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3. Foro - Centro de múltiplas actividades.
4. Foro - Debate de especialistas sobre determinada matéria.
COLÓQUIO, FORO. - Um forum sobre educação.
PL. foruns.

In Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa.
Lisboa: Ed. Verbo, 2001. 1º vol p. 802
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segunda-feira, outubro 30, 2006  
[0.095/2006]
ACTO ELEITORAL

A COC-Comissão Organizadora do Congresso deu provimento ao recurso apresentado pela lista de candidatos encabeçada pelo camarada Flávio Fonte, que tinha impugnado o acto eleitoral da passada 6ª feira na Secção de Campo de Ourique.
A repetição da Assembleia Eleitoral , onde concorrem 2 listas que apoiam a mesma Moção A de José Sócrates, terá lugar na próxima 6ª feira 3 de Novembro a partir das 18.00 horas, na sede da Secção, no edificio da FAUL.

LRC
30.10.06 . - . Página inicial . - . 1 Comentários


domingo, outubro 29, 2006  
[0.094/2006]
SÓCRATES REELEITO SECRETÁRIO-GERAL COM 97,2 % DOS VOTOS

O camarada José Sócrates foi reeleito secretário-geral do Partido com cerca de 97,2 por cento dos votos e elegerá 99 % dos delegados para o XV Congresso.
Segundo o presidente da Comissão Organizadora do Congresso (COC) do PS, Capoulas Santos, até ao início da madrugada de hoje foram apurados os votos de 649 das 718 secções do partido, correspondentes a 90 por cento do total.
"Na eleição de delegados, as listas afectas à moção A de José Sócrates elegeram já 1.384 delegados, cerca de 99 por cento, contra 9 da moção C encabeçada por Helena Roseta (0,6 por cento) e 6 da moção B de Fonseca Ferreira (0,4 por cento), informou o Presidente da COC.
Na eleição para o cargo de secretário-geral do PS, José Sócrates obteve até agora 24.713 votos, correspondentes a 97,2 por cento dos votos expressos, tendo-se registado também 714 votos brancos e nulos (2,7 por cento).
Em 2004, quando disputou a corrida à liderança com Manuel Alegre e João Soares, o actual secretário-geral obteve mais de 28 mil votos, sendo eleito com uma percentagem de 81 por cento.
Para além dos 1.570 delegados que serão eleitos directamente pelos militantes do partido, o congresso contará ainda com a presença de 300 delegados inerentes (por fazerem parte dos órgãos nacionais do partido) com direito a voto.
Para tentar a consulta aos resultados da Concelhia clique
aqui, para ver os resultados a nível da FAUL clique aqui e para aceder aos resultados totais nacionais clique aqui.
Na Secção de Campo de Ourique concorreram 2 listas, ambas apoiantes da Moção A de José Sócrates, mas o acto eleitoral foi impugnado, logo à abertura, pela lista de candidatos encabeçada pelo Coordenador da Secção, Flávio Fonte, tendo-se recorrido à COC para que decida pela sua repetição. De acordo com os regulamento, as repetições de Assembleias Eleitorais realizam-se a 3 e 4 de Novembro.

LRC

29.10.06 . - . Página inicial . - . 3 Comentários


domingo, outubro 22, 2006  
[0.093/2006]
COMUNICADO DO PS/LISBOA EXIGE DEMISSÃO DE VEREADOR DO PS

A recente
entrevista a um jornal diário do Vereador da Câmara Municipal de Lisboa eleito pelo Partido Socialista, Nuno Gaioso Ribeiro, constituiu para este Secretariado uma surpresa e um motivo de profundo desagrado.
Surpresa, porque parte substancial da entrevista, constitui um ataque pessoal e político ao cabeça de lista do Partido Socialista para a Câmara Municipal de Lisboa, Manuel Maria Carrilho, ataque vindo de quem só foi candidato por vontade expressa e insistente do próprio Manuel Maria Carrilho.
Profundo desagrado, porque o PS Lisboa - terminado o "benefício da dúvida" e o "estado de graça" concedido ao Eng. Carmona Rodrigues - se centrou numa nova fase do combate político a esta maioria de direita com maior acutilância e visibilidade, e este tipo de declarações, desvia a atenção das pessoas do essencial para questões secundárias e pessoais, e em nada contribui para a estratégia que o PS defende para Lisboa.
No último debate sobre o Estado da Cidade ficou bem patente a inoperância e a incapacidade do executivo municipal e do seu Presidente, Carmona Rodrigues, em resolverem os graves problemas de Lisboa e, sobretudo, ficou demonstrado, que uma das principais causas reside no facto de Lisboa estar sem liderança, sem estratégia de desenvolvimento e sem autoridade política no seio do seu executivo, fruto das divergências internas entre as várias facções do PSD.
Precisamente por essas razões o Secretariado do PS/Lisboa só pode entender estas declarações do Vereador Gaioso Ribeiro como fazendo parte de uma estratégia pessoal de afirmação - à custa de quem o escolheu e defendeu como candidato - mesmo que para tal prejudique deliberadamente a eficácia das decisões e deliberações dos órgãos legítimos e condutores da afirmação política do PS em Lisboa, a sua Comissão Política e o seu Secretariado.
Nesse sentido e, embora reconhecendo o direito à crítica, quando ela for construtiva e apresentada nos órgãos próprios, o que não aconteceu, não podemos permitir que um manifesto caso de vaidade pessoal se transforme num facto criado sem nenhuma correspondência com a realidade, pelo que este secretariado deliberou, por unanimidade:
1º - Retirar a confiança política ao Vereador Nuno Gaioso Ribeiro, e, consequentemente, convidá-lo a demitir-se do cargo que exerce em nome do PS;
2º - Reiterar a confiança e manifestar solidariedade ao Vereador Manuel Maria Carrilho.

Finalmente, o Secretariado do PS/Lisboa reafirma o seu propósito em continuar com a sua postura de oposição firme e construtiva com o objectivo de contribuir para a resolução dos problemas dos lisboetas e da cidade e de construir uma alternativa credível e consistente para Lisboa.

22.10.06 . - . Página inicial . - . 7 Comentários


sábado, outubro 21, 2006  
[0.092/2006]
ASSOCIAÇÃO FORUM CIDADE

Nova associação quer discutir Lisboa
Debater Lisboa, os seus problemas e elaborar propostas políticas capazes de ajudar a ultrapassar as dificuldades com que a cidade se debate, foi o propósito que levou um conjunto de personalidades a criarem a Associação Fórum Cidade. Esta nova associação, que reúne nos seus quadros fundadores mais de meia centena de individualidades de algum modo ligadas há muito ao quotidiano da cidade, surgiu, segundo Miguel Coelho, um dos elementos fundadores, no seguimento de uma experiência que reuniu mais de mil pessoas que durante três anos debateram profundamente em centenas de reuniões e encontros os problemas da cidade e a forma técnica e política de os ultrapassar.
É graças a este conhecimento acumulado sobre Lisboa, e adquirido ao longo de todos estes anos, que justifica, segundo os seus responsáveis, o surgimento de uma associação com estas características capaz de debater de forma sustentada os problemas da capital, analisando os principais estrangulamentos com que se depara e apresentando, simultaneamente, o necessário diagnóstico e as perspectivas mais adequadas e eficazes para os ultrapassar. A Associação Fórum Cidade quer contribuir com a sua actuação para a elaboração de políticas sérias e voltadas para o futuro, razão pela qual, refere-nos Sérgio Cintra, outro dos elementos fundadores, pretende-se em breve abrir os encontros à população em geral, recolhendo deste modo as mais-valias daí decorrentes para um projecto que se deseja o mais abrangente possível, e que só com a diversidade de opiniões e o contributo do maior número de cidadãos pode ajudar a enriquecer e a consolidar.

Vastos e ambiciosos objectivos
São vastos e ambiciosos os objectivos e caminhos que a Associação Fórum Cidade pretende percorrer. Se numa primeira fase o enfoque deverá incidir na luta pela reorganização administrativa e económica da Câmara Municipal, capítulo, como nos refere Sérgio Cintra, que a não ser encarado de forma célere deitará tudo resto a perder, outras áreas existem que serão objecto de particular atenção e merecedoras por parte desta associação de uma especial vigilância. É o caso, por exemplo, da necessária contribuição que o Fórum dará de forma a ajudar na elaboração de políticas para a cidade de Lisboa alargando a base de participação dos cidadãos aumentando, deste modo, a reflexão sobre a gestão do território, onde as propostas e as iniciativas que vieram a ser apresentadas não devem nem tão pouco poderão estar arredadas da sua actuação. Mas outros objectivos fazem ainda parte da sua acção futura, como seja o da contribuição para a elaboração de um verdadeiro pensamento político que dê respostas às alterações sociais que indubitavelmente Lisboa conheceu nos últimos anos, designadamente discutindo a necessidade de reformular a Administração autárquica, debater os muitos e diversificados problemas da cidade e apresentar soluções concretas para recolocar Lisboa a par das restantes capitais europeias. São muitos os nomes que fazem parte desta Associação Fórum Cidade, como é o caso de António Mega Ferreira, presidente do Centro Cultural de Belém, António Rebelo de Sousa, jurista, Maria de Belém, deputada e ex-ministra da Saúde, Vasco Franco, deputado e ex-vereador na Câmara Municipal de Lisboa, Ana Paula Vitorino, secretária de Estado dos Transportes, Miguel Coelho, deputado e presidente da Concelhia de Lisboa, Jorge Coelho, dirigente do Partido Socialista, entre tantos outros que subscreveram a criação desta associação que agora se propõe apresentar propostas, debater soluções e apontar caminhos para a modernização da cidade de Lisboa.

Transcrito com a devida vénia do Acção Socialista (Rui Solano de Almeida)

21.10.06 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


quinta-feira, outubro 19, 2006  
[0.091/2006]
A PERGUNTA

Foi hoje aprovada na Assembleia da República a pergunta para o referendo sobre a IVG :

Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras 10 semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?

LRC
19.10.06 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


domingo, outubro 15, 2006  
[0.090/2006]
CAMPANHA PELO "SIM"

O Partido vai lançar amanhã a sua campanha pelo "sim" à despenalização do aborto, numa conferência promovida pelos eurodeputados socialistas com a presença do secretário-geral, José Sócrates e do ministro da Saúde, Correia de Campos, que decorrerá no Centro Cultural de Belém, três dias antes do PS aprovar no Parlamento uma proposta de referendo sobre o aborto.
A conferência terá como tema "A saúde sexual e reprodutiva da mulher" e será aberta pelas intervenções da Eurodeputada Edite Estrela, do ministro da Saúde, Correia de Campos e do Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, Jorge Lacão.
O Primeiro-Ministro e secretário-geral do Partido, José Sócrates, encerrará o colóquio, após a secretária nacional para a Igualdade do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), Maribel Montao Requena, ler uma mensagem do primeiro-ministro de Espanha, José Luís Zapatero.
Antes, haverá um painel sobre "A Europa e a Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG)", moderado pelo líder parlamentar socialista, Alberto Martins, com a participação de eurodeputadas da Dinamarca e da Hungria e da presidente da Comissão para a Igualdade e para os Direitos da Mulher, Elza Pais.
Um segundo painel, sobre "A IVG e a saúde da mulher" terá a participação do presidente e do ex-presidente da Comissão Nacional de Saúde Materna e Neonatal, os médicos Jorge Branco (director da Maternidade Alfredo da Costa) e Albino Aroso, respectivamente, bem como da directora do Observatório da Saúde da Mulher espanhol e da jornalista Fernanda Câncio.

LRC

15.10.06 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


sábado, outubro 14, 2006  
[0.089/2006]
Combater prática clandestina também é prioridade

O líder socialista e primeiro-ministro, José Sócrates, defendeu hoje o "sim" no referendo sobre a despenalização do aborto para acabar com os julgamentos de mulheres que recorrem à IVG e para acabar com o aborto clandestino.
Num encontro do departamento das mulheres socialistas, na sede nacional do PS em Lisboa, Sócrates identificou quais serão os argumentos dos socialistas em defesa da Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG), na campanha para o referendo sobre a despenalização.

"Não é para liberalizar. É para obter um equilíbrio entre as convicções pessoais e a liberdade. O primeiro objectivo da lei é não mandar para a prisão as mulheres que façam um aborto até às dez semanas de gravidez", afirmou José Sócrates.
O segundo objectivo, acrescentou, "é combater a chaga do aborto clandestino", permitindo às mulheres que o decidam, fazer uma interrupção da gravidez em estabelecimentos do Serviço Nacional de Saúde. "Não queremos que ninguém faça ou deixe de fazer [um aborto]. (...) Não queremos é o julgamento social dessas mulheres, nem que as que decidem fazer vão parar à prisão", afirmou.
Para o primeiro-ministro, existe hoje na sociedade portuguesa "um consenso social" quanto aos "valores de uma sociedade moderna". "Queremos que a chaga do aborto clandestino deixe de ser a norma em Portugal, porque isso é próprio de um país atrasado", afirmou.
José Sócrates acusou de "hipocrisia" os que defendem a manutenção da lei, que penaliza as mulheres com penas até três anos de prisão, e sugerem "engenharias processuais" para evitar os julgamentos.
O primeiro-ministro justificou ainda a recusa do PS em "usar a maioria" de que dispõe no Parlamento para aprovar a mudança da lei penal afirmando que isso "seria ser oportunista" e uma falta de respeito pela democracia. "Sempre recusámos a via fácil, utilizar a maioria absoluta para aprovar a mudança da lei no Parlamento. Seria ganhar no Parlamento o que perdemos nas urnas. O PS respeita as leis da democracia e temos que combater pela vitória", afirmou, perante os aplausos das mulheres socialistas.
Prometendo o seu empenho pessoal e político na campanha do referendo, o líder socialista garantiu ainda "total liberdade para os membros do PS?"que entendam defender o "não" por convicção pessoal.
O Parlamento vai aprovar no próximo dia 19 um projecto de resolução do PS a propor a realização de um novo referendo sobre a despenalização do aborto até às dez semanas de gravidez, a pedido da mulher e em estabelecimento autorizado de saúde.
José Sócrates prometeu há um ano voltar a apresentar na Assembleia da República um projecto de resolução pedindo um referendo à despenalização da interrupção voluntária da gravidez, igualzinho ao que no ano passado entregou por duas vezes e viu frustrar-se outras tantas.
O calendário do PS visa que o referendo não se possa realizar antes do Natal, e entre a aprovação no Parlamento da resolução sobre o assunto e a convocação do referendo pelo Presidente da República, pode passar apenas um mês e meio, caso todas as fases do processo corram pelo mínimo legal.

Transcrito de O PÚBLICO ONLINE

14.10.06 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


segunda-feira, outubro 09, 2006  
[0.088/2006]
AS MOÇÕES

Informam-se todos os interessados que as 3 moções globais apresentadas ao XV Congresso já estão disponíveis para leitura, no site do Partido.

Moção A - O Rumo do PS : Modernizar Portugal
- 1º Subscritor: José Sócrates
Moção B - PS: As Pessoas no Centro da Política
- 1º Subscritor: Fonseca Ferreira
Moção C - Solidariedade e Cidadania
- 1ºs subscritores: Helena Roseta e José Leitão

LRC

9.10.06 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


domingo, outubro 08, 2006  
[0.087/2006]
AO TERCEIRO NÚMERO DENUNCIOU-SE

Já todos os leitores de semanários perceberam que o Sol é mais um semanário de direita que se distingue do Expresso porque tem uns genes de 24 Horas e de Independente que faltavam ao jornal de Pinto Balsemão. Quanto aos genes de 24 Horas têm sido evidentes nas primeiras páginas de todos os números; os genes do Independente de Paulo Portas ficaram evidentes ao lançar a questão da adopção por homossexuais na sua terceira edição. Julgando que o lançamento está consolidado, o director do Sol arregaça as mangas e mete-se na política.
É um velho truque dos que se opõem ao casamento de gays, invocam que a seguir virão as adopções, só Deus sabe o que mais, isto é, quem aprovar o casamento está também a aprovar as adopções. E é verdade que são muitos os que aprovam as duas situações. Ao transformar algumas opiniões pessoais numa possível posição do PS, o Sol está a dar um golpe baixo, lançando na sociedade um medo sobre o que aí vem.
E o que aí vem não são os casamentos gays ou as adopções, é a questão do aborto. Lançar a questão das adopções agora é um golpe baixo, revela uma intenção deliberada de alguma direita em misturar os temas, como se aí viesse o Armagedão. A seguir alguém vai dizer que Sócrates quer adoptar todas as medidas que já foram implementadas em Espanha, isto é, quem aprovar o aborto está também a aprovar o casamento e a adopção por gays. Dizer que o Sol é um 24 Horas em versão de semanário começa a ser ofensivo para os jornalistas daquele jornal diário.

Transcrito com a devida vénia de O JUMENTO
8.10.06 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


sexta-feira, outubro 06, 2006  
[0.086/2006]
O CONGRESSO JÁ ESTÁ AÍ
Depois da moção de Helena Roseta e José Leitão e da moção de Fonseca Ferreira, foi hoje
apresentada pelo Secretário-Geral a moção com que se vai apresentar no XV Congresso. Em Santarém, José Sócrates vai pedir o apoio do Partido para continuar a acção Governativa.
Muito já foi feito, ninguém o pode negar. Mas ainda há muito para fazer até ao fim da legislatura. E este Governo do PS é mesmo para ir até ao fim.
Que não caia por implusão.


LRC
6.10.06 . - . Página inicial . - . 9 Comentários


domingo, outubro 01, 2006  
[0.085/2006]
I JORNADAS PARLAMENTARES DE LISBOA

Realizou-se ontem esta iniciativa, que visava juntar todos os Autarcas eleitos pelo PS (vereadores, deputados municipais e membros de Juntas e Assembleias de Freguesia) e os membros da Comissão Política Concelhia numa importante jornada englobada no combate político que se tem que continuar a travar contra a maioria de direita que governa a cidade.
Apesar do apelo feito pela Concelhia de Lisboa a todos aqueles que têm responsabilidades políticas na cidade, para que este dia ficasse como um marco da Oposição em Lisboa, a afluência ao Fórum Lisboa esteve um pouco àquem da esperada e desejada.
O programa, composto por 5 painéis, ocupou o dia inteiro e merecem especial destaque a intervenção do nosso candidato à CML e vereador, Prof. Manuel Maria Carrilho, sobre o momento actual da cidade e da sua (má) gestão, bem como a da Ministra da Educação, Drª Maria de Lurdes Rodrigues, sobre a situação escolar na cidade.
Houve bastantes intervenções dos participantes, que trouxeram ao debate casos concretos de várias freguesias.
A sessão de encerramento, a cargo do Presidente do PS-Lisboa, Miguel Coelho e do Secretário Nacional para a Organização, Marcos Perestrelo (que elogiou a política e a acção do governo de José Sócrates), contou com as presenças da Presidente da Assembleia Municipal, que também representava o PSD, e de representantes do PCP e do CDS.

LRC
1.10.06 . - . Página inicial . - . 8 Comentários


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