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1. Praça pública, na Antiga Roma, onde se realizavam os mercados, se efectuavam assembleias populares ou se reuniam os magistrados para julgamento de causas.
2. Foro - Local onde se debatem assuntos de ordem pública, em especial questões judiciais.
3. Foro - Centro de múltiplas actividades.
4. Foro - Debate de especialistas sobre determinada matéria.
COLÓQUIO, FORO. - Um forum sobre educação.
PL. foruns.

In Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa.
Lisboa: Ed. Verbo, 2001. 1º vol p. 802
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sábado, fevereiro 25, 2006  
[0.023/2006]
CLUBITES AGUDAS

Deu ontem à estampa na 1ª página de um semanário, mais uma atoarda contra o PS, usando desta vez a Concelhia de Lisboa como alvo. Dali não se espera outra coisa senão denegrir o PS para vender papel e manter audiências.
Contudo, uma leitura cuidada da notícia, realça o facto mais importante : nem o PS foi o autor da proposta aprovada na CML nem sequer tal proposta foi aprovada com os votos do PS.
Nâo temos nada a ver com isso, nem com eventuais subornos que sustentam a foto que ilustra a notícia dessa 1ª página.

O que não se concebe é como camaradas de partido, a pretexto de combates internos que deveriam ser salutares e meramente de ideias, publicitem e amplifiquem tal notícia através da internet, como se ecoassem um triunfo.
Acredito que qualquer clube, seja desportivo ou cultural, X ou Y ou Z, tenha que manter animadas as suas hostes. Mas desta maneira, ajudando os inimigos declarados a combater quem está no mesmo lado da barricada, não mostra nem bom senso nem qualidade para o combate político.

LRC
25.2.06 . - . Página inicial . - . 3 Comentários


quinta-feira, fevereiro 23, 2006  
[0.022/2006]
PARLAMENTO EUROPEU E A "DIRECTIVA BOLKESTEIN"

Garantir condições leais de concorrência em todos os Estados-Membros, quebrar barreiras burocráticas ou tecnicamente injustificáveis e, sobretudo, não permitir desequilíbrios sociais, nomeadamente nos mercados de trabalho e nas relações laborais são os três princípios que, na opinião do Deputado Joel Hasse Ferreira, devem presidir à construção de um verdadeiro mercado interno dos serviços na Europa.
O tema esteve em destaque esta semana, em Estrasburgo, com o Parlamento Europeu a debater e a votar a polémica Directiva proposta pela Comissão Europeia para esta área, também conhecida como "Directiva Bolkestein".
Segundo Hasse Ferreira, que interveio em plenário no debate do diploma, as alterações introduzidas pelo PE permitiram a definição de uma solução "mais lúcida e equilibrada" para a liberalização dos serviços na União, com a exclusão do princípio do país de origem (o prestador do serviço fica sujeito à legislação do país onde o mesmo é executado, e não à do país onde se encontra estabelecido) e a não inclusão no âmbito da Directiva do trabalho temporário, da saúde e de outros domínios de natureza essencialmente pública, desde a educação aos serviços sociais (serviços de interesse geral).
Na opinião do eurodeputado socialista, o processo de construção de um mercado dos serviços na UE, embora sendo "muito importante" para o desenvolvimento económico, "tem de respeitar" as normas que garantem a coesão social europeia. "E se isso não acontecia com a versão inicial da Directiva, o texto que o Parlamento agora propõe contribui significativamente para tal objectivo, permitindo a criação de um mercado único, mas garantindo, ao mesmo tempo, a coesão social", referiu.
Estas mesmas ideias foram transmitidas no decurso da semana a um grupo de dirigentes da UGT (incluindo o seu Secretário-Geral), que se deslocou a Estrasburgo para uma reunião com eurodeputados portugueses, nomeadamente com Joel Hasse Ferreira e com Edite Estrela, e para participar numa manifestação de protesto contra a Directiva "Bolkestein".
De referir, por último, que caberá agora ao Conselho da UE pronunciar-se sobre as modificações introduzidas pelo Parlamento Europeu à Directiva Serviços, já nas próximas semanas.

Transcrito com a devida vénia de InfoEuropa - Socialistas Portugueses no Parlamento Europeu

23.2.06 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


segunda-feira, fevereiro 20, 2006  
[0.021/2006]
Caro Luís Novaes Tito,

Tanto tu como eu somos pessoas de convicções fortes e temos um certo orgulho nisso.
Quando em 2003 apoiei
Miguel Coelho e o seu
projecto que com esta equipe se propôs executá-lo [obtendo maioria absoluta (55,64 %) contra José Leitão (29,44 %) e Filipe Costa (14,92 %)] foi com plena consciência de que seria (como acho que foi) o melhor para o PS-Lisboa. Raramente me arrependo do que faço e continuo fiel a essa causa. Por isso, continuo a ser uma ovelha que está integrada num rebanho que tem pastor.

Até à data, só se afigura no horizonte a candidatura da camarada Leonor Coutinho, a ex-número 3 da dita lista de Filipe Costa.
Quando me referi à ausência de uma candidatura protagonizada por militantes que tenham apoiado o camarada Manuel Alegre, tanto para o Congresso como para as Presidênciais (dei até como exemplo os nomes de Ana Sara Brito, Helena Roseta ou José Leitão) pensei em mim próprio caso tivesse sido apoiante de Manuel Alegre.

Isto é, como eu me sentiria desapontado por não ver avançar agora, na altura certa e no local adequado
, nenhum daqueles que, entre outras coisas, apregoaram a renovação do Partido.
Sentir-me-ia, por certo, como um órfão, a ter que optar por um outro projecto, de matriz e protagonistas totalmente diferentes, com que não me identificaria.
Tal e qual como se Miguel Coelho não se recandidatasse nem outrém ocupasse o seu lugar. Teria aquela sensação de ter sido abandonado por quem me fez acreditar num projecto que, afinal, não tinha continuidade.


E quando nos recordas que o nosso Secretário-Geral afirmou que o PS esteve unido em torno da candidatura oficial do Partido à Presidência da República, porquê duvidar disso?
Só prova que o PS-Partido de Militantes não se conseguiu transformar, novamente e como o tinha feito nas Legislativas, em Partido de Votantes.
Só isso e nada mais.
E se essa afirmação, entre outros argumentos que possam existir, inibe a que apareça
a tal candidatura
à Concelhia de Lisboa, então....resta a Bota-Botilde, como tu dizes.

Aceita um abraço fraterno.

LRC
20.2.06 . - . Página inicial . - . 1 Comentários


quinta-feira, fevereiro 16, 2006  
[0.020/2006]
PARTIDO DE MILITANTES

No próximo dia 17 de Março realizam-se as eleições para a Concelhia de Lisboa.
Miguel Coelho, o actual líder do PS-Lisboa, decidiu (e bem) recandidatar-se a mais um mandato.
A ele darei novamente o meu apoio. A memória não pode ser curta, pois há que reconhecer que a Concelhia de Lisboa tem estado sempre na primeira linha do combate político a todos os níveis.
Com Miguel Coelho sabemos com o que contamos. Tem dado provas, nas horas boas e menos boas, que sabe liderar sem discriminar. Agora, mais do que nunca, não é altura de experiências aventureiras.
Com ele continuarei a lutar "Por um Partido de Militantes Aberto e Solidário".

LRC
16.2.06 . - . Página inicial . - . 3 Comentários


terça-feira, fevereiro 14, 2006  
[0.019/2006]
ARRENDAMENTO

Foi ontem promulgada pelo Presidente Jorge Sampaio a Lei do Arrendamento, proposta pelo actual Governo e aprovada em Dezembro na Assembleia da República pela maioria socialista, embora com algumas abstenções, como foi o caso do Deputado Miguel Coelho, lider da Concelhia de Lisboa.

Não me cabe aqui analisar a decisão do Presidente da República nem a bondade do Secretário de Estado Adjunto e da Administração Local, Eduardo Cabrita, o verdadeiro "pai" da lei hoje mandada publicar em Diário da República. Nem tão pouco comentar porque é que as Associações, tanto a de Inquilinos, como a de Proprietários e a de Comerciantes apresentaram protestos contra esta lei. Ficará para os entendidos na matéria, o que já hoje se viu, em alguns casos muito bem, em quase toda a imprensa escrita.

Certo é que a antiga lei estava desajustada da realidade e que a proposta de lei do anterior Governo de Santana Lopes, veementemente combatida pelo PS e em especial pelo PS-Lisboa e em boa-hora desprezada, seria catastrófica para a generalidade do inquilinato.

Para já, fica a firmeza do Governo em mostrar que, também neste caso, algo teria que mudar. E quando se muda, mexe-se em interesses. Terá que se conceder o benefício da dúvida e dar tempo ao tempo. E para quem tiver dúvidas, o Governo disponibiliza "on line" toda a informação sobre esta nova lei e dá resposta a determinadas perguntas-tipo em http://www.arrendamento.gov.pt .

LRC

14.2.06 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


segunda-feira, fevereiro 13, 2006  
[0.018/2006]
UMA QUESTÃO DE IMAGEM

A EMEL através da sua presidente, a vereadora Marina Ferreira, anunciou que pretende mudar a imagem que a Empresa Municipal de Estacionamento de Lisboa tem junto dos utentes. Que, pelos vistos, é má.
Depois de em 2005 ter recebido cerca de 3.500 reclamações (fora aquelas com que os funcionários são verbalmente brindados diáriamente) a EMEL aderiu à Arbitragem de Conflitos de Consumo, um Tribunal arbitral com competência para resolver conflitos de consumo até cinco mil euros , cujas sentenças são proferidas, num prazo máximo de 40 dias, por um juíz desembargador e têm o mesmo valor das decisões judiciais.
Em declarações ao DN, a vereadora da CML diz-nos que é um "sinal de que temos vontade de mudar o mal-estar que sentimos existir entre munícipes e empresa. É uma forma de tornarmos tudo mais transparente." Nem mais!

Pelos vistos, há coragem de membros da actual gestão PSD+PP em publicitar a má herança da anterior gestão, também PSD+PP.
Mas muito há a mudar, não é só a imagem. Haja também coragem para mudar a política da EMEL, verdadeira causa para o mal-estar e respectivas reclamações dos utentes.

E por falar em imagem, Carmona Rodrigues (que parece que anda preocupado com quem manda na CML: se é ele, se é a vereadora do PP Maria José Nogueira Pinto ou se é António Preto, o presidente do PSD-Lisboa) contratou - a que preço ? - uma das nossas socialites, Vicky Fernades, para coordenar os eventos da CML.

LRC
13.2.06 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


quinta-feira, fevereiro 09, 2006  
[0.017/2006]
SONDAGENS

Valem aquilo que valem, como é vulgar ouvir-se dizer.

São manipuláveis e manipuladas? Influenciam mesmo a opinião pública? Para quem lhes confere importância (alguma, muita ou pouca) transcrevemos, com a devida vénia, a que saiu agora no Correio da Manhã :

José Sócrates está a recuperar de forma gradual a confiança dos portugueses. De acordo com uma sondagem Correio da Manhã/Aximage, 53,1% dos inquiridos consideram que o Governo está a governar melhor (14,9%) ou igual (38,2%) ao que esperavam. Em contraste, o PSD tem vindo a ganhar terreno ao PS. Em Fevereiro, apenas 3,4 pontos percentuais separavam os dois partidos.
O resultado da sondagem, realizada do dia 1 a 3 deste mês, demonstra que a expectativa em relação à actuação do Governo tem vindo a melhorar consistentemente desde Outubro do ano passado, altura em que apenas 9,7% dos inquiridos declararam que o Governo estava a actuar melhor do que esperavam. Volvidos quatro meses, esse valor subiu para 14,9 %, o mais alto desde Junho de 2005 (13,6%). O maior salto positivo quanto à actuação do Governo deu-se entre Janeiro e Fevereiro deste ano, passando de 11,6% para 14,9% (mais 3,3 pontos ). Trata-se de um período de tempo que coincide com a apresentação, por parte do Governo, do Plano Tecnológico, a aprovação do acordo na Autoeuropa, a eleição de Cavaco Silva para Presidente da República e a vinda do presidente da Microsoft, Bill Gates, a Portugal. Estes factores, aliados a outras intenções de investimento estrangeiro já anunciadas, terão sido decisivos para uma mudança na expectativa dos portugueses sobre o desempenho do Governo.


LRC
9.2.06 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


terça-feira, fevereiro 07, 2006  
[0016/2006]
DIFICIL DE ANALISAR...... E DE RESOLVER


Li hoje no DN a odisseia que os utentes do Jardim do Príncipe Real estão a viver, sem água nos sanitários há cerca de três meses.
Leu bem : três-meses-três! Não são 3 horas, 3 dias ou 3 semanas.
A estória, simples e singela, conta-se em duas penadas : parece que havia (e ainda há) uma ruptura para reparar. A junta de Freguesia das Mercês oficiou a Câmara Municipal com carácter urgente a solicitar a reparação da avaria. Esta passou a bola para a EPAL que a devolveu à CML. Três meses depois....os utentes do Jardim, eleitores e cidadãos, não têm sanitários a funcionar e os departamentos da CML ainda continuam a analisar a situação.
Não venha depois a Câmara intoxicar-nos com essa propaganda do Alerta, pequenas reparações na via pública, a requalificação dos espaços públicos, etecétera e tal. É que, pelos vistos, isso não funciona e não passa disso mesmo : propaganda.

LRC
7.2.06 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


segunda-feira, fevereiro 06, 2006  
Cartaz [0.015/2006]
FOI SÓ SHOW-OFF

Na semana passada ouvi na Antena 1 uma pequena peça sobre o Cinema Europa.
Falou o Vereador da CML com a tutela deste assunto, um representante do Movimento Cívico "SOS Europa" e o Presidente da Junta de Freguesia de Santo Condestável.
Todos unânimes em demonstrar a alegria que sentiam por se ter chegado, finalmente, a uma solução para o espaço-Europa. E de acordo com o que ouvi, penso que bem ouvido, seria um espaço dedicado à cultura, com várias vertentes.
No entanto, parece que não é bem assim. Segundo podemos ler
aqui ainda está tudo nas hipóteses e nas intenções.
Só tomaram posse há tão pouco tempo e já começou o "espectáculo".

Habituem-se, que vem aí mais do mesmo!


LRC
6.2.06 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


quinta-feira, fevereiro 02, 2006  
[0.014/2006]
TODA A GENTE ACERTOU

Pois claro, todos acertámos que não iria haver casamento. Tal como era previsivel, o conservador indeferiu o pedido com base na expressão do artigo 1577 do Código Civil que restringe o casamento a duas pessoas de sexo diferente.
O advogado de Teresa e Helena, que batalha para que também aqui a Constituição preveleça sobre o Código Civil, adiantou que foi já entregue recurso para o Tribunal Cível de Lisboa e se aqui a decisão também for desfavorável, será feito outro recurso para o Tribunal da Relação, seguindo-se o Supremo Tribunal de Justiça, o Tribunal Constitucional e o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem.
No próximo dia 16 de Fevereiro várias associações de defesa dos direitos de gays e lésbicas vão entregar ao presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, uma petição a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Paralelamente, a JS também se está a mexer nesse sentido.
Resta a Teresa e Helena, duas mulheres com filhas que afirmam ser «um casal normal», continuarem a viver juntas. Como muitos outros casais de homosexuais que vivem por esse Portugal fora.
Resta-lhes também a consolação de terem sido as pioneiras, assumidas e visíveis, na luta por um direito que acham que lhes assiste.
Só por isso ficarão na história.

LRC
2.2.06 . - . Página inicial . - . 3 Comentários


quarta-feira, fevereiro 01, 2006  
0.013/2006]
CASAM OU NÃO ?

Duas cidadãs portuguesas, maiores, a Lena e a Teresa, apresentaram-se hoje na 7ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa, acompanhadas de advogado, pretendendo contrair matrimónio.
O Conservador aceitou o pedido, abriu e numerou o processo, mas pediu 24 horas para dar o parecer final sobre se haverá casamento ou não, pois se por um lado deveria aceitar o pedido, devido à Constituição da República impedir a discriminação de cidadãos por causa da sua orientação sexual (vulgo homosexualidade), por outro lado deveria recusar o pedido pois o Código Civil não permite o casamento entre seres do mesmo sexo.
Assunto complicado.
O nosso Ministro da Justiça (nosso porque é do PS), Alberto Costa, já tornou público que lei é lei e que não se vislumbra no horizonte qualquer alteração ao quadro vigente. Vitalino Canas, o porta-voz oficial do nosso Partido, também já veio a terreiro comunicar que há assuntos mais importantes e urgentes para o País, neste momento, para a sociedade discutir.
Mas a nossa JS, liderada pelo Pedro Nuno Santos é que já disse, alto e bom som, que na próxima semana apresentará no Parlamento uma proposta de alteração à lei, pois a JS é a favor do casamento entre cidadãos do mesmo sexo.
Ora aqui está um tema de actualidade, importantíssimo, que deverá mobilizar todos os militantes socialistas para um debate interno, independentemente do debate público que já começou.

Isto sim, será discutir política. Será exercer o nosso direito de cidadãos. Será defender as ideias e os valores que queremos para a nossa Pátria.
Amanhã, o Conservador ditará a sua fundamentação para a decisão que tomar.
Casam ou não ?

LRC
1.2.06 . - . Página inicial . - . 7 Comentários


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