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In Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa.
Lisboa: Ed. Verbo, 2001. 1º vol p. 802
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quarta-feira, junho 22, 2005  
Cartaz[0.086/2005]
João Paulo II e a transição polaca para a democracia

Procede-se hoje ao lançamento do segundo livro de Rui Paulo Figueiredo, dirigente da Concelhia e estimado amigo, intitulado "João Paulo II e a transição polaca para a democracia", a ter lugar pelas 19.00 no Palácio Galveias, ao Campo Pequeno.
A apresentação do livro, editado pela Hugin Editores, conta com a presença do Sr.Wojciech Baczynski, adido de imprensa e cultura da Embaixada da República da Polónia e do Sr. Robert Blau, conselheiro para os assuntos políticos e económicos da Embaixada dos EUA, que farão breves intervenções.
Após o seu primeiro livro sobre Cavaco Silva, Rui Paulo Figueiredo lança agora outro trabalho, sobre o qual diz o seguinte :
Neste obra, como o título indica, procurei analisar de modo sucinto a dimensão do papel do Papa João Paulo II na transição da vida política e social da Polónia de um regime totalitário para a democracia. Com ousadia e coragem João Paulo II enfrentou o regime totalitário que imperava na Polónia, desafiando a sociedade civil na procura da liberdade e do pluralismo político e social. Já na fase de declínio do regime, o Papa através do seu papel actuante auxiliou a transição definitiva para a democracia. A sua acção ultrapassou as fronteiras da Polónia, facilitando a constituição das bases necessárias às transições ocorridas nos regimes dos restantes países do Leste Europeu.


Obrigatório !!!
LRC
22.6.05 . - . Página inicial . - . 4 Comentários


sexta-feira, junho 17, 2005  
Cartaz[0.085/2005]
Lisboa precisa de quem governe

O Professor Carmona disse em entrevista ao Correio da Manhã que é um "político não tradicional".
Assim parece.
Assim é.
Pelos vistos, Manuel Maria Carrilho propõe primeiro:
- Concorda, então, com Manuel Maria Carrilho? - pergunta-se-lhe.
- O professor Carrilho é que pode estar em acordo comigo. - responde-nos.
Carrilho é o primeiro proponente, mas no entender do Professor Carmona, Manuel Maria Carrilho é que concorda com ele. De facto é um "político não tradicional".
Há quatro anos, fez parte da equipa do Dr. Santana Lopes que se apresentou aos lisboetas, prometendo a saída de todos os ministérios do Terreiro do Paço.
Quatro anos volvidos, o mesmo Carmona que integrava a lista que defendia a saída de todos os ministérios do Terreiro do Paço já não tem a mesma posição. Agora, apenas devia sair um: "Gradualmente, poderá ser encarada a mudança de um ou de outro ministério. Acho que há ali um ou outro que não deve sair. O Ministério das Finanças, que é o símbolo do Poder, não deve sair, o Torreão da Marinha, que pertence ao Exército, também não deve sair, o Supremo Tribunal não deve sair, tal como a Direcção-Geral de Edifícios e Monumentos Nacionais. Há outros que não me repugna nada que saiam. O Ministério da Agricultura, por que é que está no Terreiro do Paço?" De facto é um "político não tradicional".
O Professor Carmona teve, primeiro, uma experiência autárquica. Em Lisboa. Depois, teve outra no Governo. Acabou por regressar à Câmara de Lisboa. Mas só quando soube que iria ser candidato "independente" é que se recordou de defender o que podia ter feito e proposto quando esteve no Governo. O Professor Carmona já conhecia a realidade da governação da cidade.
"Neste caso, é-nos muito importante saber quanto é que vamos receber e a horas. Os munícipes pagam em Outubro e nós recebemos em Fevereiro. Recebemos menos do que aquilo que nos é devido." De facto é um "político não tradicional".
Manuel Maria Carrilho não tem ideias vagas. Bem pelo contrário. No caso do Terreiro do Paço já as deu a conhecer:
«Não podemos esquecer que a ligação de Lisboa ao Tejo se faz primordialmente através do eixo que desemboca no Terreiro do Paço e que se prolonga pelo Rossio, pela Av. da Liberdade e que termina no alto do Parque Eduardo VII.
Há, pois, que recentrar a cidade em torno deste eixo prioritário que atravessa a Baixa Pombalina, retomando e incentivando algumas das funções que foram desaparecendo com o surgimento de outros pólos de atracção urbana. Foi já tendo presente esta ideia de uma grande aposta na Av. da Liberdade e nos espaços envolventes, que propus, para acabar com os intermináveis imbróglios do Parque Mayer, um jardim que dê continuidade ao fantástico Jardim Botânico que lhe é contíguo, bem como a recuperação do Capitólio. Solução que tem também a virtude de cortar com o esbanjamento de 350 /400 milhões de euros!
Este recentramento da cidade implica ainda outras medidas, entre as quais destaco a valorização do Terreiro do Paço como centro político e administrativo por excelência, sem prejuízo da afectação de algumas áreas situadas nas arcadas para outros usos. O Terreiro do Paço tem uma área de 100 mil m2, que devidamente modernizada e utilizada pode comportar cerca de 4.000 empregos.
Este dado, se bem articulado com a valorização do espaço público envolvente, com a modernização do comércio e com a dinamização dos equipamentos culturais existentes, poderá ser absolutamente decisivo para a requalificação, o repovoamento e, portanto, para a revitalização global da Baixa, seja em temos de ocupação residencial, de instalação de pequenos hotéis de charme ou da sediação de empresas.»
Lisboa precisa de quem governe. E de quem governe bem.
Manuel Maria Carrilho, o nosso candidato, tem propostas concretas para solucionar os problemas da cidade!
Basta ler o discurso da apresentação da sua candidatura para chegarmos a essa conclusão. Sem qualquer margem para dúvida, Carrilho é mesmo o candidato.
Manuel Brito
Foto: proposta de cartaz para a campanha, da autoria de Rui Perdigão (obrigado ao autor)
17.6.05 . - . Página inicial . - . 2 Comentários


quarta-feira, junho 15, 2005  
Cartaz [0.084/2005]
Melhor Administração Pública

Actualmente, a reforma da administração pública tem sido um tema recorrente, motivado em grande parte pelo grave défice das contas públicas. Muito se tem falado sobre a necessidade de reduzir o peso da despesa corrente, em particular com pessoal. Apresentam-se vários diagnósticos, mas questiona-se se realmente haverá solução devido aos vícios instalados.
O problema que vive hoje a administração pública é semelhante ao que a banca viveu no início da década anterior. Tratava-se também de um sector pouco competitivo, com baixos níveis de serviço ao cliente, em que este tinha de esperar horas a fio para conseguir pedir um extracto bancário ou efectuar um depósito, e onde não raras vezes era atingido pela celeuma avulsa dos funcionários bancários. Os tempos médios de espera eram extremamente elevados devido a um afluxo massivo de clientes e horários de atendimento reduzidos. Não havia alternativas. Todas as operações tinham de ser efectuadas nos balcões.
A revolução efectuada na Banca foi, em grande parte, induzida pela concorrência. Houve um primeiro grupo bancário que revolucionou o modelo operacional de atendimento, evitando que os clientes tivessem que aguardar pela conclusão das operações. Passaram a ser efectuadas após o horário de expediente. Conseguiu-se dessa forma reduzir drasticamente os tempos médios de espera. Para além disso a estrutura era bastante mais leve, com processos mais simples, logo mais ágeis.
Mas a maior revolução foi provocada pelo uso das novas tecnologias para criar novos canais de atendimento, como o sistema Multibanco (MB), caso de estudo a nível mundial. Operações como levantamentos e extractos de saldos que dantes obrigava os clientes a dirigirem-se aos balcões podiam ser agora efectuados em segundos numa qualquer ATM (máquina MB) espalhadas por todos os balcões, indiferentemente da marca. E isto num horário extendido 24x7x365.
Mais tarde apareceram outros canais como o telefone, através dos Call-Centers, a Internet com o Home-banking que foi um sucesso estrondoso, e outros como o telemóvel via SMS e Internet móvel, PDA?s, etc?Para não falar dos balcões virtuais instalados paralelamente aos espaços de atendimento tradicionais e que permitem realizar um leque de operações extendido, com principal relevância para depósitos de cheques e numerário e pedidos de cheques. Houve um salto qualitativo impressionante num espaço de menos de 10 anos.
Em traços gerais, a reforma da administração pública deve assentar em três eixos fundamentais:
1. Reformulação dos modelos operacionais. Expansão das lojas do cidadão, simplificação de procedimentos burocráticos, descentralização para a administração local. Introdução de métricas qualitativas e quantitativas de avaliação da qualidade dos serviços disponibilizados, divulgação de estatísticas, prémios e penalizações na distribuição orçamental.
2. Revolução electrónica. Disponibilização de serviços de qualidade através de canais electrónicos, integração com os sistemas back-office, criação de portais do conhecimento acessíveis a todos os colaboradores, via Internet, onde possam aceder a conteúdos e aplicações e colaborar eficientemente. Extensão dos programas às autarquias. Melhoria da qualidade da democracia por via de consultas públicas, disponibilização de informação, transparência de decisões.
3. Pessoas. Introdução de um modelo de avaliação de desempenho único para toda a administração pública, que defina objectivos mensuráveis e claros e classifique os colaboradores conforme o desempenho, sendo que promoções e revisões salariais deverão estar indexadas a essa classificação. Os colaboradores com níveis de desempenho superior devem ter maiores aumentos salariais e progredir mais rapidamente na carreira. Elaboração de planos de formação adequados. Contratação, motivação e retenção de colaboradores.


Ao nível da introdução das novas tecnologias e disponibilização de serviços electrónicos têm sido feitos progressos assinaláveis, com projectos que a prazo se traduzirão em ganhos substanciais de produtividade, redução de custos e melhor nível de serviço ao cidadão. Como exemplo destacam-se as declarações electrónicas, as compras electrónicas, a biblioteca do conhecimento on-line, a implementação do POCP através do projecto RIGORE, entre outros.
Já ao nível da gestão têm sido colocadas grandes entraves, quando se procuraram introduzir modelos (muito incipientes) de avaliação de desempenho, ou algumas reformas estruturais avulsas. É uma área onde é difícil actuar, devido à pseudo-protecção legal que abrange os funcionários públicos, ao corporativismo que impera em alguns sectores, e falta de consenso alargado que permita alterar leis anacrónicas.
Existe um problema de mentalidades. Alguns funcionários públicos (uma minoria) vêm qualquer reforma proposta como uma caixa de Pandora. Querem o melhor dos dois mundos: por um lado melhores salários sem justificarem por via da produtividade, por outro manter a protecção actual.
Mas note-se, o principal problema não está nos funcionários públicos, nem estes podem ser analisados como um todo porque existem realidades diversas. Se a administração pública é ineficiente, se existe um défice de produtividade, em grande parte é devido a falta de condições, por grande parte do trabalho ainda ser feito recorrendo a papel e pela morosidade na obtenção e cruzamento de informação.
O novo governo do PS tem tomado algumas medidas corajosas, mas é necessário aproveitar esta maioria para, sem hesitações, reformar a administração pública de forma progressiva, para aumentar a sua produtividade e eficiência, reduzir custos, melhorar o nível de serviço prestado aos cidadãos. O Plano Tecnológico é um importante instrumento desta reforma. Todos têm a ganhar, em particular os funcionários públicos!
Cristóvão Matos
15.6.05 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


segunda-feira, junho 13, 2005  
MMC [0.083/2005]
Citações (XIX)

Luís Novaes Tito publica hoje no Blog Tugir em Português um excelente texto sobre Manuel Maria Carrilho, a que deu o título Lisboa Merece.
Começa assim:

Querer reduzir a candidatura de Manuel Maria Carrilho aquilo que o infeliz filme publicitário transmitiu, é simplista e injusto. A candidatura de Carrilho merece mais seriedade porque estamos a falar de seriedade para o governo de Lisboa.
Ao eleger Santana Lopes e Carmona Rodrigues para um mandato à frente da Câmara Municipal de Lisboa, os alfacinhas deixaram ao Deus-dará os destinos da sua cidade (...)
Leia o texto na íntegra.
FCO
13.6.05 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


domingo, junho 12, 2005  
Cartaz [0.082/2005]
O Jardim da Estrela

O Jardim romântico em Portugal é normalmente caracterizado por densas e variadas espécies de vegetação. Nestes, a burguesia da época gostava de ostentar as suas roupas, as suas sombrinhas e os seus calmos hábitos de vida. Com o passar do tempo, que remonta os tempos de D. Maria I a D. Carlos I, a cidade de Lisboa mantém e preserva os jardins desta época.

É o caso do Jardim da Estrela. Um jardim da cidade que se isola do cheiro da poluição, reconfortando os que por ele passeiam e causando o efeito surpresa das perspectivas da Basílica ao longo das caminhadas.
Se se optar por um passeio semanal, é possível ouvir os risos das brincadeiras das crianças, ou avistar um turista perdido com o mapa na mão, decorar as figuras das estátuas sobre a água ou imaginar um concerto de banda de rua no coreto de ferro.
A integração do jardim com a envolvente quer com a cidade, quer com a paisagem naquele território caracteriza a zona como um bom sítio quer para se viver, estudar, trabalhar ou passear.
Inaugurado em 1852, semeado por Jean Bonard e João Francisco, o Jardim da Estrela merece ser destacado, não só pelo seu teor e peso passados, não só pelo estar que propõe, mas também para ser vivido no futuro pelas boas condições de vida que a cidade disponibilizará aos seus cidadãos.
Joana Santiago
12.6.05 . - . Página inicial . - . 1 Comentários


sexta-feira, junho 10, 2005  
Cartaz [0.081/2005]
Citações (XVIII)
Um Projecto de Fronteira


"Se digo que este é um projecto de fronteira, é porque uma nova fronteira se abre hoje entre a sociedade civil e os partidos políticos, entre o exercício do poder e a participação dos cidadãos, entre a forma tradicional de fazer política e um novo paradigma de fazer cidade.

Uma proposta de fronteira que é também uma nova oportunidade e uma nova aspiração : uma oportunidade de acelerar a revitalização do PS no quadro de uma inevitável renovação do sistema partidário, uma aspiração de mais estímulo à participação cívica e de mais mobilização da sociedade civil, dos seus agentes mais críticos e mais activos, dos seus membros mais novos e mais dinâmicos, dos seus quadros mais exigentes e mais qualificados.

Uma nova fronteira em que ser jovem, ser contemporâneo e ser irreverente, não é estar fora da política, das decisões colectivas e dos projectos de vida comuns, mas antes transformar e inovar por dentro do sistema, com e através dos partidos, com e através do exercício do poder, com e através de todos"

Manuel Maria Carrilho
discurso "Lisboa - uma capital com projecto, com governo e com futuro" - CCB 07/06/05
10.6.05 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


quinta-feira, junho 09, 2005  
Cartaz [0.080/2005]
Uma nova energia para cuidar do nosso Bairro!

Às vezes, podemos pensar que vivemos no melhor bairro do mundo.
Habituados à pacatez do nosso jardim, à frescura das nossas ruas arborizadas e aos tranquilos passeios nocturnos não reparamos que é preciso não nos sentirmos "contentados" com aquilo que nos dão e saber exigir mais: ruas mais limpas, mais prédios recuperados -sob pena de um dia lamentarmos fragmentos de fachadas a atingir transeuntes- mais espaços ajardinados e ruas arborizadas, estacionamento mais ordenado, parques de estacionamento mais "amigos" dos residentes, em suma, mais espaço público de qualidade para quem habita e trabalha em Campo de Ourique. Mais higiene para que as crianças possam brincar nos nossos jardins e mais segurança para os idosos que passam a maior parte do seu tempo no nosso bairro.
Não retirando o mérito de quem até pode ter feito o melhor que sabia e, com generosidade, ter cumprido legalmente as suas funções, é preciso sermos mais ambiciosos e inteligentes: para atingirmos um novo patamar de qualidade de vida é exigida uma nova energia.
É essa a nova energia que se exige aos candidatos do Partido Socialista.

Saúdo os candidatos às presidências das juntas de freguesia do Bairro, designados pela Secção do PS de Campo de Ourique: Marco António Martins (Santo Condestável) e José Fava Baptista (Santa Isabel).
Esta é a 2ª Geração do Poder Local Democrático em Campo de Ourique, que traz consigo as novas ambições das novas fronteiras lançadas pelo Partido Socialista e pela sociedade civil, mas que não fecha as portas ao passado e sabe retirar, com inteligência, o que de positivo existe na experiência de antigos autarcas, para uma nova gestão dos interesses dos nossos "fregueses" : mais dinâmica, ambiciosa, rigorosa e transparente.
Sempre convictos que Campo de Ourique está incluído nos projectos com princípio, meio e fim que Manuel Maria Carrilho idealiza para a nossa cidade, queremos uma nova energia em Santa Isabel e em Santo Condestável.
PSC
9.6.05 . - . Página inicial . - . 1 Comentários


quarta-feira, junho 08, 2005  
Cartaz [0.079/2005]
Lisboa com Projecto

"Estou aqui hoje para vos falar do nosso projecto para Lisboa. E sei que o faço num momento que é decisivo para a nossa cidade. Decisivo porque se aproxima o momento de escolher o nosso futuro, de dizer que Lisboa queremos, e esta escolha é cada dia que passa mais clara para todos : é uma escolha entre duas visões da cidade, bem distintas e bem diferenciadas.
Por um lado, temos a Lisboa parada, decadente e desigual, uma Lisboa hipotecada ao automóvel, ao estacionamento caótico, à degradação do espaço público e à construção desordenada. É uma Lisboa cada vez mais insegura, mais bloqueada, mais desleixada, que nos envergonha(...)
Por outro lado, temos a Lisboa do futuro, que queremos que seja uma capital com orgulho, afirmativa e solidária, uma cidade das pessoas, em que a qualidade de vida dos seus cidadãos -das crianças aos mais idosos- seja o valor fundamental a que todos os outros se submeterão".


Foi com estas palavras que Manuel Maria Carrilho iniciou o seu discurso "Lisboa -uma capital com projecto, com governo e com futuro" na apresentação oficial da sua candidatura à presidencia da Câmara Municipal de Lisboa, que decorreu ontem, pelas 19.00hrs no Centro Cultural de Belém. Numa sala repleta, foi perante o Secretário-Geral José Sócrates, o coordenador autárquico Jorge Coelho, o presidente da FAUL Joaquim Raposo, o presidente da Concelhia de Lisboa Miguel Coelho, dirigentes locais, concelhios e nacionais e inúmeros militantes de base, que o nosso candidato apresentou as linhas mestras daquele que irá ser o seu Projecto para Lisboa.

Ao longo dos próximos dias, publicaremos excertos do discurso proferido, que terminou com as seguintes palavras :

"A opção eleitoral do próximo mês de Outubro é clara : quem tiver mais votos, sejam dezenas ou milhares, será presidente da C.M.L. Conhecemos a alternativa: o próximo presidente da CML serei eu ou será a "sombra" do que está em funções "por aí".
As regras eleitorais são implacáveis e as coligações pós-eleitorais só poderão servir para reforçar a base do vencedor, nunca para fazer governar uma coligação de vencidos.
Será uma opção entre quem abre buracos que custam milhões de euros (que ninguém sabe para que servem) e quem sabe que terá de governar com pouco e fazer muito. Entre quem se gaba de não saber fazer exercícios intelectuais e quem acredita que pensar, e pensar bem, faz parte do trabalho de qualquer governante. Entre quem sonsamente finge não ser político e quem acredita que a política deve ser um modo tão assumido como desprendido de servir os outros.
Será, em suma, uma opção entre o marasmo actual e um projecto de futuro : um projecto para governar a cidade, que é também um projecto colectivo e que será colectivamente executado, por uma equipa que em breve apresentarei.
Um governo da cidade que reunirá os, e as, mais qualificados, mais promissores e experientes para fazer cidade. Um governo que saiba combinar a visão que alimenta a esperança com a vontade que garanta a mudança, saiba articular a coragem de reformar com a capacidade de inovar.
Um governo da cidade de que serei o primeiro responsável e o principal rosto, fiel à máxima de dizer sempre o que penso e de fazer sempre o que digo. E que, garanto-vos, será competente, conhecedor dos problemas, humanista, aberto e participativo, capaz de, finalmente, concretizar no dia-a-dia, o projecto de fazermos de Lisboa a cidade mais solidária, mais competitiva e mais cosmopolita com que todos sonhamos. Vamos a isso !!!"

FCO
8.6.05 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


segunda-feira, junho 06, 2005  
MAM [0.078/2005]
Caras e caros camaradas,

Em primeiro lugar, em meu nome e da lista A que encabeço, gostaria de agradecer a vossa presença neste acto que consagra a escolha da lista que se apresentará à freguesia de Santo Condestável pelo PS. Agradecemos também o vosso apoio e a confiança que em nós depositaram, certos de que estaremos à altura dos importantes desafios que nos aguardam, e de que unidos poderemos obter mais uma importante vitória para o PS.
Sabemos que existiram divergências internas quanto à composição das listas, mas estamos convictos de que terminam com esta eleição. Sempre estive disponível para falar com todos e encontrar consensos, mas sempre no seio do partido e dos seus órgãos, porque são os seus representantes eleitos e como tal, merecem o nosso respeito. Amanhã, todos estaremos unidos, lutando por um objectivo comum: conquistar a junta de freguesia de Santo Condestável com uma maioria!
Gostaria de destacar que conseguimos concretizar na nossa lista a paridade entre homens e mulheres: 50% de mulheres, 50% de homens. Mais, temos 8 mulheres em lugares elegíveis, representando 62% do total. Nós não entendemos que as mulheres devam ter lugares privilegiados pela condição do seu género, mas defendemos que devem ser envolvidas e motivadas para a participação política, pelas suas competências, pelo seu valor. Portanto, foi um desafio que assumimos e que concretizámos! Esta é a nossa forma de trabalhar: prometer menos, realizar muito mais!
Também contamos com 2 jovens, um dos quais num lugar elegível e duas pessoas mais idosas, com grande experiência política, vindo adicionar valor aos restantes membros, num muito útil equilíbrio para a composição global da lista.
Nas próximas semanas conto apresentar-vos uma primeira versão do programa de candidatura, que reunirá um conjunto de propostas recolhidas de várias fontes.
As nossas propostas vão-se basear em três princípios, três palavras, sobre Santo Condestável: ANDAR, SENTIR, VIVER.

Desde já, destaco 5 eixos fundamentais de intervenção:
1.Ordenamento e Qualidade de Vida. Colocar as pessoas como eixo central do ambiente urbano. Transportar a inovação para o planeamento da freguesia, dando atenção à mobilidade de idosos e crianças, à qualificação dos espaços de lazer, procurando diminuir a barreira entre interior residencial e exterior público. Santo Condestável deve ser o prolongamento das nossas casas e as nossas casas o prolongamento de Santo Condestável. Pensar também a freguesia com mais transportes públicos e com menos automóveis, numa lógica atractiva e não contrária ao morador.
2.Protecção Social. Dar passos reais no domínio da protecção social, com medidas simples mas concretas, por exemplo através da instalação de um micro-serviço de aconselhamento às vítimas de violência doméstica, à semelhança do projecto Novo Rumo - por uma vida sem violência, em ensaio no Norte do país. Porque não criar o primeiro centro de apoio de Lisboa em Santo Condestável?
3.Cidadania activa. Estimular uma maior participação dos cidadãos nas decisões políticas, bem como ao nível associativo. Fomento e difusão da cultura produzida no bairro como forma de aproximação dos residentes e de preservação de uma identidade única na cidade de Lisboa.
4.Simplificação. Desburocratizar procedimentos administrativos, e fornecer serviços de valor aos cidadãos através dos novos canais electrónicos em horários mais alargados e flexíveis.
5.Segurança. Articulação com os agentes da autoridade e da protecção civil, recolhendo e transmitindo informação, promovendo estudos e criando planos de contingência para calamidades naturais.

Convido-vos ainda a participar entusiasticamente neste documento, enviando as vossas propostas para o endereço de mail
santocondestavel2005@gmail.com. Brevemente estará também disponível um site para a candidatura, e promoveremos debates com militantes para apresentar o programa. Vamos levar a cabo também outras iniciativas destinadas ao público em geral, onde esperamos promover o debate e ouvir as pessoas sobre a forma como sentem a sua freguesia.
Estamos conscientes de que muito está por fazer em Santo Condestável, e que as dificuldades são grandes, mas também temos a certeza, com humildade, de que estaremos à altura desses desafios. Mas tudo isto só será possível com a vossa participação empenhada, e é esta certeza que nos faz acreditar que com o PS, Santo Condestável já ganhou o futuro!
Obrigado a todos. Viva Santo Condestável, viva o PS!
MAM
6.6.05 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


sexta-feira, junho 03, 2005  
[0.077/2005]
A partir de agora...mãos à obra !!!

Realizou-se ontem à noite, na FAUL, a Assembleia Geral de Militantes da Secção de Campo de Ourique, que aprovou, por voto secreto directo e universal, as listas de candidatos, cada uma delas constituída por 26 elementos, que irão concorrer às Eleições Autárquicas de Outubro.
No que diz respeito às 2 freguesias do Bairro de Campo de Ourique, os resultados foram os seguintes :

Santa Isabel : 85 votantes, 15 brancos, 1 nulo, 69 votos na lista única, encabeçada pelo camarada José Fava Baptista.

Santo Condestável : 85 votantes, 67 votos na lista A encabeçada pelo camarada Marco António Martins e 18 votos na lista B encabeçada pela camarada Virgínia Essenreiter.


O FCO regozija-se com o elevado espírito cívico e democrático com que decorreu a A.G. e felicita todos (mas mesmo todos, sem excepção) os intervenientes nas listas, com um especial cumprimento a Marco António Martins, Isabel Rolim Almeida, Pedro Sousa Cegonho e António Serge Campinos, elementos da Comissão Dinamizadora do Forum Campo de Ourique e que integraram a lista vencedora para a Freguesia de Santo Condestável.
LRC
3.6.05 . - . Página inicial . - . 2 Comentários


quinta-feira, junho 02, 2005  
[0.076/2005]
2 meses e meio depois...

No dia 15 de Março demos início a este blog, com a publicação das Definições e Objectivos do FCO.

Realizam-se hoje as votações para os candidatos às eleições Autárquicas, na Secção do PS de Campo de Ourique, que representarão o nosso Partido nas freguesias da jurisidição da Secção. Por esse facto, não será demais lembrar ao que nos propusemos :
(...)
O Forum Campo de Ourique propõe-se ajudar a construir uma nova alternativa política para as 2 freguesias de Campo de Ourique, presentemente controladas pelos partidos de direita, com propostas e protagonistas que credibilizem ainda mais o PS, dando uma imagem de coerência de discurso e de projecto, numa abordagem séria dos problemas e das expectativas dos habitantes de Campo de Ourique. É também para e pelas Pessoas, os seus anseios e as suas dificuldades que nos propomos trabalhar.
O Forum Campo de Ourique será um espaço de debate político e social aberto à sociedade civil e que, em diálogo com os órgãos da estrutura do Partido, sem excepção, irá dar o seu contributo na escolha dos candidatos que integrarão as listas do PS.

(...)
LRC
2.6.05 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


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