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quarta-feira, fevereiro 28, 2007  
[0.054/2007]
A UNANIMIDADE

Por estas razões, o PS/Lisboa entende que é tempo de os Srs. fazerem aquilo que deve ser feito: demitirem-se e criarem as condições para que os lisboetas se possam pronunciar. O PSD deve assumir as suas responsabilidades e compreender que só através de Eleições Intercalares pode restituir à cidade a credibilidade e confiança perdidas na sua Câmara Municipal.
Miguel Coelho, líder do PS/Lisboa na intervenção de ontem na Assembleia Municipal

Para os Vereadores do PS, a solução para a grave crise que vai minando a credibilidade da Câmara Municipal terá de ser encontrada em eleições intercalares!
Dias Baptista, Vereador da CML, no Blog Lisboa desgovernada, mas não abandonada

Afirmo, novamente, e cada vez com mais convicção, que é tempo de devolver a palavra aos lisboetas. É tempo de eleições intercalares.
Rui Paulo Figueiredo, Vereador da CML, no Blog Lisboa, quem te viu e quem te vê

28.2.07 . - . Página inicial . - . 1 Comentários


 
[0.053/2007]
PS/LISBOA PEDE A DEMISSÃO DO EXECUTIVO CAMARÁRIO

Na sessão de ontem da Assembleia Municipal, Miguel Coelho pediu a demissão do Presidente da Câmara e da vereação de maneira a serem covocadas eleições intercalares. Transcrevemos a intervenção do líder dos Deputados Municipais do PS :

Exma. Sra. Presidente da Assembleia Municipal
Sr. Presidente da Câmara e Srs. Vereadores.
Sras. e Srs. Deputados Municipais,

Sra. Presidente,

Quando no passado dia 6 de Fevereiro aqui reunimos, por iniciativa do Partido Socialista, aliás prontamente secundada por todas as outras forças políticas, e tive a oportunidade de, em nome do PS/Lisboa, apresentar o nosso diagnóstico da situação política da cidade e os termos nos quais o PS aconselhava o PSD e o Sr. Presidente da Câmara a mudarem de rumo, estávamos longe de supor que este autêntico pesadelo iria continuar, com contornos cada vez mais preocupantes.

Não me estou a referir, como aliás tive o cuidado de aqui o dizer, a nenhum dos aspectos que se prendem com as investigações em curso às diversas situações por todos já conhecidas.
Reafirmo, em nome do PS/Lisboa, que num Estado de Direito, não é a condição de arguido que transforma um cidadão em culpado. Aliás, a importante entrevista que o Sr. Procurador Geral da República deu recentemente a um canal televisivo, confirma, como não poderia deixar de ser, tal facto.

Estou-me a referir, como sempre, à inaudita forma como o Sr. Presidente da Câmara e o PSD têm gerido politicamente os destinos da cidade e, também, todas as matérias que colocam em causa a credibilidade do município.

Neste âmbito, para além de tudo o que já tinha acontecido, ocorreram nestes quinze dias mais situações às quais a resposta do Sr. Presidente e do PSD foi, em nosso entender, desastrosa.
Como foi possível que o Sr. Vereador Fontão de Carvalho tenha omitido, ao que parece por quase três meses a sua condição de arguido?

Como foi possível o desnorte da sua solitária conferência de imprensa e tudo o que se seguiu. Não estou a pronunciar-me sobre a matéria judicial, apenas a fazer uma leitura política de mais esta trapalhada e pergunto com sinceridade:
- acham que os lisboetas compreendem o que aconteceu?
- acham que este episódio – mais um – aumentou os níveis de confiança na vossa governação?

Ainda com toda a gente perplexa com o que estava a acontecer, surgiu mais um episódio, ridículo mas grave - o da Gebalis: um vereador, quiçá para promover um ajuste de contas internos no PSD e também com o CDS, nomeia uma comissão para analisar os actos da empresa que se esquece de ouvir o Conselho de Administração e envia as conclusões do mesmo, que são graves para a empresa e para o município, para a Inspecção-Geral de Finanças e para o Tribunal de Contas.
Ridículo, porque evidencia o desnorte desta maioria, com este autêntico tiro de canhão nos próprios pés, mas grave, porque não se pode ignorar o seu conteúdo.
Não rejeitamos assim as referidas conclusões, como verificarão pela Moção que apresentámos, mas queremos que elas sejam confirmadas por uma Comissão de Inquérito independente.

Mas pergunto, novamente, com sinceridade: acha o PSD, a Sra. Presidente da Assembleia Municipal e o Sr. Presidente da Câmara que este episódio reforça a confiança no executivo municipal e na sua imagem?
Evidentemente que não.

Sra. Presidente,
Sr. Presidente,

O PSD colocou-se numa posição insustentável. Mas mais grave ainda é que aprofundou a crise e a paralisia da cidade de Lisboa. Já ninguém acredita na vossa capacidade de resolver os problemas, de tirar Lisboa do fundo do poço.
À dramática crise financeira, soma-se uma crise moral, de confiança e de credibilidade.

Há quinze dias atrás, questionávamos a maioria com três pontos:

1 – Informarem se estavam ou não em condições de continuar;
2 – Com que solução de estabilidade;
3 – Com que prioridades.

Tínhamos esperança que pudessem encontrar o fôlego e o engenho necessário para responderem positivamente. Hoje, verificámos o contrário.
Não só não se preocuparam em procurar soluções, como ainda contribuíram para agravar ainda mais a imagem e credibilidade da vossa própria maioria.

Não ignoramos as responsabilidades do PSD nacional, e do seu líder, no aprofundamento desta crise. Para além da jurisprudência interna ao PSD que criou com a sua postura quanto aos autarcas constituídos em arguidos, encontrou as excepções mais convenientes para si, quando este estatuto de arguido atingiu as suas escolhas pessoais. Para além disso, precipitou o fim da coligação com o CDS/PP, ao interferir na escolha de dirigentes de empresas municipais.

Não ignoramos as responsabilidades, enquanto líder partidária, da Sra. Presidente da Assembleia, que não soube, ou não conseguiu ser um factor de estabilidade, controlando o seu próprio partido nas sucessivas guerras internas, que só contribuíram para minar a relação de confiança entre a cidade e a sua câmara.

Mas, Sr. Presidente, Eng. Carmona Rodrigues, não ignoramos, sobretudo, as suas próprias responsabilidades em todo este processo, porque desde o início se demitiu de traçar os caminhos estratégicos para a cidade de Lisboa, de impor a sua liderança e autoridade política ao PSD e, sobretudo, de não ter sabido interpretar com clareza, os sinais que indicavam o descontrole total da máquina decisória do município.

Por estas razões, o PS/Lisboa entende que é tempo de os Srs. fazerem aquilo que deve ser feito: demitirem-se e criarem as condições para que os lisboetas se possam pronunciar. O PSD deve assumir as suas responsabilidades e compreender que só através de Eleições Intercalares pode restituir à cidade a credibilidade e confiança perdidas na sua Câmara Municipal.

Miguel Coelho

28.2.07 . - . Página inicial . - . 1 Comentários


terça-feira, fevereiro 27, 2007  
[0.052/2007]
O ENDIVIDAMENTO GIGANTESCO

"A Câmara de Lisboa, que devia ser um factor que puxa pelo crescimento económico, está paralisada há um mês e o investimento na cidade sofre com isso", disse em entrevista à agência Lusa Rui Paulo Figueiredo, que substituiu há cerca de um mês e meio Manuel Maria Carrilho como vereador do PS na autarquia.
O vereador sustentou que o endividamento de "mais de mil milhões de euros da câmara é gigantesco" e defendeu um "programa de emergência" para diminuir as despesas correntes e fazer face ao crescente endividamento.

Ler no Blog Lisboa, quem te viu e quem te vê

27.2.07 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


 
[0.051/2007]
COMENTÁRIO RECEBIDO VIA EMAIL

Caro LRC,

Estou a escrever-lhe, num momento em que Nuno Gaioso é entrevistado na RTP2, e será figura de destaque no Público de amanhã, começando assim a posicionar-se, e isto acontece mesmo não tendo a confiança política da Concelhia do PS de Lisboa.
Duas questões:
- No actual quadro da CML, o que esta necessita, caso haja eleições intercalares, é mais de um gestor financeiro e menos de um político. No período eleitoral normal, aí sim, deve haver a preocupação, pelo PS, de apresentar um político à presidência da CML. Mega Ferreira é uma pessoa culta e um óptimo comunicador. Já como gestor, a sua passagem pela EXPO traduziu-se num défice que pago duplamente: enquanto cidadão e enquanto habitante de Lisboa.
- Como militante socialista, não tenho a pretensão de pensar que todos os militante do PS são impolutos. Julgo que a PJ pensará o mesmo. Assim, estou em crer que, ou suas investigações param (a justiça é o que é em Portugal) sem consequências, seja para quem for ( entendendo-se parar, também como arrastá--las ad infinitum) ou não se limitarão apenas até 2001. E aí pode haver surpresas. Portanto algum cuidado com a escolha dos candidatos.

Afinal mais uma questão: porque é que não disponibilizam a possibilidade de fazer comentários directamente no blog?

Cumprimentos
Mário Alpalhão

P.S. - Deixou-se de desponibilizar a faculdade de fazer comentários neste blog há alguns meses, devido a alguns ataques pessoais, a roçar o ordinário e a ofensa. Contudo e devido a vários reparos, como este acima, vamos iniciar hoje a modalidade de comentários condicionados, os quais são previamente monitorizados antes de serem (ou não) editados.

27.2.07 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


 
[0.050/2007]
ALGUNS COMENTÁRIOS AO "DISPARATE"

Idiotice
Compreende-se que Gaioso, o vereador do PS que foi desautorizado pelo seu partido, procure protagonismo político, provavelmente espera que algum partido o convide para independente numa futura vereação. Mas é uma idiotice que venha propor uma lista conjunta dos partidos da oposição a Carmona, incluindo o CDS que rompeu o acordo com o PSD por uma questão de distribuição de tachos camarário.
(O JUMENTO).

Esta não exclusão, ainda que por princípio, causa-me alguns arrepios e faz-me lembrar tempos distantes. Penso que Nuno Gaioso Ribeiro também não excluiria, por princípio, ser ele a liderar essa lista. Será que na tal reunião numa Secção de Lisboa do Partido Socialista irá igualmente apresentar a tal não exclusão, ainda que em princípio, ou limitar-se-á a fazer um balanço da sua actividade como ex-vereador do PS (que lhe retirou a confiança política)? A paródia, em Lisboa, também pode ser de Revista. Com ou sem Parque Mayer.
LNT

A esquerda e a direita unidas jamais serão vencidas
Às tantas, Nuno Gaioso Ribeiro, o entrevistado desta semana, diz que, para resolver o problema de Lisboa, «preferia uma solução atípica a eleições intercalares»: nada mais, nada menos do que uma lista de personalidades independentes, apoiada por PCP, Bloco, PS e CDS. A ideia remete-nos imediatamente para o poeta chileno Nicanor Parra que, em 1972, num momento em que se gritava «a esquerda unida jamais será vencida», lançou para a história um slogan de compromisso: «la izquierda y la derecha unidas jamás serán vencidas».
Filipe Nunes

27.2.07 . - . Página inicial . - .


segunda-feira, fevereiro 26, 2007  
[0.049/2007]
O DISPARATE

O líder da concelhia do PS, Miguel Coelho, considerou esta ideia (de Nuno Gaioso Ribeiro) um "disparate" e defendeu que "o PS não se alia aos partidos de direita em Lisboa".
Para o deputado e presidente da concelhia de Lisboa dos socialistas "quem define a política de alianças no PS é a comissão política nacional, ouvindo naturalmente a concelhia"

Fonte: Correio da Manhã
26.2.07 . - . Página inicial . - .


domingo, fevereiro 25, 2007  
[0.048/2007]
ESTE TRISTE ESPECTÁCULO...

A instabilidade na Câmara Municipal de Lisboa (CML) aumenta a cada dia que passa. Esta semana, a fogueira foi ateada pelos próprios sociais-democratas: um despacho de Carmona Rodrigues, datado de quarta-feira, 21, corrigiu uma decisão do vereador Sérgio Lipari Pinto, que nomeara uma comissão incumbida de fazer um relatório sobre a Gebalis, empresa municipal que gere 24 mil fogos da capital. Ao analisar actos de gestão desde 2001, o relatório acabou por atingir duas vereadoras que tutelaram a Gebalis - a democrata-cristã Maria José Nogueira Pinto e a social-democrata Helena Lopes da Costa. As visadas acusaram o toque: em declarações ao Expresso, Nogueira Pinto é peremptória: ‘‘A intenção desta auditoria é emporcalharem-me’’. Lopes da Costa lamenta que a comissão “tenha sido dirigida por um assessor de Marques Mendes” - Francisco Themudo Barata - “sem qualquer idoneidade” para fazer uma auditoria. A antiga vereadora de Santana Lopes sustenta que tudo “não passa de uma guerrilha orquestrada por Marques Mendes e Paula Teixeira da Cruz para destituir o actual presidente da Gebalis”.
Fonte: Expresso

25.2.07 . - . Página inicial . - .


 
[0.047/2007]
O QUE MAIS SERÁ NECESSÁRIO ?

Para os Vereadores do PS, a solução para a grave crise que vai minando a credibilidade da Câmara Municipal terá de ser encontrada em eleições intercalares!

Ler no Blog "Lisboa Desgovernada, mas não abandonada"

25.2.07 . - . Página inicial . - .


sábado, fevereiro 24, 2007  
[0.046/2007]
CONSENSO NA COMISSÃO POLÍTICA DO PS/LISBOA

Realizou-se ontem à noite no Largo do Rato uma reunião extraordinária da Comissão Política da Concelhia de Lisboa, convocada para analisar a situação da Câmara Municipal.
Houve consenso nas 27 intervenções: o PS/Lisboa está preparado para as inevitáveis eleições intercalares que acontecerão mais tarde ou mais cedo para o executivo camarário, as quais, no entanto, devem ser provocadas pelo PSD, o verdadeiro responsável pela crise instalada e não por acção da oposição camarária que em nada contribuiu para a situação que se está a viver na autarquia.
Os 4 elementos da JS/Lisboa que intervieram, embora manifestando a sua solidariedade com a Concelhia e com os Vereadores do PS, advogaram que a actuação do PS deveria ter sido mais explícita, directa e provocante no pedido das eleições. Daí, terem-se abstido na votação que ocorreu após a intervenção final de Miguel Coelho e que ratificou o Comunicado saído da reunião do Secretariado da CPCL de 6ª feira, 16.

Por unanimidade e aclamação foi também aprovada uma Moção "em que a CPCL se congratula pela vitória do Sim no Refrendo da IVG e pelo expressivo resultado obtido na cidade de Lisboa", apresentada pela camarada Leonor Coutinho e subscrita pelo Presidente da Concelhia, Miguel Coelho.

LRC
24.2.07 . - . Página inicial . - .


sexta-feira, fevereiro 23, 2007  
[0.045/2007]
PS/LISBOA DIZ QUE É PREMATURO FALAR EM COLIGAÇÕES

O líder dos vereadores do PS na Câmara de Lisboa, Dias Baptista, afirmou que o cenário de uma coligação de esquerda para disputar eleições intercalares "ainda não está em cima da mesa".
"Quando se faz uma coligação, é preciso que haja convergência programática entre as diferentes forças políticas que a integram. Ora, essa avaliação ainda não existe", sublinha o vereador socialista, adiantando ainda que neste momento "a principal preocupação é ultrapassar a presente crise política e institucional da Câmara de Lisboa".
"Só num cenário de eleições intercalares é que se poderá colocar a questão de uma coligação", acrescentou Dias Baptista.
Também em declarações à agência Lusa, o secretário nacional do PS para as autarquias, Miranda Calha, recusou a existência de qualquer movimentação dentro do seu partido, quer para encontrar plataformas de entendimento com outras forças políticas, quer para escolher candidatos à presidência da Câmara da capital.
"Não há hipotéticos candidatos a hipotéticas eleições" para a Câmara de Lisboa, declarou Miranda Calha que adiantou que perante o actual ambiente "de caos e crise" na autarquia, a função do PS "é demonstrar aos lisboetas a incompetência, a ineficácia e a incapacidade da maioria PSD para governar o município".
Entre os membros do Secretariado Nacional do PS, reconhece-se a existência de "paralelismos" entre os últimos meses de Governo de Pedro Santana Lopes e a actual situação na Câmara de Lisboa.
No entanto, estes mesmos membros da direcção dos socialistas também evidenciam as diferenças entre a lei eleitoral autárquica e a lei para a Assembleia da República.
Se, em Novembro de 2004 o então Presidente da República Jorge Sampaio teve poderes para dissolver o Parlamento e convocar eleições antecipadas, já no plano autárquico a realização de eleições intercalares para o executivo deixaria a Assembleia Municipal de Lisboa intocável, com o PSD em ampla maioria.

"Quando o Bloco de Esquerda pede eleições intercalares na Câmara de Lisboa, está a pedir a quem essas eleições?", interrogou-se um membro da direcção do PS, numa alusão ao facto de a equipa de Carmona Rodrigues estar em larga medida dependente de si própria e não da oposição.

Fonte: Lusa

23.2.07 . - . Página inicial . - .


quinta-feira, fevereiro 22, 2007  
[0.044/2007]
COMENTÁRIO AO COMENTÁRIO

Um dos comentários que recebi ao escrito anterior, via email identificado, foi "deixem-se de gajos do aparelho, ocos, cinzentos e de quem não se lhes conhece uma ideia. Comecem a pensar em Mega Ferreira!!!".

Nesta altura do campeonato, em que não se sabe o que vai acontecer e quando, se é que vai acontecer, todas as hipóteses estão em aberto e em cima da mesa.
Não se pode obrigar ninguém a aceitar tão difícil desafio e, por muito que todos queiramos, Mega Ferreira já disse que não estava interessado. Aliás, como é do domínio público, não foi só Mega Ferreira que mostrou a sua indisponibilidade.

Também se tem constatado que se não fôr alguém do "aparelho, oco e cinzento", não se vislumbra, até ao momento, qualquer voluntário(a) "robusto(a) e doutra tonalidade" que mostre vontade de apresentar as suas ideias e constituir uma equipe para elaborar um programa eleitoral, sabendo que, no mínimo, vai receber este legado:

1) Uma maioria laranja na Assembleia Municipal que obstaculizaria quase tudo o que viesse do executivo camarário;
2) Um passivo de mais de 950 milhões de euros, dos quais cerca de 250 milhões a curtíssimo prazo.
3) A mais que provável presença regular da PJ nas instalações da CML para investigação de negócios efectuados desde 2001 (Santana Lopes e Carmona Rodrigues).

Claro que todos, militantes ou meros simpatizantes do PS, estamos prontos para ir a votos e tirar a Direita do poder camarário. Gostávamos, para isso, de apresentar ao eleitorado lisboeta o MELHOR candidato(a), seja no imediato para eleições intercalares (para cumprimento do mandato em curso) seja para as eleições em 2009.


Não vai ser fácil e obriga à união de muitos esforços. E é isso que, acredito, os dirigentes do Partido, sejam nacionais, federativos ou concelhios, estão a tratar de arranjar.

No entretanto, aguardemos pela decisão de Carmona Rodrigues e do PPD/PSD.

LRC
22.2.07 . - . Página inicial . - .


terça-feira, fevereiro 20, 2007  
[0.043/2007]
EM BANHO MARIA....ATÉ FICAR EM ÁGUAS DE BACALHAU

Todos os dirigentes do PS que, nos últimos dias, falaram públicamente sobre a hipótese de eleições intercalares para a Câmara de Lisboa, foram unânimes: não as tememos e desejamo-las, mas terá que ser o PSD a provocar a queda do executivo e a originar as eleições.
A resposta do PSD, através da sua líder concelhia e Presidente da Assembleia Municipal, não se fez esperar: para o PSD está tudo bem e se a oposição quer eleições intercalares que active os meios legais que dispõe para o fazer.
Isto é, estamos aqui num jogo de "empurra para lá-empurra para cá" que não vai conduzir a nada e que, infelizmente, manterá até ao fim do mandato a situação de degradação que a cidade de Lisboa tem estado a viver.
E assim é que, tanto no Diário de Notícias como no Correio da Manhã, já pude ler que, para além do próprio PSD, também o PCP e o CDS recusam a ideia de eleições intercalares para a Câmara de Lisboa. Eles lá sabem porquê.
Resta-me assim concluir que vai ficar tudo como está, com ou sem Carmona Rodrigues ao leme, pois o PSD também já fez saber que, caso Carmona caia, seja porque motivo for, avança a Vereadora (agora a nº 2 da Câmara) para Presidente. E, enquanto houver suplentes, preenche-se os lugares da vereação.
Posto isto, resta aos dirigentes do PS, nacional e concelhio, continuar a clamar por eleições intercalares, a exigi-las em alto e bom som.
Faz o que é políticamente correcto e nunca o poderão acusar de não as ter pedido e desejado. Nem dentro, nem fora do Partido.

LRC
20.2.07 . - . Página inicial . - .


sábado, fevereiro 17, 2007  
[0.042/2007]
A AGONIA DO EXECUTIVO DO PSD

Estas sucessivas mudanças de posição e de opinião por parte do Presidente Carmona Rodrigues acentuam o clima de crise que afecta o Executivo do PSD na Câmara Municipal de Lisboa e confirmam aquilo que os vereadores do PS têm vindo a dizer:
este Executivo não tem credibilidade, nem disponibilidade, para governar a cidade, sendo o PSD e os seus eleitos os únicos e exclusivos responsáveis pela agonizante situação que se vive na Câmara Municipal de Lisboa e pelos prejuízos que estão a causar à cidade e aos seus cidadãos.

ANTÓNIO DIAS BAPTISTA

Blog "Lisboa desgovernada, mas não abandonada"

17.2.07 . - . Página inicial . - .


 
[0.041/2007]
AFINAL, AINDA NÃO CHEGA !

Para o que se assistiu nas últimas horas só posso ter três palavras: Descrédito total e absoluto!
Afirmo, novamente, e cada vez com mais convicção, que é tempo de devolver a palavra aos lisboetas. É tempo de eleições intercalares.

Rui Paulo Figueiredo

17.2.07 . - . Página inicial . - .


sexta-feira, fevereiro 16, 2007  
[0.040/2007]
CARMONA NÃO SE DEMITE....E PS APOSTA SEGURO

O PS também continua a preparar-se para a possibilidade de eleições. Nos últimos dias têm sido analisados vários cenários e traçados os perfis de possíveis candidatos. Apesar de não estarem ainda nomes em cima da mesa, o Expresso sabe que as características de António José Seguro correspondem ao perfil traçado pela direcção do PS e pelo secretário-geral, José Sócrates.
Ontem, no Parlamento, registou-se um movimento "anormal" à volta de Seguro, com quem vários deputados, entre eles o ex-vereador Manuel Maria Carrilho e Miguel Coelho, presidente da concelhia de Lisboa do PS, estiveram à conversa, no que foi entendido como sinais de incentivo a uma eventual candidatura.
Ao Expresso, António José Seguro reafirma que "esta é uma decisão que compete aos órgãos nacionais do partido".
Miguel Coelho não faz qualquer comentário sobre nomes limitando-se a garantir que está "em total sintonia com a direcção do PS".
Se Seguro for o nome, contará certamente com o apoio de Jorge Coelho, um peso-pesado do Partido Socialista.
Numa altura em que toda a oposição camarária considera que a solução para a crise em Lisboa passa por eleições intercalares, Dias Batista, o líder dos vereadores socialistas, admite que António José Seguro "seria um excelente candidato", mas lembra que a situação actual exige o aval do líder do partido.
Joaquim Raposo, líder da distrital, e que até há muito pouco tempo defendeu a candidatura de Coelho, admite agora que "Seguro é uma boa hipótese".
O PS não quer, no entanto, ficar com o ónus da responsabilidade de provocar eleições. Miranda Calha, responsável do PS para as autarquias, diz que a actual situação "faz lembrar os últimos meses do Governo de Santana Lopes: uma trapalhada e um estertor".
Calha acrescenta que, "se calhar, a solução passa mesmo por eleições, mas a decisão cabe ao PSD".
Fonte: Expresso
16.2.07 . - . Página inicial . - .


 
[0.039/2007]
QUE VENHAM AS ELEIÇÕES INTERCALARES

Miguel Coelho defendeu hoje, ao princípio da noite, eleições intercalares para resolver a crise política na Câmara de Lisboa e garantiu que os socialistas estão prontos para ir a votos.
"Pedimos ao PSD que liberte a cidade de Lisboa da crise em que se encontra", afirmou à agência Lusa o líder do PS-Lisboa, Miguel Coelho após uma reunião do secretariado da concelhia do PS de Lisboa.
"As eleições são sempre uma saída quando há uma situação de beco sem saída como a que se vive em Lisboa", acrescentou o dirigente da concelhia do PS que responsabilizou o líder do PSD, Marques Mendes, e o presidente da câmara de Lisboa, Carmona Rodrigues, pela "crise política na autarquia", garantindo que "o PS está pronto para ir a votos se forem convocadas eleições", evitando contudo pronunciar-se quer sobre candidatos quer sobre eventual política de alianças.
16.2.07 . - . Página inicial . - .


 
[0.038/2007]
PS LISBOA PREOCUPADO

O líder da concelhia socialista de Lisboa mostrou-se preocupado com o futuro da Câmara Municipal de Lisboa, isto depois do Vice-Presidente da Câmara, Fontão de Carvalho, ter sido constituído arguido no caso dos pagamentos de prémios na EPUL.
"Naturalmente que estou preocupado com a imagem e credibilidade da Câmara Municipal de Lisboa, que se vai afundando nesta sucessão de acontecimentos que não estão sequer a ser minimamente controláveis por parte do poder político, em matéria de informação à opinião pública", explicou
Miguel Coelho que recordou que na última assembleia municipal, o PS apresentou ao PSD e ao presidente da câmara, Carmona Rodrigues, uma proposta com as condições para que "esta maioria continue a governar".

"O facto de haver mais um vereador constituído acusado poderá ou não poderá alterar as circunstâncias e é por isso que faremos uma reunião da direcção do PS/Lisboa esta noite", concluiu Miguel Coelho.
16.2.07 . - . Página inicial . - .


 
[0.037/2007]
JÁ SE ESTAVA À ESPERA

Ninguém foi colhido de surpresa quando ontem veio a público que o Vice-Presidente da CML já era arguido no caso EPUL.
O que é surpresa é Fontão de Carvalho anunciar em
conferência de imprensa que se vai manter em funções.
Dia após dia, a imagem de descrédito vai-se avolumando no executivo da Câmara.

Como pergunta (e bem) o Vereador Rui Paulo Figueiredo, será que "Ainda não chega?"

LRC
16.2.07 . - . Página inicial . - .


quarta-feira, fevereiro 14, 2007  
[0.036/2007]
PS RECUSA CENÁRIOS SOBRE ELEIÇÕES ANTECIPADAS EM LISBOA

O Secretariado Nacional do PS tem acompanhado a situação na câmara de Lisboa mas, para já, recusa-se a fazer cenários sobre eleições antecipadas e candidatos socialistas à presidência da autarquia, disse esta quarta-feira à Lusa o dirigente Miranda Calha.
"Não faço comentários nem sobre eleições antecipadas na Câmara de Lisboa, nem sobre candidatos do PS à presidência", declarou Miranda Calha, secretário nacional do PS para as autarquias (substituiu Jorge Coelho no cargo), adiantando contudo que "a questão da Câmara de Lisboa centra-se num só ponto: é o PSD quem governa a autarquia".
"Se há instabilidade, inoperabilidade e ineficácia nessa câmara, então é porque todos os focos de perturbação estão no próprio PSD e são da responsabilidade desse partido", acrescentou Miranda Calha.
De acordo com outros membros do Secretariado Nacional do PS contactados pela agência Lusa, o cenário de eleições antecipadas na Câmara de Lisboa, na sequência das actuais investigações judiciais, "ainda não foi formalmente debatido em qualquer reunião" da direcção dos socialistas.
Da mesma forma, o processo para a escolha de candidatos do PS à presidência da Câmara, em caso de eleições antecipadas, também nunca foi ponderado dentro da direcção.
"Estas questões apenas poderiam ter sido suscitadas pelo secretário-geral do partido ou pelo secretário nacional para as autarquias. Mas, até ao momento, nenhum dos dois levantou o tema", referiu um membro da direcção.
Quanto aos nomes que têm sido avançados dentro do PS para a presidência da Câmara de Lisboa, os mesmos elementos da direcção consideram-nos "especulativos".
"No PS toda a gente pensa e há sempre grupos a apoiar este ou aquele dirigente. Sabemos que João Soares gostaria de voltar a ser candidato à presidência da Câmara de Lisboa, que António José Seguro é o nome preferido pela concelhia do PS e que outros sectores defendem a [secretária de Estado dos Transportes] Ana Paula Vitorino, mas nada há de substantivo sobre esta matéria", garantiu o mesmo membro da direcção de José Sócrates.
Nos últimos tempos, apenas por uma vez José Sócrates se referiu à actual situação na Câmara Municipal de Lisboa, depois de a maioria PSD ter rompido a sua coligação com a vereadora do CDS-PP Maria José Nogueira Pinto. Em Dezembro, durante uma reunião com o Grupo Parlamentar do PS, José Sócrates fez contrastar a "estabilidade política" do seu Governo e da maioria socialista com a situação de "instabilidade" na autarquia de Lisboa.
Diário Digital / Lusa
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terça-feira, fevereiro 13, 2007  
[0.035/2007]
JOSÉ SÓCRATES NA NOITE DO REFERENDO

Quero começar por saudar todos os portugueses que votaram neste referendo. Tivemos hoje uma participação francamente superior à do referendo de 1998.
Os portugueses deram com o seu voto um bom contributo para a dignificação da democracia portuguesa.

O Povo falou e falou de forma clara. O resultado deste referendo vem reforçar a legitimidade da opção política e legislativa que estava em causa nesta consulta popular. Mas quero também saudar todos aqueles que fizeram campanha neste referendo. De um lado e do outro. Todos os cidadãos que se organizaram em movimentos pelo "sim" e pelo "não" e que se bateram pelas suas convicções. Todos deram um valioso contributo cívico para a democracia e permitiram um debate aberto, esclarecedor e conclusivo.

Como sempre disse durante a campanha, este referendo não se destinava a derrotar ninguém. Este referendo destinou-se a apurar a vontade dos portugueses sobre a despenalização da IVG até às 10 semanas. É essa vontade que agora nos compete respeitar. Compreenderão, no entanto, que como secretário-geral do PS, me congratule com o resultado deste referendo. Batemo-nos pela mudança da Lei. Mas sempre com o firme compromisso de o fazer através de uma consulta popular. Essa consulta foi feita e o resultado é inequívoco.

Mas este referendo não foi um confronto entre partidos; apesar dos partidos terem legitimamente defendido as suas posições. A tarefa que temos pela frente é, portanto, respeitar a vontade do povo português consolidando um novo consenso social capaz de combater eficazmente o aborto clandestino em Portugal. Estaremos à altura do nosso compromisso pelo "sim responsável".

A lei que temos agora de aprovar deve, desde logo, respeitar a decisão do referendo. A IVG até às 10 semanas, realizada por opção da mulher, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado, deixará de ser crime. E como sempre dissemos e propusemos – a lei deve prever um período de reflexão que assegure que a decisão da mulher – que sempre deve prevalecer – seja uma decisão ponderada e reflectida e não fruto de um qualquer desespero do momento.

O resultado deste referendo evidencia que os portugueses desejam um virar de página na questão do aborto. Os portugueses querem que este tema deixe de ser um foco de conflito e de disputa política e que haja também uma mudança na realidade que permita combater o aborto clandestino na linha das soluções adoptadas pela larga maioria dos países mais desenvolvidos da Europa.

É minha convicção sincera que com este resultado Portugal dá mais um passo firme na construção de uma sociedade mais aberta, mais tolerante, e mais justa.
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segunda-feira, fevereiro 12, 2007  
[0.034/2006]
VAI ACABAR O ABORTO CLANDESTINO EM PORTUGAL

Os Portugueses concordaram clara e expressivamente com a pergunta formulada no Referendo.
O resultado não deixa qualquer margem para dúvidas e só os mais facciosos poderão ainda questionar sobre a alteração da Lei.
Cabe agora ao Parlamento, sob a batuta do PS, legislar o mais depressa possível de acordo com a vontade desta maioria.
No concelho de Lisboa e nas 4 Freguesias da Secção de Campo de Ourique, os resultados foram os seguintes:

LISBOA...................Sim = 168.031 - 67,50 % Não = 80.913 - 32,50 %
Prazeres..................Sim = 2.016 - 66,62 % Não = 1.010 - 33,38 %
Lapa.......................Sim = 2.378 - 50,21 % Não = 2.358 - 49,79 %
Santa Isabel............Sim = 2.187 - 62,10 % Não = 1.335 - 37,90 %
Santo Condestável....Sim = 5.508 - 68,93 % Não = 2.483 - 31,07 %
Pode consultar aqui os resultados oficiais nacionais.

LRC
12.2.07 . - . Página inicial . - .


domingo, fevereiro 11, 2007  
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sábado, fevereiro 10, 2007  
[0.033/2007]
CANDIDATO À VISTA ?

Entre os socialistas a hipótese de eleições (para a CML) é considerada cada vez mais como uma inevitabilidade.
Depois da indisponibilidade manifestada por Jorge Coelho e Mega Ferreira e de Ferro Rodrigues,... emergiu o nome de António José Seguro.
O deputado socialista não fecha a porta a uma eventual candidatura. "Essa é uma decisão que cabe aos órgãos próprios do partido", afirmou Seguro ao Expresso .
10.2.07 . - . Página inicial . - .


quinta-feira, fevereiro 08, 2007  
[0.032/2007]
ULTIMATO A CARMONA RODRIGUES E AO PSD

Saíu na edição de hoje da VISÃO uma entrevista com Miguel Coelho que é bastante esclarecedora da posição do líder do PS-Lisboa em relação à situação que se vive na edilidade.

"...Vamos dar um prazo, entre as duas próximas reuniões da assembleia municipal - a 6 e a 27 de Fevereiro - para o PSD apresentar soluções de governabilidade: um plano de amortização de dívidas e uma definição clara dos investimentos municipais até ao fim do mandato. Se não o fizer até 27 de Fevereiro, pediremos eleições. A imagem da câmara está ferida de morte."

De leitura obrigatória!

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[0.031/2007]

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quarta-feira, fevereiro 07, 2007  
[0.030/2007]
ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE LISBOA

Requerida pelo PS-Lisboa e apoiada por toda a restante oposição, realizou-se ontem uma Assembleia Municipal extraordinária para debater o estado actual do executivo camarário e a governabilidade da câmara.

Miguel Coelho, líder do PS-Lisboa, interpelou directa e frontalmente Carmona Rodrigues e seus vereadores com a seguinte intervenção:


Exma Sra. Presidente da Assembleia Municipal
Sr. Presidente da Câmara e Srs. Vereadores
Sras. e Srs. Deputados Municipais,
Sra. Presidente,

Os recentes acontecimentos que minaram a credibilidade do executivo municipal levaram o Partido Socialista a solicitar, através de requerimento dirigido a V. Exa., a realização desta Assembleia extraordinária para aqui debatermos a crise instalada. Na realidade, sendo a Assembleia Municipal o parlamento da cidade, sendo em certa medida o órgão fiscalizador da actividade do executivo, mal seria se esta reunião não tivesse tido lugar. Naturalmente registamos a prontidão com que V. Exa. e o PSD, que aqui tem maioria, anuíram a este pedido.

Sra. Presidente,
Desde a realização do debate de Outubro passado sobre o Estado da Cidade que temos vindo a chamar a atenção para o facto de Lisboa, a cidade de Lisboa, estar completamente à deriva. Infelizmente, com esta crise de confiança nas instituições instalada, essa evidência é agora unanimemente reconhecida por todos os observadores, incluindo os mais insuspeitos para o PSD.
Lisboa está sem rumo, está sem estratégia, sem liderança política, e o seu primeiro responsável governativo, o Sr. Presidente da Câmara Municipal, sem autoridade política.
Os Lisboetas não conhecem o rumo que se quer dar à cidade, têm consciência que a sua Câmara Municipal está confrontada com uma profunda crise financeira, atravessando mesmo períodos de falta de liquidez para assumir compromissos de funcionamento e a dívida a terceiros sem empréstimos, e a fornecedores, atingia já, em 2005, cerca de 900 milhões de euros.
A acrescentar a esta situação instalou-se agora um clima de suspeição generalizada face às decisões do município com a consequente perda de credibilidade dos seus responsáveis.

Para o Partido Socialista há, nitidamente, dois grandes responsáveis pelo actual estado de crise:
O PSD - desbaratou este primeiro ano em lutas internas, algumas contra o seu próprio Presidente de Câmara e que, pela interferência original do seu Presidente de Partido, Dr. Marques Mendes, na escolha de um administrador para uma empresa municipal, levou à própria queda da coligação com o CDS/PP, coligação essa, que constituía o factor de estabilidade do executivo.
O outro grande responsável é, naturalmente, o Sr. Presidente da Câmara que, ao abdicar de exercer a sua autoridade e liderança política permitiu, que se instalasse na autarquia um clima de desresponsabilização e confusão.

Sr. Presidente da Câmara,
O PS não fará juízos de valor sobre os inquéritos e investigações judiciais em curso. Aguarda com expectativa e serenidade as conclusões dos mesmos.
Como V. Exª. disse, algumas das investigações são também a pedido da própria autarquia. A transparência das decisões assim o exigia, e por isso na reunião que V. Exa. teve com os líderes dos vereadores, conferimos-lhe o mandato para manifestar ao Sr. Procurador Geral o interesse numa rápida conclusão dos mesmos. A bem da cidade.
Muito menos faremos qualquer juízo de valor pessoal sobre o facto de a Sra. Vereadora do Urbanismo ter sido constituída arguida. Tal facto, por si só, não a pode condenar num estado de direito e até saudamos, a prontidão, com que a Sra. Vereadora solicitou a suspensão do seu mandato até à conclusão das investigações.
A Sra. Vereadora Gabriela Seara soube interpretar correctamente que existe um juízo político das circunstâncias e, se optasse por continuar, agravaria ainda mais a confiança da cidade no executivo.
Mas toda esta situação colocou em cheque o prestígio da autarquia e a credibilidade dos seus dirigentes. Nunca como agora os lisboetas encararam com tanta desconfiança, e até hostilidade, as decisões do executivo a que V. Exª., Sr. Presidente da Câmara preside.
O Partido Socialista sempre entendeu que é preciso respeitar o voto das pessoas, sempre entendeu que os mandatos devem ser cumpridos até ao fim. NÃO MUDOU DE OPINIÃO.
Contudo, reconhecemos que a cidade e a Câmara estão confrontados perante uma situação extraordinária, em que, a confiança foi quebrada e, em que, os próprios pilares da sua candidatura foram atingidos:
Por isso entendemos que, COMPETE AO SR. PRESIDENTE DA CÂMARA E AO PSD, INFORMAREM A CIDADE E ESTA ASSEMBLEIA SE ESTÃO, OU NÃO ESTÃO, EM CONDIÇÕES DE CONTINUAR.
É uma resposta difícil, mas que, face à paralisia da autarquia tem de ser dada com celeridade. Só o Sr., Sr. Presidente da Câmara, e o Partido que o apoia, é que, com sinceridade, o podem fazer: estão, ou não estão, em condições para levar até ao fim o vosso mandato?
Mas a deriva é tão grande que não é suficiente uma mera declaração de intenções: o PSD e V. Exª, têm de nos dizer, têm de dar garantias a Lisboa, de uma solução de estabilidade. Este casa e descasa permanente com o CDS/PP não pode continuar.
Como disseram alguns comentaristas de grande notoriedade e curiosamente do PSD, Lisboa está sem estratégia. TAMBÉM CHEGOU O MOMENTO DE DIZER AOS LISBOETAS: QUAL É O PROJECTO DE CIDADE QUE PROPÕEM? Sabemos que os recursos são escassos, que a dívida que geraram é monstruosa, pelo que têm de definir prioridades. Já há pouco tempo para o fazerem.

Sra. Presidente,
Sr. Presidente,
Não é bom para a maioria interpretar erradamente esta oportunidade que o PS dá ao executivo.
Se for necessário partirmos para eleições, venham elas.
Estamos preparados para as enfrentar, sem qualquer tipo de receio ou calculismo. Em democracia, não há becos sem saída, as eleições são sempre o recurso decisivo.
O PS, tem um projecto para Lisboa naturalmente diferente do vosso. O PS é um partido com uma rede de autarcas e militantes, sempre disponíveis para assumir responsabilidades e as mobilizações necessárias em defesa da cidade.
O PS deseja que o Sr. Presidente e o PSD, possam conseguir ultrapassar este mau momento e por isso, hoje aqui, lançou-vos um desafio cuja oportunidade devem aproveitar: informar sobre o vosso próprio entendimento das condições políticas de continuidade, apresentar uma solução estável e as prioridades para o resto do mandato.
Já não têm muito mais tempo. A cidade não aguenta por muito mais a actual situação.
Se não estiverem à altura das vossas responsabilidades, nós, Partido Socialista, estaremos.
Não tememos eleições e estamos preparados para as enfrentar.

O Líder da Bancada
Miguel Coelho

Lisboa, 6 de Fevereiro de 2007

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terça-feira, fevereiro 06, 2007  
[0.029/2007]
A RAZÃO

Entrámos nos últimos dias de campanha eleitoral para o Referendo. Pouco mais há para argumentar, mas ainda se pode fazer algo mais pelo "SIM". Principalmente junto dos indecisos e daqueles que estão agora a meditar na recente mensagem deixada pelos líderes da direita: "votamos não, mas discordamos dos julgamentos e condenações das mulheres. Terá que se pensar como mudar a lei".
Uma grande treta, é o que isso é. Como frisou Maria de Belém Roseira, isso é como ser a favor da Inquisição mas não querer as fogueiras.
É outra incongruência de quem já não tem mais para dar (do pouco que tinha) e que, em desepero de causa, se agarra a argumentos falaciosos para tentar virar o sentido de voto de muita gente que habitualmente vota na direita e que, no referendo, vai votar no "SIM".
José Sócrates já deu públicamente a resposta, deixando muito claro que, se o não ganhar, a lei fica como está e a IVG continuará a ser crime. Isto é, escusam de equacionar outros cenários, porque o que a direita diz não se escreve.
Se o não ganhar, continuará o negócio dos abortos clandestinos. E continuará a "ida às compras" a Espanha e a Inglaterra de quem $$$ pode evitar os riscos.
Para acabar com esta situação só nos resta explicar, a quem ainda não entendeu, que no próximo Domingo só há uma via: votar "SIM", independentemente de credos, religiões, políticas ou clubites.

LRC
publicado no Blog SUSPEITIX
6.2.07 . - . Página inicial . - .


 
[0.028/2007]
NOVO BLOG

Rui Paulo Figueiredo, com a sua equipa, iniciou hoje o Blog "Lisboa, quem te viu e quem te vê" , um espaço que se pretende que seja um meio de fomentar o debate sobre Lisboa e a actualidade e que esteja aberto à participação de autarcas e dirigentes socialistas.
Ao recém empossado Vereador da Câmara de Lisboa formulamos votos de bons escritos que tragam novas ideias e que contribuam para uma outra visão alternativa para Lisboa.
6.2.07 . - . Página inicial . - .


segunda-feira, fevereiro 05, 2007  
[0.027/2007]
OPINIÕES...(2)

Um cenário de eleições intercalares para a Câmara Municipal de Lisboa deverá incluir também a Assembleia Municipal.

Miguel Coelho, presidente do PS/Lisboa ao Diário de Notícias
5.2.07 . - . Página inicial . - .


domingo, fevereiro 04, 2007  
[0.026/2007]
SONDAGENS...(2)
Diz-nos o Expresso que, no quadro actual de suspeição que paira sobre o executivo da Câmara de Lisboa, só 19,7 % dos inquiridos da sua sondagem acham que se deveria realizar eleições intercalares.
Em apenas 3 dias, 2 sondagens dão números bastantes díspares sobre a opinião dos "inquiridos" no que respeita a eleições intercalares: a sondagem do Correio da Manhã dava 51 % e a do Expresso não chega a 20 %.
O resultado é parecido, não é? E qual delas é a mais fiável? Bom...valem aquilo que valem.
4.2.07 . - . Página inicial . - .


sábado, fevereiro 03, 2007  
[0.025/2007]
MAIS OUTRA

Eduarda Napoleão, vereadora da Câmara Municipal de Lisboa no mandato de Santana Lopes, foi constituída arguida, nos últimos dias, pelo Ministério Público. A sua casa foi também alvo de buscas domiciliárias das autoridades.
A investigação centra-se na actuação daquela ex-autarca enquanto responsável pelo Urbanismo da autarquia e também enquanto presidente da EPUL - Empresa Pública de Urbanização de Lisboa, durante o processo Parque Mayer/Feira Popular.
Segundo o
PÚBLICO apurou, este interrogatório não terá sido a única diligência feita pelos magistrados do Ministério Público que, nos últimos dias, já inquiriram outros funcionárias e ex-funcionários da câmara e da EPUL.

3.2.07 . - . Página inicial . - .


sexta-feira, fevereiro 02, 2007  
[0.024/2007]
OPINIÕES...

"Em minha opinião, o Partido Socialista devia fazer um entendimento com o Partido Comunista e com o Bloco de Esquerda, fazer uma coligação, no sentido de apresentar uma candidatura forte, com um programa de transformação da cidade forte para poder disputar de forma vitoriosa a Câmara de Lisboa".

Jorge Coelho, no programa Quadratura do Círculo - SIC Notícias.
2.2.07 . - . Página inicial . - .


 
[0.023/2007]
SONDAGENS...

Os lisboetas querem eleições intercalares e sem coligações.
Esta é a conclusão da sondagem Correio da Manhã/Aximage, onde a maioria dos inquiridos, 51 por cento, prefere que o PS concorra sozinho, ou seja, sem qualquer coligação com a CDU e com o BE. Apenas 25,8 por cento admitiu preferir a existência de uma coligação dos candidatos à esquerda.
O mesmo acontece à direita, com 55,9 por cento dos inquiridos a referir que prefere que os socias-democratas concorram sozinhos. Já uma eventual coligação com o CDS, é apenas defendida por 22,1 por cento dos inquiridos.
Com ou sem coligação, João Soares e Santana Lopes continuam, segundo a sondagem, a recolher as preferências dos lisboetas para candidatos à Câmara.
2.2.07 . - . Página inicial . - .


quinta-feira, fevereiro 01, 2007  
[0.022/2007]


1.2.07 . - . Página inicial . - .


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