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In Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa.
Lisboa: Ed. Verbo, 2001. 1º vol p. 802
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quinta-feira, maio 31, 2007  
[0.101/2007]
SONDAGEM DO "DIÁRIO ECONÓMICO"

Sondagem realizada para o Diário Económico revela que António Costa será o novo presidente da Câmara de Lisboa, mas sem maioria absoluta.
O PS elege sete vereadores e Fernando Negrão, Helena Roseta e Carmona Rodrigues conseguem três cada, enquanto Bloco de Esquerda e CDS devem sair do elenco governativo.
Esta sondagem, realizada pela Data Crítica, assegura que o candidato socialista António Costa ganhará as eleições intercalares, mas sem maioria absoluta. O mesmo estudo indica que Fernando Negrão, Helena Roseta e Carmona Rodrigues estão empatados no segundo lugar, concluindo que António Costa só ganharia com maioria absoluta se pudesse contabilizar os votos que Helena Roseta granjeará.
Na mesma perspectiva, mas à direita, Fernando Negrão só conseguiria derrotar António Costa se somasse aos seus votantes os de Carmona Rodrigues.
A independente Helena Roseta vai buscar votos ao CDS e ao BE, que podem não conseguir eleger qualquer vereador.
A entrada de Carmona na corrida veio prejudicar sobretudo o candidato do PSD, Fernando Negrão, já que o ex-presidente da Câmara de Lisboa, apesar das circunstâncias em que deixou a autarquia, continua a colher uma significativa percentagem de votos.
António Costa consegue ainda um registo positivo no que diz respeito à capitalização dos votos no PS, nas últimas autárquicas: 78,2 por cento dos eleitores que votaram em Manuel Maria Carrilho, há dois anos, votarão no candidato socialista.
Esta sondagem foi realizada nos dias 28 e 29 de Maio, a partir de 585 entrevistas telefónicas, para um grau de probabilidade de 95 por cento.
In Diário Económico
31.5.07 . - . Página inicial . - . 3 Comentários


quarta-feira, maio 30, 2007  
[0.100/2007]
JANTAR DA CANDIDATURA


Terça-feira . 5 de Junho . 20H


Centro de Congressos de Lisboa (Antiga FIL, à Junqueira)

Reservas (até sexta-feira)


Sede Nacional: 213 822 013/14 FAUL: 213 468 886





30.5.07 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


terça-feira, maio 29, 2007  
[0.099/2007]
ENCONTRO DE AUTARCAS DE LISBOA

Para discutir os problemas da nossa cidade em geral, e da sua freguesia em particular, com o candidato do Partido Socialista à Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, vai ter lugar um ENCONTRO DE AUTARCAS e SECRETARIADOS DAS SECÇÕES na próxima 5ª Feira, 31 de Maio, pelas 21 Horas no Largo do Rato.

A presença de todos é muito importante, para a preparação do programa eleitoral do PS à Câmara de Lisboa.
29.5.07 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


segunda-feira, maio 28, 2007  
[0.098/2007]
SESSÃO SOBRE POLÍTICAS DE IMIGRAÇÃO

O Departamento Federativo das Mulheres Socialistas da FAUL pretende envolver toda a sociedade no debate sobre as políticas de imigração, neste sentido convida todos os militantes da FAUL a participarem na Sessão Pública a realizar Terça-feira, dia 29 de Maio, pelas 21.00h, no Auditório da Assembleia Municipal da Amadora, com o seguinte Programa :

21.00h – Recepção dos participantes

21.15h – Sessão de Abertura
Jesuína Ribeiro – Presidente do Departamento Federativo Mulheres Socialistas da FAUL
Carla Tavares – Presidente da Concelhia da Amadora

21.45h – A educação na integração dos imigrantes
Maria de Lurdes Rodrigues – Ministra da Educação
Comentário – Jesuína Ribeiro, Presidente do DFMS da FAUL

22.15h – A concessão da nacionalidade como factor de integração
João Tiago Silveira–Secretário de Estado da Justiça
Comentário – Celeste Correia, Deputada AR, Secretária da Mesa da Assembleia da República

22.45h - Debate

23.15h – Sessão de encerramento
Joaquim Raposo – Presidente da Federação da Área Urbana de Lisboa

28.5.07 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


domingo, maio 27, 2007  
[0.097/2007]
SONDAGEM DO "EXPRESSO"

António Costa é o candidato preferido dos lisboetas (32,1%) para ocupar a cadeira deixada vaga por Carmona Rodrigues. O mais curioso é que o ex-presidente da Câmara Municipal aparece como o segundo mais bem colocado (16,9%) para suceder a si próprio. Na terceira posição surge a independente Helena Roseta (15,9%) e só depois o candidato social-democrata Fernando Negrão, com 14,8%.
Esta projecção de resultados foi feita a partir da sondagem Expresso/SIC/Rádio Renascença/Eurosondagem que coloca o cabeça-de-lista da CDU, Ruben de Carvalho, no quinto posto, com 6,3%, seguido de Sá Fernandes (BE), com 5%, e de Telmo Correia (CDS/PP), com 3,8%. E se Carmona Rodrigues não concorresse? As posições relativas dos candidatos não se alterariam, mas a principal beneficiária da distribuição de votos seria Helena Roseta, que conquistaria mais 6,7% para chegar aos 22,6% e a 4 mandatos. Fernando Negrão aumentaria o seu quinhão em 5,4%, para se fixar nos 20,2% e na fronteira entre 3 e 4 vereadores. António Costa manteria confortavelmente a sua posição de liderança e com mais 2,3% ‘pescados’ no eleitorado de Carmona poderia chegar ao sétimo mandato, enquanto as décimas que cairiam nos ‘anzóis’ de Sá Fernandes e de Telmo Correia seriam suficientes para garantir a sua eleição.
In Expresso
27.5.07 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


sábado, maio 26, 2007  
[0.096/2007]
BARÓMETRO DE MAIO

Num mês dominado pela crise na Câmara de Lisboa, o PS recupera a nível nacional a maioria absoluta, muito confortável, que tinha conseguido nos meses de Fevereiro e Março, que se cifra nos 47%.
E o próprio primeiro-ministro consegue, segundo o barómetro deste mês da Marktest para o DN e a TSF, melhorar em dois pontos o seu capital de simpatia junto dos portugueses em relação a Abril, um período em que o Executivo também desceu até aos 43%. Na altura este resultado foi lido como um reflexo do "caso Independente".
A subida dos socialistas, dissipada a nuvem que pairou sobre a licenciatura do primeiro-ministro, não decorre de uma transferência de votos do seu principal rival nas eleições legislativas. O PSD, que atinge os 27%, menos um ponto percentual que no mês passado, tem-se mantido estável desde o início do ano.
Segundo os dados do Barómetro, o partido de José Sócrates consegue aparentemente "roubar" votos à CDU. A coligação, liderada pelo PCP de Jerónimo de Sousa, desce 5% relativamente a Abril. O que não deixa de ser um dado muito relevante sobretudo num momento de forte contestação social ao Executivo, expressa na greve geral decretada pela CGTP para dia 30 de Maio e que os comunistas apoiam de corpo e alma.A outra força à esquerda do PS, o BE fixa-se nos 8%, um limiar que tem repetido ao longo de vários meses.
Já o CDS/PP, que elegeu um novo líder em directas e legitimou uma nova direcção em congresso no passado fim-de-semana, não beneficia dessa exposição pública. O partido de Paulo Portas sobe apenas um ponto percentual em relação ao mês anterior e o líder centrista entra no ranking dos dirigentes partidários numa posição ainda mais negativa do que o antecessor, Ribeiro e Castro. Ambos com uma apreciação negativa por parte dos inquiridos pela Marktest, o saldo de Ribeiro e Castro em Abril era de menos 25%; Paulo Portas entra na tabela com menos 30%.
O ex-ministro da Administração Interna avança na corrida à Câmara de Municipal de Lisboa numa posição invejável de popularidade. António Costa era o governante mais considerado pelos portugueses sondados pela Marktest, atingindo em Maio 25% da média entre as opiniões favoráveis e desfavoráveis da sua prestação enquanto titular daquela pasta, o que representava um aumento de sete pontos percentuais em relação ao mês anterior.
Seguem-se os habituais ministros mais "simpáticos" do Governo, mas mais longe desta empatia com Costa: Luís Amado, na Defesa, com 21% de saldo positivo; Mariano Gago, na Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, com 18%; e Nuno Severiano Teixeira, na Defesa, com 17%.
Os ministros Maria de Lurdes Rodrigues, Educação, e Correia de Campos, Saúde, continuam a ser os mal-amados do Governo, especialmente o último, que tem um saldo muito negativo, na ordem dos 41%.
O ministro dos Transportes, Mário Lino, que tem sido protagonista de várias polémicas por causa do novo aeroporto da Ota, mantém o score - seis pontos negativos.
26.5.07 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


terça-feira, maio 22, 2007  
[0.095/2007]
CANDIDATURA "UNIR LISBOA" JÁ TEM SITE NA INTERNET

A partir de hoje, pode acompanhar o dia-a-dia de António Costa clicando
aqui.



22.5.07 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


sábado, maio 19, 2007  
[0.094/2007]
LISTA DO PARTIDO SOCIALISTA CANDIDATA À CÂMARA DE LISBOA

Esta é a lista dos 17 efectivos e 6 suplentes da candidatura "UNIR LISBOA" para as eleições de 15 de Julho, apresentada hoje, publicamente, no CCB.
A maioria do executivo camarário obtém-se com o mínimo de 9 eleitos.

1- António Costa
2- Manuel Salgado
3- Ana Sara Brito
4- Marcos Perestrelo
5- Rosália Vargas
6- José Cardoso da Silva
7- Gabriela Ventura
8- Helena Freitas
9- Rosário Farmhouse
10- Manuel Brito
11- Carla Madeira
12- Diogo Leão
13- Paulo Pais
14- Cristina Moller
15- Clara Pinto
16- Paulo Machado
17- Anabela Valente Pires
18- Manuela Gonçalves
19- João Paulo Matos
20- Cátia Martins
21- Jorge Máximo
22- Ana Lamy
23- Mega Ferreira

19.5.07 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


sexta-feira, maio 18, 2007  
[0.093/2007]
LISTA À C.M.L. APROVADA PELA CONCELHIA DE LISBOA

Reuniu hoje ao fim da tarde no Largo do Rato, a Comissão Política da Concelhia de Lisboa para tomar conhecimento e sufragar a lista a apresentar pelo Partido Socialista às eleições intercalares para a C.M.L. que tinham sido marcadas pela Governadora Civil para 1 de Julho, mas que, entretanto, foram desmarcadas pelo Tribunal Constitucional, aguardando-se a todo o momento o anúncio da nova data.
Os membros da CPCL ouviram primeiramente o líder Miguel Coelho agradecer aos Vereadores cessantes, em especial a Dias Baptista, Natalina Moura e Rui Paulo Figueiredo pelo trabalho desenvolvido, o que foi sublinhado com uma salva de palmas. Passou de seguida a explicar as conversações havidas entre ele e o candidato para a feitura da lista, composta pelos 23 nomes que então anunciou.
Seguiu-se no uso da palavra António Costa, que explanou as causas e os propósitos desta sua candidatura, apresentando os curriculos dos 10 primeiros elementos da Lista. O candidato, debaixo de uma grande ovação, ausentou-se de seguida devido a compromissos de agenda.
Foi então aprovada pela CPCL, por unanimidade e aclamação, uma Moção de apoio e congratulação pela candidatura de António Costa à Câmara de Lisboa, ao que se seguiu a votação da Lista, por voto secreto nominal em urna, a qual foi aprovada por maioria, com 52 votos sim, 4 abstenções e 1 voto contra.

A lista de candidatos de António Costa é apresentada oficialmente amanhã pelas 11.30hrs no Centro Cultural de Belém, na mesma sala onde o ex-ministro de Estado e da Administração Interna fez na quinta-feira a sua declaração de candidatura.
A lista encabeçada por António Costa apresenta nos segundo e terceiros lugares o arquitecto Manuel Salgado (independente) e Ana Sara Brito (uma das autarcas mais antigas de Lisboa e membro da recém-empossada Comissão Administrativa da Câmara).
Para o quarto lugar, o candidato socialista a presidente da autarquia da capital escolheu Marcos Perestrello, deputado e secretário nacional do PS para a Organização.
Na quinta posição da lista estará Rosália Vargas, independente, directora nacional do programa "Ciência Viva" e membro da direcção da Rede Europeia de Museus e Centros de Ciência.
Em sexto lugar, António Costa colocou José Cardoso da Silva, membro da actual Comissão Administrativa da Câmara, ex-secretário de Estado da Administração Industrial do IV Governo Provisório, ex-presidente do Banco Bilbao Vizcaya e ex-director-geral do Banco Comercial Português. De acordo com fonte da candidatura, caso o PS vença as eleições intercalares de 1 de Julho próximo, José Cardoso da Silva será o vereador com o pelouro da área financeira.
Na 7ª posição vem a independente Gabriela Ventura, Advogada, que também transita do M.A.I., onde era a responsável pela gestão dos Fundos Comunitários.
António Costa escolheu para a oitava posição Rosário Farmhouse, independente, directora do Serviço Jesuíta de apoio aos Refugiados e membro do Conselho Consultivo para os Assuntos da Imigração; seguindo-se em nono lugar Helena Freitas, independente, mestre em História da Arte, assessora do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian e curadora de várias exposições, como a de Amadeo de Souza Cardoso.
Para a décima posição da lista, o candidato socialista escolheu Manuel Brito, ex-presidente do Instituto Nacional do Desporto e mestre em Ciências da Educação.

Nestes 10 primeiros lugares da lista, nota-se uma paridade absoluta: 5 independentes e 5 militantes socialistas, 5 homens e 5 mulheres, 5 políticos e 5 técnicos que se estreiam nestas lides.

LRC
18.5.07 . - . Página inicial . - . 3 Comentários


 
[0.092/2007]
INTERVENÇÃO DE ANTÓNIO COSTA NA APRESENTAÇÃO DA CANDIDATURA À CML (CCB - 17/05)

Apresento-me hoje como candidato a Presidente da Câmara Municipal de Lisboa.
Candidato-me porque Lisboa precisa de uma Câmara capaz de governar e de uma liderança que garanta estabilidade e dê confiança. Uma Câmara capaz de gerir com competência, rigor e seriedade; que assegure o normal funcionamento da cidade e resolva problemas; que mobilize as energias dos Lisboetas e inspire uma nova ambição para a cidade.
Candidato-me porque não me conformo com a crise, a desorientação e a decadência em que a nossa cidade se encontra.
Os Lisboetas conhecem bem o que se passou. Antes de mais e na origem de tudo,há uma crise de governação. Os últimos dois mandatos autárquicos caracterizaram-se pela inptidão de gerarsoluções estáveis de governo e pela incapacidade de dar a Lisboa um rumo certo e coerente. A Câmara está paralisada pela impotência de quem a dirigiu e pela situação financeira insustentável a que foi conduzida. A crise avolumou-se aum ponto que a própria imagem de seriedade e dignidade que os cidadãos têm o direito de exigir das instituições públicas está posta em causa.
A cidade precisa de liderança, rigor e estabilidade.
Em 1989, fui um dos responsáveis pela constituição da coligação Por Lisboa, que assegurou uma solução estável, eficaz e duradoura de governo municipal. Nas cisrcunstâncias actuais, ter-se-ia justificado repetir a experiência positiva de coligação, alargada agora a outras correntes e a novas sensibilidades que, entretanto, surgiram. O PS e eu próprio empenhámo-nos nisso, mas outros recusaram. Agora só há uma alternativa: dar ao PS uma vitória clara e consistente que permita governar para arrumar a casa e dar um novo rumo à cidade.
De facto, a resposta à ausência de coligação não pode ser nem um fraccionamento de candidaturas nem a dispersão de votos. Tem de ser a mobilização e a convergência. A mobilização dos Lisboetas e a convergência na candidatura na candidatura do PS. A convergência em nome de Lisboa e ao serviço dos Lisboetas.
Agradeço o claro e inequívoco apoio do Partido Socialista. Da sua direcção nacional e das suas estruturas federativa e concelhia.
Mas a minha candidatura dirige-se a todas e a todos os que sentem a necessidade de nos unirmos em torno de um projecto de cidade, em vez de nos dividirmos em nome de jogos partidários que nada têm a ver com Lisboa.
O Dr. José Miguel Júdice e o Professor Saldanha Sanches aceitaram ocupar os cargos de mandatário e mandatário financeiro desta minha candidatura. São duas personalidades ilustres que têm percursos e posições políticas diversas, mas estão nesta candidatura unidos pela mesma vontade de salvar Lisboa e de lhe dar um novo rumo. Agradeço-lhes a disponibilidade e a confiança, que muito me honram. Eles sinbolizam os valores que quero para o governo da cidade: abertura, rigor e competência. São pessoas de confiança numa candidatura de confiança. Conto com eles, como conto com todos os Lisboetas que partilham estes valores e objectivos.
Lisboa precisa de ser governada. Lisboa necessita de uma maioria para ser bem governada. Só a minha candidatura, só o PS, é a alternativa que pode polarizar essa maioria.
É uma maioria essencial para arrumar a casa, pôr Lisboa a funcionar e dar à cidade uma nova ambição.
Um projecto com ambição não se realiza nos dois anos que dura este mandato. Um projecto com ambição é um projecto de médio mprazo. Mas neste tempo que vivemos podemos e devemos lançar já as suas bases, começando a concretizá-lo.
As prioridades imediatas são claras. Arrumar a casa e pôr a cidade a funcionar. Lisboa precisa de uma gestão competente e rigorosa que cuide da cidade, do seu espaço público e dos seus cidadãos.
Proceder ao saneamento financeiro e à reforma da máquina administrativa municipal, tornando os procedimentos maios simples e mais traansparentes. Resolver "os casos", as "trapalhadas", as hesitações estratégicas que bloqueiam projectos e paralisam a cidade. Relançar o projecto de revisão do Plano Director Municipal, para preparar a cidade para a próxima década. Devolver rigor à gestão urbanística e confiança aos investidores.
Pôr a cidade a funcionar, pondo termo à incúria generalizada, ao desmazelo do espaço público, à falta de limpeza de ruas e praças, à degradação dos pavimentos e das condições de circulação e estacionamento que são evidentes no nosso dia.
Mas hoje é também o tempo de começar a executar um projecto ambicioso de médio prazo para a cidade.
Fazer de Lisboa uma cidade amiga dos cidadãos: limpa, organizada, segura, ordenada, convivial, com qualidade de vida.
Tornar Lisboa uma cidade com projecto, moderna e cosmopolita, que volte a estar no mapa internacional, integrando a rede das cidades pioneiras e protagonistas das grandes transformações urbanas, culturais e ecológicas do nosso tempo.
Tornar Lisboa uma cidade viva e solidária, que acolhe os sectores mais dinâmicos da sociedade portuguesa, mas que não esquece as inaceitáveis bolsas de pobreza e exclusão que nela ainda existem.
Vamos fazer de Lisboa uma cidade que atraia actividades e investimento, onde as empresas tenham boas condições para se instalar e criar emprego.
Vamos fazer de Lisboa uma cidade contemporânea, de cultura. de criatividade, de tecnologia e de comunicação. Uma cidade que leve a sérioas questões ambientais. Uma cidade aberta e enriquecida pela diversidade que lhe trazem os imigrantes. Uma cidade jovem mas onde os m ais idosos se sintam bem. Uma cidade com conciência de que a sua população será cada vez mais idosa e que não desista de fazer dos Lisboetas de todas as idades cidadãos úteis e integrados.
Queremos uma cidade reabilitada que recupere o orgulho n sua história, no seu património, no seu rio.
Queremos que Lisboa dignifique o País, como capital de Portugal e símbolo internacional da sua vocação universalista.
Os tempos que nos esperam terão muita exigência. Mas sei que seremos capazes! Com o dinamismo, a imaginação e a competência de quem está connosco e de quem se queira juntar a nós neste projecto: com a participação, a vontade e a energia de todos, vamos fazer aquilo de que Lisboa precisa.
Desejo que esta campanha, embora breve, seja uma grande ocasião de debate, participação e mobilização dos Lisboetas. São eles que vão escolher o que querem para Lisboa.
Cumprimento cordial e democráticamente todos os meus adversários. Façamos desta campanha o grande debate cívico que os Lisboetas merecem e não uma sucessão de casos, acusações mútuas e suspeições.
Comigo, com o PS, connosco, estas eleições marcarão o início de um novo ciclo, com uma nova equipa, com novas práticas e novos objectivos. Tenho, temos uma ideia, um projecto, uma exigente ambição para a cidade.
Por Lisboa, vamos unir-nos e dar o nosso melhor!

18.5.07 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


quinta-feira, maio 17, 2007  
[0.091/2007]
ANTÓNIO COSTA ANUNCIOU A CANDIDATURA DO PS

Hoje à tarde, António Costa fez o anúncio oficial da sua candidatura à Câmara Municipal de Lisboa, acompanhado apenas do mandatário da campanha, José Miguel Júdice, e do mandatário financeiro, Saldanha Sanches.

António Costa declarou não se conformar com «a crise, a desorientação e a decadência» em que a autarquia mergulhou, e afirmou que «a cidade precisa de liderança, rigor e estabilidade».
Posta de parte a possibilidade de uma coligação alargada, o socialista admitiu que um acordo à esquerda, à semelhança de 1989, «ter-se-ia justificado», mas que «outros recusaram-na», e que Lisboa necessita agora de uma maioria "para ser bem governada", sendo o PS, no seu entender, a única alternativa
Costa foi crítico em relação à governação social-democrata da cidade, atribuindo a «paralisia» de Lisboa à «inaptidão» e «decadência» dos executivos de Santana Lopes e Carmona Rodrigues.
O socialista definiu depois as suas prioridades para Lisboa, que passam por «arrumar a casa», sanear as finanças, rever o Plano Director Municipal - «para preparar a cidade para a próxima década» - e fazer de Lisboa «uma cidade amiga dos cidadãos, moderna e cosmopolita», de volta ao «mapa internacional».
Para tal, António Costa entende que «dois anos não são suficientes», mas que dão para «lançar as bases».
O arquitecto Manuel Salgado vai ser o número dois da candidatura de António Costa, em terceiro lugar está Ana Sara Brito, dirigente histórica do PS e ex-autarca em Lisboa e em quarto Marcos Perestrelo, secretário-geral do PS para a organização.
Rosário Farmhouse, directora do Serviço Jesuíta aos Refugiados, integra também a lista em lugar elegível. A equipa completa vai ser apresentada sábado de manhã, no Centro Cultural de Belém.

Fonte: Sol
17.5.07 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


quarta-feira, maio 16, 2007  
[0.090/2007]
ANTÓNIO COSTA ANUNCIA RENOVAÇÃO TOTAL DA LISTA PARA A C.M.L.

O candidato do PS a presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, afirmou que vai falar com os vereadores socialistas cessantes na autarquia da capital e com a estrutura concelhia do partido, liderada por Miguel Coelho.

De acordo com fonte da direcção dos socialistas, na reunião da Comissão Política Nacional do PS, António Costa fez uma breve intervenção a «agradecer» o apoio dado por este órgão partidário à sua candidatura à autarquia de Lisboa e fez uma alusão à notícia que renovará totalmente a equipa de vereadores do PS na capital.
António Costa referiu então que, dentro em breve, falará com os cinco vereadores cessantes do PS na Câmara Municipal de Lisboa e com a concelhia do partido.

Antes, já o presidente da concelhia do PS/Lisboa, Miguel Coelho, tinha dito na reunião que António Costa dispunha de "carta-branca para escolher a lista" de candidatos a vereadores que entender.
Miguel Coelho referiu que houve vereadores cessantes "que fizeram um bom trabalho na autarquia de Lisboa", mas que "por razões estratégicas" entendia que houvesse a necessidade de uma mudança completa na lista do partido concorrente às eleições intercalares para a Câmara.

De acordo com a mesma fonte da direcção do PS, na reunião, António Costa também se referiu aos motivos que o levam a sair do Governo para ser candidato a presidente da Câmara de Lisboa. O ex-ministro de Estado e da Administração Interna justificou a sua saída do Governo, para se candidatar a presidente da Câmara de Lisboa, para "corresponder a uma preocupação" do secretário-geral do PS, José Sócrates, em relação às eleições intercalares para a Câmara de Lisboa.

Depois de dizer que sempre teve a ideia de um dia ser candidato à autarquia da capital, alegando que sempre gostou de Lisboa, António Costa procurou minimizar as consequências da sua saída do executivo.
Fonte da Comissão Política Nacional do PS referiu que Costa alegou que a sua saída do Governo era possível sem consequências nefastas por "haver a garantia da existência de um primeiro-ministro extraordinário, uma maioria absoluta no Parlamento e um partido unido".

Por sua vez, nesta reunião da Comissão Política Nacional do PS, José Sócrates frisou que sempre encarou António Costa "como um grande candidato a presidente da Câmara de Lisboa" e que os socialistas precisavam de fazer "uma aposta forte" nas eleições intercalares para a autarquia da capital.

Fonte: “Diário Digital/Lusa”

16.5.07 . - . Página inicial . - . 1 Comentários


 
[0.089/2007]
O DESEMPREGO

De acordo com o Instituto do Emprego e Formação Profissional, em 15/05 :

O número de desempregados inscritos nos Centros de Emprego diminuiu 10,4 por cento em Abril em relação ao mesmo mês do ano anterior, segundo dados revelados esta terça-feira pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).
No final de Abril, estavam inscritos nos Centros de Emprego do Continente e Regiões Autónomas 420.685 pessoas, menos 48.568 que no período homólogo de 2006.
Em relação a Março, o número de desempregados inscritos desceu 4,7 por cento, o que significa que em um mês menos 20671 pessoas saíram das listas dos Centros de Emprego.
Entre os desempregados contabilizados no fim de Abril, 92,2 por cento procuravam um novo emprego, menos 11,2 por cento que no período homólogo do ano anterior.
Já os que se encontravam à procura de primeiro emprego, aumentaram 1,9 por cento, relativamente ao mesmo mês de 2006.

De acordo com o Instituo Nacional de Estatística em 16/05 :

A taxa de desemprego estimada para o primeiro trimestre desde ano foi de 8,4 por cento, mais 0,7 pontos percentuais que no período homologo do ano passado, segundo dados divulgados esta quinta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Em relação ao último trimestre de 2006, a taxa de desemprego diminuiu 0,2 pontos percentuais, pelo terceiro trimestre consecutivo.
A população desempregada actual foi estimada em 467 mil pessoas, o que traduz um aumento homólogo de 9,4 por cento e um crescimento trimestral de 2,5 por cento.
Estes valores contrariam os números divulgados segunda-feira pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional, segundo os quais os desempregados inscritos nos Centros de Emprego diminuíram 10,4 por cento em Abril, face ao período homólogo de 2006, para 420 mil pessoas.

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terça-feira, maio 15, 2007  
[0.088/2007]
ANTÓNIO COSTA É HOJE ANUNCIADO

Hoje o PS reunirá a sua comissão política nacional, após o que anunciará que António Costa é o candidato do partido à câmara de Lisboa.
A escolha de Costa implicará a sua saída do Ministério da Administração Interna, com a consequente remodelação governamental. Já circulam vários cenários.
O Presidente da República e o primeiro-ministro já conversaram sobre o assunto, que ainda deverá também ser discutido no Conselho de Ministros. Até ao fim da semana a remodelação - que Sócrates pretende cirúrgica, dada a proximidade da presidência da UE - deverá estar resolvida.

Entretanto, já se conhece a comissão administrativa da CML. O PSD indicou os vereadores Marina Ferreira (que presidirá), António Prôa e Amaral Lopes; o PS, o gestor José Vitorino e a militante de base (apoiante de Alegre) Ana Sara Brito.

Fonte: DN Online
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segunda-feira, maio 14, 2007  
[0.087/2007]
ELEIÇÕES A 1 DE JULHO

As eleições intercalares para a Câmara de Lisboa vão realizar-se a 1 de Julho, anunciou hoje o Governo Civil de Lisboa. As listas com as candidaturas às eleições intercalares para a Câmara Municipal de Lisboa têm de ser apresentadas até 20 de Maio e a campanha eleitoral começa a 21 de Junho, segundo os prazos previstos na lei.
Os prazos para as eleições intercalares são reduzidos em 25 por cento, com arredondamento para a unidade superior, face aos estabelecidos para as gerais (quando se realizam em todo o país), de acordo com a Lei Eleitoral dos Órgãos das Autarquias Locais (LEOAL).
Assim, as listas devem ser apresentadas perante o juiz do tribunal da comarca competente em matéria civil com jurisdição na sede do município até ao 42º dia anterior ao acto eleitoral. Para as gerais, este prazo vai até ao 55º dia.O período de campanha eleitoral, que nas gerais é de 12 dias, é encurtado para nove dias nas intercalares, pelo que deve iniciar-se a 21 de Junho e terminar às 24 horas de 29 de Junho (sexta-feira).
Entretanto, o secretário-geral comunista, Jerónimo de Sousa, admitiu hoje a possibilidade de entendimentos pós-eleitorais que viabilizem políticas de esquerda na Câmara de Lisboa, reiterando que o PCP concorrerá "inevitavelmente" com a CDU.

Fonte: Jornal de Notícias
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quinta-feira, maio 10, 2007  
[0.086/2007]
UMA CANDIDATURA FORTE E GANHADORA

O PS deve anunciar amanhã que o seu candidato à Câmara Municipal de Lisboa é António Costa.
O ministro de Estado e da Administração interna e número dois do Governo sairá do Executivo para concorrer à câmara da capital.
Ao que o SOL apurou António Costa é o provável candidato socialista. Depois da recusa de Ferro Rodrigues, que no domingo comunicou a José Sócrates a sua decisão de não aceitar o convite para Lisboa, o nome do ministro da Administração Interna é o que mais entusiasma os socialistas.
Costa está desde quarta-feira em Marrocos, devendo voltar hoje à noite a Lisboa. Segundo a agência Lusa, os membros do Secretariado Nacional do PS querem que seja Costa o candidato do partido a presidente da Câmara Municipal de Lisboa e esperam para breve um sinal do «número dois» do Governo.
«Se António Costa quiser ser o candidato a presidente da Câmara de Lisboa, será ele seguramente o candidato. Tudo depende da vontade dele», afirmou um desses membros do Secretariado Nacional do PS. Tanto o gabinete do ministro como o do primeiro-ministro recusam-se a comentar.

Fonte: Sol

Em declarações à rádio TSF, o porta-voz do PS, Vitalino Canas, escusou-se a fazer quaisquer comentários sobre possíveis candidaturas, quer de Helena Roseta quer do próprio partido, adiantando apenas que o PS , de momento, não diz se vai candidatar-se sozinho ou em coligação. "O PS não exclui nada", afirmou. Questionado sobre o perfil de um possível candidato socialista à autarquia lisboeta, Vitalino Canas afirmou que o partido quer "uma pessoa com condições para resolver a situação financeira da CML e dinamismo suficiente para reiniciar a análise e execução dos projectos e obras necessárias para a cidade de Lisboa retomar o seu próprio dinamismo".

Fonte: Correio da Manhã

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quarta-feira, maio 09, 2007  
[0.085/2007]
EVENTUAL CANDIDATURA DE ROSETA NÃO AMEAÇA PS

O porta-voz do PS, Vitalino Canas, recusou-se a comentar a "decisão pessoal" de Helena Roseta se demitir do partido e desvalorizou a sua candidatura independente à Câmara de Lisboa, afirmando que essa decisão não impedirá os socialistas de avançarem com uma lista “forte e ganhadora".
"O PS não faz qualquer comentário a essa demissão do partido. Trata-se de um decisão pessoal", afirmou Vitalino Canas.
Confrontado com a demissão de Helena Roseta, o porta-voz do PS contrapôs que o seu partido "é o mais pluralista de todos", havendo "ampla liberdade de opinião e candidaturas livres a todos os órgãos do partido". Sobre a hipótese de Helena Roseta protagonizar uma candidatura independente nas eleições intercalares para a Câmara de Lisboa, Vitalino Canas desvalorizou, dizendo apenas que "se trata de um direito" da ex-dirigente socialista.
"A lei prevê a possibilidade de candidaturas independentes às autarquias. No caso de Lisboa, essa eventual candidatura independente não afastará o PS da sua intenção de apresentar uma candidatura forte e ganhadora", afirmou o porta-voz da direcção dos socialistas.

Fonte: Público

O vereador socialista na Câmara de Lisboa, Dias Baptista, afirmou hoje que a candidatura independente à autarquia apresentada por Helena Roseta não constitui uma ameaça para o PS.
"Em democracia não há ameaças", disse, sublinhando que Helena Roseta apresenta "uma candidatura de uma cidadã que está no seu legítimo direito".
O vereador afirmou que o PS tem os seus órgãos próprios e irá definir quem são os seus candidatos, manifestando-se convicto de que o partido "escolherá um bom candidato com o desejo e a vontade de vencer".
Dias Baptista sublinhou que "ninguém é dono dos votos de ninguém" e que os votos se ganham nas disputas eleitorais.
"Competirá aos candidatos disputar votos. Nós temos intenção de disputar voto a voto até à vitória", declarou.

Fonte: Diário Digital

Segundo a lei de financiamento, nas eleições autárquicas só recebem subvenção estatal os partidos, coligações ou os grupos de cidadãos eleitores que "concorrem simultaneamente aos dois órgãos do município: executivo camarário e Assembleia Municipal".
Ou seja, se não houver eleições para a Assembleia Municipal, como o PSD pretende, os partidos perdem as subvenções do Estado.

Fonte: Correio da Manhã

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[0.084/2007]
PS/LISBOA CUMPRIU....E A CÂMARA CAIU

Foram apresentados esta quarta-feira os pedidos de renúncia de mandato de vinte membros da lista do PSD, bem como de toda a lista do PS, do CDP-PP, do PCP e do Bloco de Esquerda. A maior autarquia portuguesa fica sem quórum e cai oficialmente às 24 horas de hoje.
Os eleitos do PS e do Bloco renunciaram logo de manhã e à tarde foi a vez dos membros das listas do PCP e do CDS-PP entregarem os seus pedidos de renúncia de mandato.
No Executivo resistem Carmona Rodrigues, Fontão de Carvalho, Gabriela Seara, Pedro Feist, Remédio Pires e Fernando Santana. Destes, apenas Feist e Santana não são arguidos no âmbito do processo Bragaparques, sendo que Fontão e Gabriela Seara se encontram com o mandato suspenso, o que reforça a impossibilidade de obtenção de quórum.
A partir deste momento, está em marcha um processo que vai conduzir a autarquia a eleições intercalares. Os pedidos de renúncia hoje entregues são reencaminhados para a Assembleia Municipal, que vai depois notificar o Governo Civil de Lisboa, a quem cabe marcar o escrutínio num prazo de 40 a 60 dias.
Tendo em conta o calendário, as eleições intercalares vão realizar-se a 24 de Junho, a 1 de Julho ou a 8 de Julho.
Até às eleições intercalares, a maior autarquia do país vai ser gerida por uma comissão administrativa a ser nomeada pelo Governo, e a ser composta por três elementos do PSD e dois do Partido Socialista, não necessariamente autarcas.

Fonte: Sol
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terça-feira, maio 08, 2007  
[0.083/2007]
PS AVANÇA COM AS RENÚNCIAS

O líder da concelhia de Lisboa, Miguel Coelho, revelou ter pedido ao porta-voz da bancada socialista na autarquia, Dias Baptista, que apresente as renúncias de todos os nomes da lista do PS – eleitos e suplentes - durante a reunião de Câmara de amanhã.
Para Miguel Coelho, «chegou o momento de passar das meras declarações de intenção a actos consequentes» e
que esta atitude «vai contribuir para a urgente clarificação da situação política criada pelo PSD e pelo seu líder Marques Mendes na cidade de Lisboa».
Miguel Coelho exorta o PCP, o Bloco de Esquerda e o CDS a seguirem o exemplo do PS, já que considera que «a descredibilização e o bloqueio municipal» só podem ser ultrapassados através da realização de eleições intercalares. Isto, porque apenas a falta de quórum poderá desbloquear a situação de impasse e levar a que o executivo camarário caia.
Esta decisão de Miguel Coelho é anunciada um dia depois da reunião que juntou toda a oposição da Câmara de Lisboa e onde todas as forças expressaram a vontade de ir para eleições.

In: Sol

A secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, recusou hoje comentar a possibilidade de ser candidata pelo PS às eleições intercalares na Câmara Municipal de Lisboa.
«É uma matéria sobre a qual não faço qualquer comentário e que tem que ser decidida por quem de direito nos órgãos do Partido Socialista», afirmou Ana Paula Vitorino aos jornalistas, à margem da assinatura de um protocolo entre a Administração do Porto de Lisboa e a Agência de Inovação.
Interrogada sobre a sua disponibilidade pessoal para se candidatar, a secretária de Estado voltou a recusar qualquer comentário.
Fonte do Secretariado do PS/Lisboa reiterou à Agência Lusa na passada quinta-feira a vontade de que o candidato a presidente da câmara da capital seja o ex-ministro e ex-líder parlamentar socialista António José Seguro.
Se António José Seguro não se confirmar como candidato a presidente, a concelhia do PS/Lisboa admite equacionar as alternativas da deputada Maria de Belém (candidata pelo PS nas últimas eleições autárquicas a presidente da Assembleia Municipal) e de Ana Paula Vitorino.
Na passada quarta-feira à noite, fonte do Secretariado Nacional do PS disse à agência Lusa que o partido tencionava escolher o seu candidato a presidente da Câmara Municipal de Lisboa «no prazo máximo de dez dias».

Fonte: Sol/Lusa
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segunda-feira, maio 07, 2007  
[0.082/2007]
COMO VAI CAIR A CÂMARA MUNICIPAL ?

A oposição na Câmara Municipal de Lisboa (CML) encontrou-se, esta segunda-feira, para aquilo que os vários vereadores presentes consideraram ser uma «reunião de consultas» que terminou com um consenso: a única solução para crise política da autarquia é a realização de eleições.
Os vereadores da oposição na Câmara de Lisboa acordaram hoje renunciar aos cargos para provocar eleições intercalares até ao final desta semana caso o PSD não concretize as renúncias aos seus mandatos.
Numa reunião em que estiveram presentes o vereador socialista Dias Baptista, o vereador do PCP Ruben de Carvalho, o vereador do Bloco de Esquerda, José Sá Fernandes, e o vereador do CDS-PP, Miguel Anacoreta Correia, foi acordado que deve ser o PSD, que consideram responsável pela crise política no município, a dar o primeiro passo para a marcação de intercalares, renunciando aos seus mandatos.
No entanto, a oposição garantiu hoje que se os sociais-democratas não o fizerem até ao final desta semana, têm prontas as declarações de renúncia, que entregarão, provocando eleições intercalares para a autarquia lisboeta.
O consenso entre PS, PCP, BE e CDS não é, contudo, suficiente para desbloquear a situação de impasse em que se encontra a CML. Na oposição, o argumento mantém-se: «Foi o PSD que criou a crise e deve ser o PSD a resolvê-la».

O vereador António Dias Baptista explicou que os socialistas criarão «condições para que esta situação não se prolongue», garantindo que ainda hoje terá nas suas mãos as cartas de renúncia de todos os vereadores e suplentes do PS.

In: Sol

Para provocar a queda da CML, terá de haver nove renúncias de vereadores ou de oito mais o presidente (seguidas das renúncias dos suplentes). Por outras palavras, desde que se mantenham em funções efectivas (não renunciem nem suspendam mandatos) oito vereadores mais o presidente, haverá quórum para o município se manter em actividade. Fonte camarária adiantou ao Expresso que Carmona pode estar a contar com a resistência (à renúncia) de alguns desalinhados das diversas forças políticas para tentar levar o mandato até ao fim. Entretanto, o Governo segue atentamente o evoluir dos acontecimentos na CML. O Expresso soube que o secretário de Estado Adjunto e da Administração Local, Eduardo Cabrita, esteve reunido esta tarde com juristas especializados na área das autarquias, para evitar qualquer lapso que possa atrasar ou inviabilizar a realização de eleições intercalares na capital. Em caso de dissolução do executivo camarário, será automaticamente constituída uma comissão administrativa com cinco elementos, tendo por base o método de Hondt sobre os resultados do último acto eleitoral em Lisboa. Tal comissão só garantirá actos de gestão corrente e vigorará entre 40 a 60 dias, até à realização das eleições intercalares. A intervenção do Governo neste processo é limitada: só actua num cenário de ruptura, quando e se Carmona notificar o Governo Civil e a Assembleia Municipal de que não tem quórum para se manter em funções, cabendo ao Governo Civil a convocação de eleições. O Executivo pode ainda ser solicitado a designar uma comissão administrativa pela autarquia.

In: Expresso

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sábado, maio 05, 2007  
[0.081/2007]
SOCIALISTAS LANÇAM ANA PAULA VITORINO

No PS, a secretária de Estado dos Transportes é a figura mais bem colocada para assumir a candidatura socialista à Câmara de Lisboa.
Ana Paula Vitorino é membro do Secretariado Nacional, amiga pessoal de António Costa e mulher da confiança de José Sócrates. Ao que o Expresso apurou, a governante tem recebido nos últimos dias diversas manifestações de incentivo de alguns dos seus amigos e colaboradores mais próximos. Nos últimos dias, de acordo com uma fonte do Governo, tem havido "grande agitação" no Ministério das Obras Públicas.
(...)
No entanto, a relação próxima com o secretário-geral do PS e as ligações à concelhia de Lisboa, associadas ao perfil de rigor e competência técnica e política, são trunfos que jogam a seu favor.
Dias Baptista, vereador do PS afirmou ao Expresso que, quer Ana Paula Vitorino quer António José Seguro, são "excelentes nomes".
In: Expresso

O socialista João Soares, ex-presidente da Câmara de Lisboa, reiterou, ontem, à agência Lusa, o interesse em voltar a ser candidato, caso haja eleições. Mas Ana Paula Vitorino, secretária de Estado dos Transportes e amiga de António Costa, também está na corrida. "É secretária nacional do PS e a única, dos nomes que têm sido ventilados, filiada na concelhia de Lisboa", salientou, ao JN, fonte próxima da governante.

O líder concelhio, Miguel Coelho, só aceita António José Seguro ou Ana Paula Vitorino. Sabendo-o, os amigos de Ana Vitorino fazem saber que é "óptima técnica e tem pulso forte", possuindo "as qualidades adequadas" para gerir uma Câmara em situação financeira difícil. "Tem mais legitimidade do que outros nomes", diz a mesma fonte. O facto de não ser conhecida é desvalorizado.

Fonte: Jornal de Notícias

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[0.080/2007]
PS JÁ TESTA NOMES PARA CANDIDATO À CML

José Sócrates solicitou à empresa de estudos de opinião do socialista Rui Oliveira e Costa uma sondagem interna em que os nomes de Ferro Rodrigues e João Soares foram testados como potenciais candidatos à liderança da Câmara da Lisboa.
O ex-líder socialista - que no resultado preliminar terá, garantem fontes do partido, bons resultados - não foi, porém, informado oficialmente da sondagem interna em curso, nem o ex-presidente da autarquia lisboeta.
O JN sabe que o secretário-geral do PS pediu para o resultado final lhe ser comunicado apenas a ele, sem fugas para a Federação da Área Urbana de Lisboa (FAUL) presidida por Joaquim Raposo, ou para a concelhia de Lisboa, que é liderada por Miguel Coelho.
Ferro Rodrigues, representante de Portugal junto da OCDE, em Paris, esteve anteontem, por coincidência, na residência oficial do primeiro-ministro, a acompanhar o secretário-geral da OCDE. E reuniu-se depois a sós, durante alguns minutos, com Sócrates. Se há dois meses Ferro Rodrigues disse estar satisfeito com a sua missão na capital francesa, também é verdade que tem recebido "muitas pressões no sentido de aceitar" candidatar-se à presidência da autarquia, disse ao JN um seu próximo.
Tanto Ferro como João Soares podem encabeçar uma coligação de Esquerda com o PCP e o BE, mas Soares conta com a oposição do líder da concelhia lisboeta, Miguel Coelho. A seu favor, porém, joga a manifestação reiterada de disponibilidade para avançar.
In: “Jornal de Notícias” (04.05.2007)

A direcção nacional do PS pediu uma sondagem para perceber quem dentro do partido está melhor colocado para liderar uma candidatura à Câmara de Lisboa. Os trabalhos de campo estarão ainda a decorrer.
O nome do candidato anima agora todas as conversas de bastidores. Circulam vários: António José Seguro (deputado), António Costa (ministro da Administração Interna), Ana Paula Vitorino (secretária de Estado nas Obras Públicas), Ferro Rodrigues (ex-líder, actualmente embaixador junto da OCDE), Jorge Coelho (ex-número dois de Guterres), Edite Estrela (eurodeputada), Maria de Belém (deputada e candidata nas últimas autárquicas a cabeça de lista à Assembleia Municipal de Lisboa) - além, é claro, do único dirigente que até agora se voluntariou para a função, João Soares, ex-presidente da CML, actualmente deputado e vereador do PS em Sintra.
In: “Diário de Notícias” (03.05.2007)
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sexta-feira, maio 04, 2007  
[0.079/2007]
ELEIÇÕES INTERCALARES À VISTA

O presidente da concelhia de Lisboa do PS, Miguel Coelho, afirmou hoje que o Partido Socialista vai recolher declarações de renúncia ao mandato na autarquia lisboeta, mas só as entregará quando o PSD também o fizer.
"Está não mãos do PSD", disse, em declarações à Lusa, adiantando que o PS "ajudará" o PSD "a fazer a câmara de Lisboa cair".
Miguel Coelho considera que a declaração de ontem do presidente da autarquia, Carmona Rodrigues, foi uma "aparente rebelião contra o líder do PSD", Luís Marques Mendes.
O líder do PS/Lisboa adiantou que deu uma "orientação" ao vereador socialista Dias Baptista para começar a contactar todos os membros da lista apresentada às autárquicas de 2005 pelo PS (efectivos e suplentes) para assinarem a declaração de renúncia, que será entregue posteriormente em reunião de câmara. As declarações ficarão na posse do vereador Dias Baptista para serem entregues na autarquia no mesmo momento em que o PSD entregar as suas, disse Miguel Coelho
Fonte: Público

Os seis vereadores eleitos pelo PSD na Câmara de Lisboa confirmaram hoje que vão renunciar ao mandato na autarquia, seguindo a orientação do líder dos sociais-democratas, uma decisão que será formalizada em reunião extraordinária do executivo.
Numa declaração à imprensa nos Paços do Concelho, a vice-presidente da autarquia, Marina Ferreira, acompanhada pelos restantes cinco vereadores do PSD no executivo, não esclareceu no entanto se a renúncia abrange também os suplentes eleitos na lista social-democrata.
Fontão assegurou a Carmona que seguirá as pisadas do presidente, na atitude que este tomar – quer seja para ficar ou para renunciar.
Fontes próximas do número dois da lista de Carmona Rodrigues garantem que Marques Mendes não contactou Fontão de Carvalho, no sentido de lhe pedir lealdade política e de apelar à sua renúncia.
Uma vez que o prazo de suspensão do mandato de Fontão de Carvalho termina a 28 de Maio, poderá estar para breve o seu regresso à Câmara, caso o executivo se mantenha em funções.
Para isso, Carmona Rodrigues precisa de ter do seu lado pelo menos nove vereadores. Ao que o SOL apurou, Gabriela Seara, Pedro Feist e alguns suplentes da lista do PSD (entre os quais o presidente da EPUL, João Teixeira, e o também arguido no caso Bragaparques, Remédio Pires) já terão manifestado a Carmona a sua disponibilidade para ficar na Câmara.
Menos de cinco horas depois de ter saído das instalações do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP), no âmbito do processo Bragaparques, o presidente da Câmara da Lisboa, Carmona Rodrigues, anunciou que só renunciará ao seu mandato, «se a maioria dos vereadores não quiser ficar».
«Com sentido de responsabilidade, tal como o comandante de um navio, não serei eu o primeiro a abandonar o barco, nem permitirei que me atirem pela borda fora», disse Carmona Rodrigues, numa declaração feita nos Paços do Concelho, pouco depois das 20:00, suscitando uma chuva de aplausos entre a assistência.
O líder da autarquia sublinhou que «cada eleito é livre, de acordo com a sua livre vontade de ficar, suspender ou renunciar» e que respeitará «a decisão de todos e de cada um» dos vereadores da capital.
«Se a maioria dos vereadores não quiser ficar aceito e nada mais poderei fazer», disse o presidente da Câmara - eleito como candidato independente nas listas do PSD -, condicionando apenas a esta contingência a sua continuidade no cargo.
No cenário hipotético de eleições intercalares - tal como defendeu ontem o líder dos sociais-democratas, Marques Mendes -, Carmona entende que «a actualização da vontade popular (...) deve abranger todos os órgãos autárquicos», numa referência à Assembleia Municipal.
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quinta-feira, maio 03, 2007  
[0.078/2007]
ASSEMBLEIA MUNICIPAL - PORQUE NÃO ?

"Acho que seria mais vantajoso a eleição simultânea e demonstraria da parte do PSD, que é o responsável cabal por esta situação, uma atitude de desapego ao poder", considerou Dias Baptista.
Para o vereador do PS, se o PSD provocasse também eleições para a Assembleia Municipal, onde tem a maioria, "mostraria que quer contribuir para resolver os problemas da cidade".
Segundo Dias Baptista, "sendo a Assembleia Municipal um órgão fiscalizador da câmara, faria sentido" promover também eleições.
Porém, o vereador entende que esta "não é a questão central".
"A questão central é trabalhar para melhorar as condições de qualidade de vida em Lisboa", acrescentou.
Fonte: Diário Digital


"O PSD está a querer condicionar o próximo executivo da Câmara Municipal", disse à Lusa o líder da bancada socialista, Miguel Coelho, referindo-se à vontade expressa pela presidente da AML, Paula Teixeira da Cruz (PSD), em não provocar eleições naquele órgão.
Paula Teixeira da Cruz, afastou hoje a hipótese de eleições intercalares para a Câmara de Lisboa que possam abranger o órgão a que preside. "A Assembleia Municipal é um órgão que tem uma legitimidade própria", afirmou a responsável, em declarações à rádio TSF.

Segundo líder dos socialistas na assembleia municipal, "não é eticamente correcto que o PSD queira impor ao próximo presidente da Câmara, que terá necessariamente de tomar medidas complicadas para o saneamento financeiro da Câmara, um quadro institucional que poderá impedir que essas medidas sejam executadas".

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quarta-feira, maio 02, 2007  
[0.077/2007]
LISBOA VAI MUDAR
O PS desafiou hoje o PSD a promover eleições intercalares não apenas para a Câmara mas também para a Assembleia Municipal de Lisboa, alegando que só por essa via será possível uma solução estável para a autarquia até 2009.
A posição foi transmitida pelo porta-voz do PS, Vitalino Canas, numa declaração política que não teve direito a perguntas por parte dos jornalistas.
Vitalino Canas acusou o PSD de ser "o partido da instabilidade".
"Foi assim no Governo do país, é assim na Madeira e é agora também na Câmara Municipal de Lisboa", acusou.
Na declaração que fez aos jornalistas, o porta-voz do PS considerou que a declaração do presidente do PSD, em que defendeu eleições intercalares para a Câmara de Lisboa, "revela falta de coerência e de coragem política para levar até ao fim a clarificação".
"Não deve haver apenas eleições para a Câmara. Devem realizar-se também eleições para a Assembleia Municipal. Não é altura para o PSD se agarrar aos lugares na Assembleia Municipal de Lisboa", sublinhou o dirigente socialista.
De acordo com Vitalino Canas, "só com eleições para a Câmara e para a Assembleia Municipal será possível obter um mandato claro legitimado e capaz de garantir uma solução estável em Lisboa".
Além deste desafio aos sociais-democratas, a declaração política lida pelo porta-voz do PS foi também marcada por duras críticas ao presidente do PSD.
Segundo Vitalino Canas, "Marques Mendes veio hoje reconhecer, finalmente, o fracasso da governação do PSD na Câmara Municipal de Lisboa".
"O PSD não esteve à altura da confiança que os lisboetas nele depositaram nas eleições autárquicas de Outubro de 2005. Ao fim de ano e meio, o PSD deixa a Câmara de Lisboa numa grave situação de crise política, de descrédito, degradação e ruptura financeira", observou.
Por esta situação, o dirigente socialista responsabilizou directamente o presidente do PSD.
"É preciso lembrar que a responsabilidade política desta situação a que chegou a Câmara de Lisboa é do presidente do PSD. Foi ele quem escolheu o candidato [Carmona Rodrigues], foi ele quem escolheu a equipa e foi ele que conduziu à ingovernabilidade da autarquia", apontou.
Em contraponto, o dirigente socialista frisou ainda que, "neste momento, o PS deseja dizer aos lisboetas que é tempo de mudar e de construir uma solução política, credível e capaz de resolver os problemas de Lisboa".
"Os lisboetas podem contar com o PS para promover uma alternativa de mudança", acrescentou.
Fonte:
Expresso



O presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML) convocou para amanhã uma conferência de imprensa onde deverá anunciar a suspensão do mandato.
Esta decisão surge na sequência de conversas que Carmona Rodrigues teve com Marques Mendes na última semana sobre a gestão de autarquia de Lisboa, depois de ter sido notificado como arguido para prestar declarações no Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) no âmbito do caso Bragaparques.
Eleito como independente nas listas do PSD, Carmona Rodrigues afirmou na última sessão de câmara: “Aconteça o que acontecer, o meu propósito é levar até ao fim o mandato que os lisboetas me confiaram”.
Contudo, as conversas que Carmona Rodrigues e Marque Mendes tiveram, permitiram encontrar soluções para a crise na autarquia de Lisboa. Marina Ferreira, actual vice-presidente da autarquia deverá substituir Carmona Rodrigues durante o período de suspensão do mandato, a que se seguirão eleições intercalares.
Entretanto, Paula Teixeira da Cruz, presidente da Assembleia Municipal de Lisboa, esteve ausente na reunião da Comissão Política Permanente do PSD que reuniu hoje para analisar a crise na autarquia.
Fonte:
Expresso


O Presidente do PSD confirmou às 20 horas que considera a actual crise na Câmara de Lisboa “exige uma clarificação que só a realização de eleições pode trazer”. Marques Mendes revelou ter conversado com Carmona Rodrigues que, segundo o próprio “comigo coincidiu” nesta análise.
O líder do PSD sublinha que foi informado por Carmona Rodrigues da sua condição de arguido o que, afirmou Marques Mendes, “o pode diminuir na sua autoridade e no exercício do seu mandato”.
Na declaração, sem direito a perguntas, classificou a situação na autarquia de Lisboa como “muito difícil” explicando este facto com “a ausência de maioria para governar, o vice-presidente (Fontão de Carvalho) e uma vereadora (Gabriela Seara) já constituídos arguidos e uma situação financeira muito difícil”, levaram o líder do PSD a pedir aos restantes vereadores do PSD que renunciem aos seus mandatos para que se realizem eleições intercalares. “Neste momento considero que não há condições políticas para gerir a Câmara com eficácia”, sentenciou Marques Mendes.
Sobre o actual presidente da Câmara, Marques Mendes disse ter a convicção de que “Carmona Rodrigues é uma pessoa séria”, escusando-se a esclarecer quem será o candidato do PSD a estas eleições.
Fonte:Expresso
2.5.07 . - . Página inicial . - . 0 Comentários


terça-feira, maio 01, 2007  
[0.076/2007]
O PRIMEIRO DE MAIO
121 anos após os operários de Chicago terem desencadeado a sua luta, milhares e milhares de trabalhadores manifestam-se por esse mundo fora (onde os deixam) para manter viva a chama da tradição.
Por cá, as tradicionais comemorações da UGT na Torre de Belém foram mais uma vez transferidas, este ano para Loures. Que saudades do colorido que aquilo era, tipo feira, com as roloutes dos couratos e das mines.
Qualquer dia o Sr. Silva vem dizer que tem que se arranjar uma nova forma de comemorar a data....bom, o melhor se calhar é nem comemorar, pois já poucos ligam a isto.
Os discursos celebrativos das centrais coincidem, ano após ano, por mais e melhor emprego, mais e melhores políticas sociais, e nas alfinetadas às políticas do governo.
Este ano vai doer a valer, ó Sócrates. É o preço a pagar pela política reformista em vigôr. Mudar significa desagradar e não se pode contentar a todos.
Então, até para o ano.
LRC
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