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3. Foro - Centro de múltiplas actividades.
4. Foro - Debate de especialistas sobre determinada matéria.
COLÓQUIO, FORO. - Um forum sobre educação.
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In Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa.
Lisboa: Ed. Verbo, 2001. 1º vol p. 802
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(Posse XVII Governo)
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terça-feira, janeiro 31, 2006  
[0.012/2006]
Voltou tudo à normalidade

Pelos vistos, assim é. Cavaco foi eleito à primeira, já combinou com Sampaio a mudança da pasta, toma posse nos princípios de Março e já está em curso a luta interna no PSD.
Por cá, no nosso PS, agora é encher o peito de ar e seguir em frente. Há mais batalhas para enfrentar contra a Direita.

Anormalidades também há. A neve a cair em Lisboa (e por quase todo o País), o Sporting a golear na Luz, o Bill Gates a dar uma aula à classe política, o Euromilhões com um penta-jackpot.

Iniciou-se o ano chinês do Cão. O meu ano. Há 11 anos que já não o tinha.

Esperemos por Fevereiro.
LRC
31.1.06 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


terça-feira, janeiro 17, 2006  
[0.011/2006]
COMO SEMPRE, VAMOS CONSEGUIR

Ganhámos há 9 meses umas eleições por maioria absoluta. Não podemos agora deixar que seja posto em causa o que nos custou tanto a alcançar.
O PS, o nosso Partido, com a sua História, os seus valores, os seus princípios e a sua alma tem o dever de fazer tudo para contribuir para a vitória de Mário Soares, o candidato melhor colocado para derrotar Cavaco Silva.
Por isso fazemos um grande apelo, um apelo cívico, de cidadania e de participação.
Na próxima 5ª feira, dia 19, termina a campanha eleitoral em Lisboa. Promover-se-á a tradicional descida do Chiado com início às 16.30 hrs e às 21.00 hrs, na antiga FIL-Junqueira, um Grande Comício.
O calor humano que irá envolver Mário Soares e José Sócrates terá que ser uma nota forte daquilo que é a nossa força e a nossa vontade.
Hoje, como sempre, sabemos que vamos estar à altura da nossa história e dos combates que sempre travámos com todas as nossas forças pelo bem de Portugal e dos Portugueses.
Vamos a isso !

Jorge Coelho (Coordenador da Comissão Permanente do PS)
Marcos Perestrello (Secretário Nacional do PS para a Organização)
João Serrano (Director de Campanha MASP-Lisboa)

"transcrição de parte da carta enviada pelo Partido Socialista a todos os militantes de Lisboa"
17.1.06 . - . Página inicial . - . 2 Comentários


domingo, janeiro 15, 2006  
[0.010/2006]
O voto natural de todos os socialistas é em Mário Soares.
Se alguém pensou que eu iria meter baixa nesta campanha, enganou-se. Cá estou e estarei para apoiar Mário Soares. Não serão duas muletas ou uma lesão desportiva que impedirão qualquer socialista de votar em Soares. É preciso apoiar Mário Soares. Foi por isso que vim aqui, porque o melhor para Portugal é eleger Mário Soares para presidente da República. Mário Soares merece esta vitória, pelo seu passado e pelas suas ideias e, por isso, é importante a mobilização de todos e em particular dos socialistas para darmos a Mário Soares uma vitória eleitoral. Quem tem as qualidades de Mário Soares não precisa de estar preocupado com os outros candidatos. Moderador e árbitro, Mário Soares soube sempre intervir a tempo para mobilizar o país para tarefas indispensáveis do futuro.
José Sócrates
Secretário-Geral do PS, no comício de 14/01 no Porto
15.1.06 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


quinta-feira, janeiro 12, 2006  
[0.009/2006]
GRANDE COMÍCIO DE LISBOA

5ª FEIRA, DIA 19 DE JANEIRO, PELAS 21.00 HRS
NA ANTIGA-FIL (JUNQUEIRA) COM A PRESENÇA DE JOSÉ SÓCRATES.

12.1.06 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


quarta-feira, janeiro 11, 2006  
[0.008/2006]
11.1.06 . - . Página inicial . - . 1 Comentários


terça-feira, janeiro 10, 2006  
[0.007/2006]
10.1.06 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


segunda-feira, janeiro 09, 2006  
[0.006/2006]
9.1.06 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


sexta-feira, janeiro 06, 2006  
[0.005/2006]
6.1.06 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


quinta-feira, janeiro 05, 2006  
[0.004/2006]
5.1.06 . - . Página inicial . - . 1 Comentários


quarta-feira, janeiro 04, 2006  
[0.003/2006]
4.1.06 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


terça-feira, janeiro 03, 2006  
[0.002/2006]
3.1.06 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


segunda-feira, janeiro 02, 2006  
[0.001/2006]
ESCOLHER UM PRESIDENTE DA REPÚBLICA

As próximas eleições destinam-se a escolher um Presidente da República e não um Primeiro-Ministro.

No nosso sistema constitucional, o Presidente da República deve ser um moderador, um congregador, um árbitro, um regulador político, um provedor e uma referência permanente para os cidadãos, a Nação e o Estado.

As funções de um Presidente da República são eminentemente políticas e, por isso mesmo, as qualidades que se exigem dele são sobretudo, políticas.

Um Presidente da República deve ter experiência de poder e capacidade para unir e concertar, para projectar valores, para mobilizar e para gerar confiança.

Por todas estas razões, um candidato a Presidente da República tem o dever de demonstrar que está nas melhores condições para exercer o cargo, por ter uma noção rigorosa das funções e uma história política que prova a capacidade para as desempenhar.

Para escolher um Presidente da República, a biografia política de um candidato também conta. E não há biografia sem História.

NÃO HÁ HOMENS PROVIDENCIAIS

A crise económica é um dos principais problemas do País. Para vencer a crise, é preciso crescer mais e melhor. Mas atingir esse objectivo não depende de um só homem, providencial e ambíguo. Muito menos de um perito em Finanças, com uma visão estreita e economicista, na chefia do Estado.
Depende, antes de mais, do Governo, da solidariedade institucional entre órgãos de soberania e, sobretudo, da vontade e empenho dos portugueses.

O Presidente da República tem de ser um político competente, sabedor e experiente. Não é, nem tem de ser um especialista.
Tem de garantir - isso sim - a fiscalização pública das políticas do Governo, estimulando a expressão das diferentes opiniões. Tem de defender os direitos de oposição. Tem de assegurar que há transparência nas decisões e na utilização dos recursos do país. São essas as funções essenciais de um Presidente da República.

EM POLÍTICA NINGUÉM TEM RAZÃO SOZINHO

O candidato da direita invoca permanentemente o seu passado e as suas realizações, reivindicando a exclusividade dos méritos. Mas omite sistematicamente os erros e omissões pelos quais é responsável, tal como os tabus em que se refugiou e os silêncios a que se remeteu. Isto é um claro sinal da sua arrogância, auto-suficiência e presunção.

E no entanto, foi o Governo do Bloco Central, chefiado por Mário Soares e constituído pelo PS e pelo PSD, que garantiu a adesão à C.E.E. (hoje União Europeia), que restabeleceu o equilíbrio das contas externas e recuperou a credibilidade internacional do País, transmitindo a melhor e mais rica herança que algum Governo alguma vez recebeu, em Portugal, no século XX.

O candidato da direita também esquece propositadamente que, quando foi primeiro-ministro, beneficiou de condições políticas únicas, de estabilidade e equilíbrio institucionais, que lhe foram proporcionadas pelo então Presidente da República Mário Soares.

EM POLÍTICA É PRECISO SABER UNIR

O passado político intermitente do candidato da direita demonstra que ele não é capaz de congregar equipas, de preparar sucessores e de gerar continuidade. Tal como um eucalipto, seca tudo à sua volta. Secou o seu próprio partido. Só sabe existir sozinho. Nunca governou em coligação e saiu de cena quando pressentiu que não conseguiria obter nova maioria absoluta. Desfez o tabu e fugiu.

Em contrapartida, Mário Soares chefiou um Governo com apoio minoritário e dois Governos de coligação, uma com o CDS/PP e outra com o PPD/PSD. Quando foi eleito Presidente da República pela primeira vez, o País estava praticamente dividido ao meio e ele soube congregá-lo, mobilizá-lo e uni-lo. Cinco anos depois, foi reeleito por mais de 70 por cento dos votos, designadamente com o apoio do próprio partido chefiado pelo então primeiro-ministro e hoje candidato da direita.

Caso para perguntar: Quem está em melhores condições para unir, mobilizar, moderar e arbitrar? Quem esta em melhores condições para voltar a ser de facto, o Presidente de todos os Portugueses?

EM POLÍTICA É PRECISO SER CLARO E FRONTAL

O candidato da direita é frequentemente ambíguo e dissimulado. Para além dos silêncios e tabus que todos lhe conhecemos, nem sempre diz o que pensa e, as vezes, não pensa nas consequências daquilo que diz. Afirma que a sua candidatura é suprapartidaria e esconde os dirigentes do PPD/PSD e do CDS/PP que o apoiam, como se a candidatura não estivesse a ser preparada já há muito tempo, em articulação e com a colaboração do seu partido. Evita posições claras e frontais sobre questões difíceis, como a guerra do Iraque, o Orçamento de Estado, as políticas do Governo e as reivindicações corporativas. Promete resolver tudo, mas não diz como, nem porquê, nem com que poderes - que o Presidente da República não tem, porque não estão inscritos na Constituição.

Ora, o Presidente da República deve ser sobretudo, um factor de união, de moderação, de estabilidade e de equilíbrio, situando-se acima dos partidos políticos e das instituições da sociedade civil, garantindo a normal e saudável concorrência entre eles.

A história, a prática política e as provas concretas que já deu, valorizam Mário Soares para o desempenho destas funções. Tem uma experiência ímpar, esteve sempre presente nos momentos mais difíceis, nunca se eximiu a dar as suas opiniões, nunca virou a cara às dificuldades e desafios, foi capaz de governar o País em tempos de crise económica e política muito complexos, foi capaz de unir, de congregar, de mobilizar e de constituir equipas. Soube sempre concentrar-se no essencial - e essa é, seguramente, uma das mais importantes qualidades de um dirigente político.


Mário Soares tem, por isso mesmo, todas as condições indispensáveis para ajudar a devolver a confiança aos Portugueses e para ajudar a reforçar a confiança em Portugal.

MASP 3

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2.1.06 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


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