. Foi solicitado pelo Secretariado a constituição de 1 grupo de trabalho para cada uma das freguesias, que de imediato começará a fazer um levantamento, de forma que a seu tempo se convoquem os militantes, por freguesia, a fim de serem preparadas as equipas de trabalho que esteja disponíveis para desenvolver um trabalho forte e profícuo, para que assim possamos vir a ganhar para o PS as 4 freguesias nas próximas eleições autárquicas de 2005.

Flávio Fonte
Secretário-Coordenador da Secção de Campo de Ourique
in Editorial do nº 1 do Boletim da Secção
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segunda-feira, maio 02, 2005  
Cartaz[0.054/2005]
Urbanismo e Ambiente

Na vida atarefada de hoje em dia, são por vezes esquecidas as bases de construção e evolução de qualquer cidade, vila ou freguesia. Feita acima de tudo para o conforto humano, a nossa sociedade peca pela desorganização e esquecimento da luta pelas melhores condições de vida.
Num mundo cada vez mais de caixotes sem interacção, talvez seja preciso pensar no uso adequado de luz (como a luz solar não aproveitada), na educação e moderação de níveis de ruídos sonoros e de odores do ar.

A questão dos espaços verdes é sempre lembrada, muito pouco aplicada e deixada para fazer, quando menos espaço há e o tempo parece escasso mesmo para aqueles que não gostam de passear num jardim implantado na sua cidade, no mesmo bairro, ou mesmo ao virar da esquina.
A separação dos lixos não basta para lembrar na reciclagem, reaproveitamento e reutilização dos materiais, assim como na moderação do uso de energia eléctrica para resoluções inteligentes, proveitosas de todos os recursos naturais, renováveis e não aproveitados, que nos circundam (sol, água, vento e terra).
Não só para proteger gerações futuras, não só para proteger este planeta que habitamos, mas também porque o conforto e o bem-estar da população que ainda está "aqui e agora" é uma prioridade para todos nós.
Joana Santiago
2.5.05 . - . Página inicial . - . 1 Comentários


domingo, maio 01, 2005  
Cartaz[0.053/2005]
A reutilização civil do Quartel da Ferreira Borges

O nosso camarada Prof. António Brotas (amigo do nosso Bairro, nascido na Rua de Campo de Ourique e antigo Secretário de Estado do Ensino Superior e Investigação Científica) no seu post de 22 de Março, aqui no Forum Campo de Ourique, reclamou a nossa atenção para a intenção do Estado português de alienar o conjunto de imóveis composto pelos edifícios do quartel militar adjacente à Rua Ferreira Borges (freguesia de Santa Isabel, cujos muros são fronteira com a freguesia de Santo Condestável).
Na necessidade identificada pelo Prof. António Brotas de elaborar um plano urbanístico para o local, transformando-o numa zona de área habitacional consolidada, que a meu ver é a melhor solução para a área - para além de ser economicamente viável -, há que ter em atenção quatro pontos de especial interesse público:
1) a criação de novos espaços públicos - praças e espaços verdes - que não permitam que toda a área se transforme num gueto de luxo segregando-se à vida social no bairro;
2) a auto-suficiência de parqueamento automóvel, quer para a população residente, quer para a população visitante;
3) a criação de formas de escoamento de trânsito para fora da área, sem piorar o estado do trânsito da Rua Ferreira Borges e da Rua Silva Carvalho, por exemplo, com fluxo directo às Amoreiras e à Rua D. João V;
4) por último, a preservação da memória do local, não só através da toponímia mas, quem sabe, através da preservação de alguma traça de edifícios principais.

O Quartel de Campo de Ourique nasceu no cumprimento do objectivo de reorganização do exército, reestruturação de diversos corpos e construção de novos aquartelamentos levado a cabo pelo Conde Wilhem von Schaumburg - Lippe, militar formado na Escola de Frederico II da Prússia, aconselhado ao Marquês de Pombal por Choiseul e enviado por Jorge II de Inglaterra. Constituí, de acordo com o site do exército, "um dos poucos Quartéis existentes em Portugal que foram propositadamente edificados para aquartelamento de forças armadas".
Ao longo dos anos, foi quartel de várias unidades militares que desempenharam papel preponderante na vida de Portugal, nomeadamente o Regimento 4 de Infantaria (1816), o Regimento 16 de Infantaria (1831)- que teve um papel crucial na implantação do regime republicano, como nos descreveu o Prof. António Brotas no seu post - a 3ª Companhia de Saúde (1912), o Batalhão Sapadores Caminho de Ferro (1917) e, desde 1980 alberga a Escola do Serviço de Saúde Militar.
PSC
1.5.05 . - . Página inicial . - . 2 Comentários


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